26 março, 2015

Graça Foster depõe na CPI da Petrobras

  • A ex-presidente da Petrobras Graça Foster foi convocada para prestar depoimento na CPI da Petrobras após a comissão não conseguir localizar o empresário Julio Faerman, acusado de pagar propina pela empresa SBM Offshore.
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  • 15h35 Graça repete tese do ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli, que a corrupção não era "sistêmica". "Não considero essa corrupção de forma sistêmica dentro da companhia, uma vez que de fato eu não sabia até a hora da Operação Lava Jato."
  • 15h25 O deputado Delegado Waldir (PSDB-GO) grita para Jorge Solla (PT-BA): "Abaixa o dedo!".
  • 15h21 Deputados batem boca após acusação de Jorge Solla (PT-BA) de que integrantes da CPI estariam com medo de ouvir o lobista Fernando Soares, apontado como operador do PMDB no esquema de corrupção na estatal.
  • 15h19 O petista Jorge Solla, que é da Bahia, afirmou que não iria chamar o lobista Fernando Soares de Fernando Baiano, como é conhecido, "porque não merece essa honra".
  • 15h15 Ela afirmou que ficou "tensa" na primeira vez que a Polícia Federal foi à Petrobras, em uma das fases da Operação Lava Jato, para obter documentos. Disse, porém, que depois disso criou um procedimento para eles entrarem quando quiserem.

    "Eu recebi pela primeira vez a Polícia Federal dentro da Petrobras numa sexta-feira de reunião, nunca tinha acontecido na vida a entrada da Polícia Federal na Petrobras. Lógico que eu fiquei bastante tensa, levei-os para a sala de reunião, disse a eles que tudo que precisassem eu ia atender."
  • 15h14 Graça afirma que a ata que registrou a renúncia do ex-diretor Paulo Roberto Costa não condiz com a realidade e sustenta que ele foi, sim, demitido. Sobre os elogios registrados a Costa na ata, que posteriormente admitiu ser beneficiário de propinas, ela disse que não eram "próprios".
  • 15h05 Avisada por uma advogada da Petrobras, Graça diz que a empresa Salvaterra, que pertencia ao marido da ex-gerente Venina Veloso, teve contratos com a diretoria de Abastecimento, na qual ela atuava. Segundo ela, a empresa também teve contrato com a diretoria de Graça na época, a de Gás e Energia.
  • 15h04 A ex-presidente da Petrobras afirma que não tinha conhecimento sobre suposto enriquecimento acima do possível com os ganhos na estatal de ex-diretores acusados de receber propina porque não tinha contato social com eles --apenas relacionamento profissional.
  • 14h49 Ela afirmou que, à parte as denúncias de corrupção, tem orgulho do Gasene. "Ele cumpriu adequadamente seu papel. Inclusive, seu custo está dentro das métricas internacionais."
  • 14h47 Graça Foster afirma que recebia R$ 100 mil como presidente da Petrobras. Agora, como aposentada, recebe R$ 10 mil.




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