Mostrando postagens com marcador ISA MUSA DE NORONHA. Mostrar todas as postagens
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14 abril, 2016

Cara Colega, o voto tem não preço. Tem consequências.

Cara colega Isa Musa,

Pode ter absoluta certeza de que eu não diria tudo que estou lhe dizendo se você não tivesse se candidatado nessas Eleições da CASSI-2016, até porque, você já tem cargos de sobra para assumir mais um. Isso posto, quero que saiba que a CASSI precisa de pessoas com total disponibilidade. Portanto, não seria bom alguém com mais um cargo para gerí-la, mesmo que esse alguém fosse você.

Cara colega Isa Musa, eu a tinha como ícone das nossas causas, tanto que sempre estive a seu lado em todas as lutas. No entanto, nessas Eleições CASSI-2016, me surpreendi negativamente ao vê-la como integrante da Chapa 1 ao lado do petista Fernando Amaral que antes a havia convidado na qualidade de suplente na chapa dele. Confesso que gostei quando você disse que seu orgulho não permitia que aceitasse.

Fiquei feliz com sua recusa, mas logo depois você me pede para apoiá-la como titular na mesma chapa. Não só neguei o meu apoio como fiquei desapontadíssima, o que significa dizer que não basta ser amigo para apoiar o que outro faz fora da lógica e do bom senso.

Mais desapontada fiquei quando à pretexto de defender sua chapa, você ataca publicamente um colega, afastado do nosso convívio há mais de quatro anos, num grupo de whatsApp, isso me deixou muito triste, pois assim como a ele, poderia ser a mim e, em assim sendo, muito em breve sua biografia ficará maculada, como o próprio colega a alerta:

“O principal objetivo do seu novo pessoal é tentar destruir biografias.
Ao final, só vão conseguir destruir as próprias.
A destruição da sua, já está bem encaminhada, vejo nas redes sociais.”

Meu desapontamento foi além, quando soube que você votou contra a redução dos salários do presidente e dos diretores da ANABB para 19 mil e 14 mil, respectivamente, o que já é uma fábula neste momento de crise. 

Ainda assim, com os salários reduzidos, pagarmos um salário tão alto para essa diretoria petista usar nossa associação como um braço do governo não me poupo em afirmar que isso é um deboche para com os associados.

Estou desalentadíssima!!!

Isa Musa, o voto não tem preço. Tem consequência. Se sua chapa ganhar, pode pedir uma música no fantástico, veja sugestão:





04 fevereiro, 2016

Minoritários questionam Dilma sobre operação bilionária do Banco do Brasil

Instituição financeira comprou R$ 5 bilhões em papéis de empresa de acionistas do Bradesco 

 Presidente Dilma Rousseff durante café da manhã com os jornalistas setoriais do Palácio do Planalto (Foto: Aílton de Freitas / Ag. O Globo)

 

Numa carta enviada há quase um mês para a presidente Dilma Rousseff, ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e ao Banco do Brasil, a União Nacional dos Acionistas Minoritários (Unamibb), que reúne 19,79% das ações do BB, questionou a compra de R$ 5 bilhões em debêntures emitidas pela NCF Participações, empresa controlada por acionistas do Bradesco.

Na carta, os acionistas minoritários chamam de “suspeita” a operação realizada no momento em que o Bradesco tentava levantar dinheiro para realizar a aquisição do HSBC. Naquela conjuntura, lembram os minoritários, o Conselho de Administração do Banco do Brasil tinha como presidente um ex-executivo do Bradesco, o economista Tarcísio Godoy, que, a despeito de ter deixado o Ministério da Fazenda, ainda permanece no conselho do Banco do Brasil.

Ouvida pela EXPRESSO, Isa Musa, vice-presidente da Unamibb, disse que a associação não teve retorno algum em relação à carta. Afirmou que vai esperar até a assembleia-geral do banco, a ser realizada nos próximos meses, para receber respostas oficiais. Caso contrário, ela diz que a Unamibb acionará o Ministério Público.

 

 REVISTA ÉPOCA

 

 

04 dezembro, 2015

CASSI - NEGOCIAÇÕES COM O BB

"CASSI – MESA DE NEGOCIAÇÃO

Em reunião realizada nesta quinta-feira, dia 3 de dezembro, as entidades representativas dos funcionários e aposentados apresentaram ao Banco do Brasil propostas e premissas para continuidade das negociações na mesa da Cassi.

Os funcionários cobraram a resposta sobre a possibilidade de o Banco fazer investimentos nos projetos em desenvolvimento na Cassi, que contemplam as propostas já apresentadas na mesa sobre ampliação do modelo de atenção integral à saúde. Também foi cobrada do BB a validação e conclusão da parte do projeto feito na Cassi que dependia das áreas de indicados do Banco.

O Banco informou que estudou os investimentos e os projetos, que também demandam investimentos, e afirmou que é possível dar respostas na próxima reunião.

APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS

Com intuito de garantir o bom funcionamento da Cassi, sem corte de programas ou de atendimento, os representantes dos associados defenderam junto ao Banco as seguintes propostas:

A antecipação de contribuições patronais futuras de 06 (seis) meses, conforme Art. 25 do Estatuto da Cassi, que diz que eventuais insuficiências financeiras do Plano de Associados da Cassi poderão ser cobertas pelo Banco do Brasil S.A. exclusivamente sob a forma de adiantamento de contribuições;

Manutenção das atuais coberturas do Plano de Associados para todos os participantes (ativos, aposentados, pensionistas e dependentes);

Aperfeiçoamento e integração dos modelos e processos de negociação e regulação;

Garantia de acesso ao Modelo de Atenção Integral à Saúde com a Estratégia Saúde da Família para todos os participantes do Plano de Associados;

Investimento de R$ 150 milhões, exclusivamente pelo BB, para viabilizar os projetos-piloto de expansão do Programa de Estratégia Saúde da Família;

Garantia estatutária da proporcionalidade contributiva de 1 (participante)  x  1,5 (BB);

Debate sobre o custeio da Cassi que contemple a capacidade de pagamento de despesas e a recomposição de reservas;

Manutenção da solidariedade como regime de custeio;

Garantia estatutária de reavaliação periódica do custeio;

Manutenção do compartilhamento da gestão;
Compartilhamento da responsabilidade pelos eventuais déficits, na proporção das contribuições de participantes e BB.

A entidades informaram ao Banco que continuam debatendo propostas adicionais que serão apresentadas nas próximas reuniões.

O Banco do Brasil informou que a antecipação de contribuições, embora estatutária, é cercada de vários fatores, incluindo os contábeis, que apresentam questões delicadas. Mas, ainda assim, fará os estudos necessários para dar uma resposta às propostas apresentadas.

A próxima reunião acontecerá no dia 21 de dezembro, na sede do Banco em Brasília."

(Fonte: CONTRAF CUT)
AVALIAÇÃO DA FAABB

      O que se pode depreender da postura do Banco é maior flexibilidade na negociação. Em contraponto à postura rígida do antigo Diretor Neri, o atual dirigente não descarta de pronto as propostas que levamos. Não nos assegura aceitação de todas, mas assegura que o Banco se debruçará sobre todas elas sob o ponto de vista de legalidade, cálculos, etc.

       Duas propostas que levamos são bastante claras e tentam reestabelecer o que havíamos perdido na Reforma do Estatuto de 2007:

a)      Garantia estatutária da proporcionalidade contributiva de 1 (participante)  x  1,5 (BB);

b)      Debate sobre o custeio da Cassi que contemple a capacidade de pagamento de despesas e a recomposição de reservas;

c) Garantia estatutária de reavaliação periódica do custeio;


PROPORCIONALIDADE: Observem que propomos a proporcionalidade das contribuições e insistimos que a questão de  CUSTEIO  tenha solução que assegure, não só agora, mas projetando para o futuro, a sustentabilidade.

CUSTEIO: Há 20 anos nossa contribuição à Cassi é de 3% e a do BB 4,5% (somando 7,5%). Não podemos nos esquivar de ponderar que tal percentual não cobre nem de longe as necessidades de custeio da CASSI.

          Se pensarmos em um salário de ativo no BB, em início de carreira, no valor de R$ 3.000,00, 3% do colega = R$ 90,00 e 4,5% do BB = R$ 135,00, ou seja, R$ 225,00 de contribuição global para um colega e todos os seus dependentes usufruírem de toda a sorte de cobertura. Quando pensamos naquele colega antigo, aposentado há anos e com um benefício de 10.000,00, sua contribuição à  CASSI  é: 3% de 10.000,00 = R$ 300,00 e a parte do Banco R$ 450,00, somando uma contribuição global, mensal de R$ 750,00. Se buscarmos qualquer plano de saúde de mercado, veremos que as mensalidades são muito maiores.

Simulei, em uma UNIMED, utilizando como parâmetro a faixa etária de “acima de 59 anos” e obtive esses valores:



         A despeito de UNIMED ser de mercado, a comparação  é apenas para mostrar o quanto o nosso Plano CASSI Associados com toda ampla cobertura que tem é vantajoso. A comparação serve, também, para provocar nossa reflexão sobre a eventualidade de precisarmos aumentar o nosso percentual de contribuição, lembrando que, havendo a proporcionalidade, o percentual de contribuição do BB também será aumentado.

        O fundamental neste momento será o BB ser convencido da importância de antecipação de contribuições patronais futuras de 06 (seis) meses, conforme Art. 25 do Estatuto da Cassi. A sinalização de que isso é possível é o  BB sinalizar que pode entender tal tema como investimento.

Atenciosamente,
Isa Musa de Noronha


30 novembro, 2015

Vídeos completos da participação de Isa Musa de Noronha, Presidente da FAABB na CPI dos Fundos de Pensão

Divulgo vídeos com a participação completa da competente colega Isa Musa de Noronha, baixados pela TV ASAS, ao tempo em que lhe rendo os meus mais sinceros agradecimentos e a minha eterna gratidão.

Leopoldina Corrêa


                              PARTE 6
*ISA MUSA RECEBENDO OS MERECIDOS ELOGIOS POR SUA ATUAÇÃO NA CPI DOS FUNDOS DE PENSÃO


                              PARTE5
ISA MUSA NA CPI DOS FUNDOS DE PENSÃO FALA DE LEGISLAÇÃO E FISCALIZAÇÃO


                                PARTE 4 
ISA MUSA NA CPI DE FUNDOS DE PENSÃO FALA SOBRE INVESTIMENTOS  


                              PARTE 3
ISA MUSA NA CPI FALA SOBRE VOTO DE MINERVA


                              PARTE2
ISA MUSA FALA SOBRE O MEDO DO AERUS E RETIRADA DE PATROCÍNIO


                             PARTE 1
ISA MUSA DE NORONHA FALA DE ATOS JURÍDICOS PERFEITOS NA CPI dos FUNDOS DE PENSÃO


VÍDEOS BAIXADOS DO SITE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS PARA PARA DIVULGAÇÃO  NA TV ASAS > Por Leopoldina Corrêa

27 novembro, 2015

Colocando ADAÍ ROSEMBAK, o mensageiro da AAFBB, em seu devido lugar

Caros colegas,

Sinto-me muito confortável dentro dos recintos dos meus blogs Jornal Asas e Olhar de Coruja para exercer minha funções jornalísticas sem ter que pedir licença a ninguém.

Quando cobro posturas das associações, o faço exercendo os meus direitos de associada, como foi o caso, mais recentemente,
da AAFBB, inclusive citando nominalmente sua presidente, Célia Laríchia. Ainda que a própria presidente tivesse se manifestasse sobre as graves denúncias naquela nossa associação e não mandado um Zé das Couves qualquer representá-la.

Que eu me lembre, não citei o nome de Adaí Rosembak, posto que ele não administra um centavo das minhas mensalidades nas associações das quais sou sócia. Portanto, não lhe cabe o direito de se intrometer em  assuntos meus, nos meus blogs.

Para colocar de vez o Sr. Adaí Rosembak em seu devido lugar, posto aqui um comentário que a colega Isa Musa de Noronha deixou no blog dele e que ele não publicou. Certamente para não denunciar a si mesmo sobre suas lorotas em busca de PALCO para seu blog bajulador.  
  
Comentário da Isa para Adaí:
Prezado Adai,



Lamento que as desavenças cheguem até esse ponto de acusações irresponsáveis e a propagação de inverdades que ferem a honra de colegas.



A FAABB conta com a colaboração espontânea da colega Leopoldina Corrêa na feitura e divulgação de nossas reuniões em vídeos, as participações minhas e de Ruy Brito em Audiências Públicas no Senado Federal, as entrevistas com autoridades do Governo, como o Dr Jaime Marins (Minist da Previdência), Dr, José Maria Rabelo (PREVIC), dirigentes de PREVI e CASSI. Tal divulgação permite alcançar um maior número de colegas em todo país, razão pela qual eu pessoalmente sou grata e considero que e toda a comunidade BB muito lhe deve.



Posso lhe assegurar que a competência técnica e o apreço que a Leopoldina tem pelas nossas muitas vezes inglórias lutas contra os desmandos quanto a PREVI e a CASSI, sempre foram isentos de qualquer remuneração e isso dignifica seu trabalho.



A FAABB registra em seu Estatuto que os serviços prestados à Federação são voluntários, ninguém recebe nenhuma remuneração a qualquer título, a saber “Art. 39 – O exercício de funções na FAABB será sem remuneração de qualquer espécie e, em hipótese alguma, poderá ser confundido com contrato de trabalho nem pleiteado vínculo empregatício.”



Eu lhe asseguro que todo trabalho de qualquer dirigente da FAABB é voluntário, assim como também é voluntária a colaboração que a Leopoldina empresta à Federação.



Permita que eu registre aqui, uma antiga fábula: Conta-se que, num tempo e lugar distantes daqui,  um jovem pecou levantando falso testemunho. Ele inventou uma história repleta de mentiras inverdades sobre uma pessoa inocente. A fofoca se espalhou rapidamente e começou a prejudicar a vítima. Não existe mentira mais perversa do que aquela que difama. Ao ver os danos causados o jovem se arrependeu de seu pecado e procurou um velho sacerdote para fazer confissão. O sábio o atendeu calmamente, ouvindo cada uma de suas palavras. Ao final disse: – “Vocês está realmente arrependido deste pecado?” O jovem rapidamente respondeu que sim e que inclusive já havia pedido perdão à pessoa que injustamente havia acusado. – “Bem…” respondeu o confessor, “então antes de lhe dar a absolvição vou pedir que cumpra uma penitência. Você vai pegar um travesseiro de penas, subir em um alto monte e soltar todas as penas ao vento.” – “Só isso?” admirou-se o penitente. – “Sim. Depois volte aqui”. No dia seguinte o jovem voltou satisfeito. Então o sacerdote disse: – “Agora você está preparado para cumprir a segunda parte da penitência: volte à planície e recolha todas as penas novamente no travesseiro, depois volte para receber a absolvição”. O jovem olhou sem entender: -“Mas isso é impossível”. -“Justamente. Da mesma forma é impossível reparar a fofoca. Apenas porque a misericórdia de Deus é infinita, você poderá receber o perdão. Mas o mal que você provocou ficará pairando sempre, como penas ao vento. Pense bem antes de falar novamente algo contra alguém!”.



É isso, Adai.  
Isa Musa de Noronha

23 outubro, 2015

Eleições ANABB – A CONVICÇÃO DE UM RUMO CERTO

Alguns amigos cobram de mim uma plataforma eleitoral, uma síntese de propostas e premissas que fundamentem minha candidatura.



Confesso que sou avessa a autopromoção e o desfiar de promessas eleitorais.



Tenho a convicção de que a vida de cada um fala por si, sobre quem somos, o que fazemos e o que podemos fazer se tivermos as condições necessárias e suficientes.



Assim é que não me sinto a vontade para prometer fazer e acontecer se eleita para um novo mandato como conselheira da ANABB.



Farei exatamente o que tenho feito, ou seja, pautado minhas ações pela temperança, pela perseguição da transparência absoluta, pelo claro conhecimento que detenho dos muitos problemas da ANABB e das ferramentas necessárias para resolvê-los, pois é o que iniciamos no atual mandado, navegando em mares tempestuosos de oposição nem sempre leal e nobre.



Sei do imbróglio da CoopANABB, da imponderabilidade do Anabbprev, das falhas estatutárias e regulamentares, da falta de normas claras para rotinas de gestão e todas essas questões tentamos trabalhar neste mandato, repito, nadando em alto mar em meio a tubarões. Há propostas e projetos em andamento cujo término satisfatório dependerá totalmente de quem serão os próximos vinte e um conselheiros deliberativos e os três conselheiros fiscais eleitos.



Assim, não tenho nenhuma dificuldade de apontar meus companheiros da jornada que agora se encerra como dignos de pleitear a continuidade de um trabalho sério, comprometido com a ética, a transparência e a justiça.



São eles, o Riede, que como eu, tem sido alvo de toda sorte de calúnia virtual de alguns que viram seus podres interesses contrariados, assim como também têm sido atacados, o Amaral, com seu dinamismo compulsivo, o Fuji, “dono da chave do cofre” que não cede um milímetro ao que não está escrito, provado e aprovado, o Douglas, o Mário, o Gilberto, a Goretti, o Luiz Oswaldo, a Paula Gotto, o Branisso, o Cláudio Lahorghe,  João Botelho.... A Ilma que agora opta por lançar-se ao Cons Fiscal juntamente com a Vera Melo. Sem as duas, e ainda o João Maia, também no Cons Fiscal, muitas das mazelas do “Caso Seguros”  ficariam na obscuridade.



A esses companheiros seria oportuno somar o apoio dos associados para os nomes do competente colega advogado José Bernardo de Medeiros, da Leopoldina Correa e sua obstinada luta que escancara os intestinos da entidade. Seria bom ter ao lado a sabedoria de um colega abnegado que serviu nas instâncias do Governo, mas com os olhos voltados para os legístimos interesses do funcionalismo, como o José Maria Rabelo. E ainda, Haroldo e Hermínio e o Olivam, o primeiro pela tranquilidade de suas posições e os outros dois pela bravura com que ainda se lançam nas lutas sindicais em defesa do funcionalismo.



Sei bem que a lista de candidatos “do bem” é imensa e sinceramente torço para que muitos desses, mesmo aqui, injustamente, reconheço, não listados, mas que estão fazendo suas campanhas pela dignidade, com justeza, sem acusações nem vilanias se elejam.



A ANABB (e nenhum setor de nossa sociedade), necessita dos bravateiros, dos que se acham melhores do que o resto, os que vivem apontando o dedo em riste para os demais e aqueles que só querem fazer da ANABB trampolim para vencerem em nossas Caixas CASSI e PREVI.



O associado é sábio e saberá separar o bom e puro trigo da podridão do joio.
Isa Musa de Noronha




Gostaria de fazer uma observação nesta matéria da minha querida amiga.

Como bem disse Isa "
O associado é sábio e saberá separar o bom e puro trigo da podridão do joio."  Aqui mesmo temos um bom exemplo dessa separação, por exemplo, apenas alguns nomes citados por ela coincide com os meus ou seja: Branisso, João Botelho, Ilma Peres, Olivan Faustino e José Maria Rabelo que se eleito seria um excelente nome para presidir  nossa ANABB com mesma competência que geriu a PREVIC.

Não é minha intenção polemizar com a colega e ela sabe disso, mas todo mundo sabe da minha intolerância às vinculações das nossas entidades entregues ao petismo. Chega. A hora de é de renovação.

Leopoldina Corrêa 


09 outubro, 2015

Rádio Coruja > Erimildo, o idiota

A RÁDIO CORUJA DIVULGA A FÁBULA DE ISA MUSA DE NORONHA
Isa Musa de Noronha compartilhou a própria foto.
Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência…..


QUALQUER SEMELHANÇA NÃO SERÁ MERA COINSIDÊNCIA!!!

31 agosto, 2015

Audiência Pública Previdência Complementar 31 08 2015

Às
Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil

Sr. Presidente,


            No dia de hoje, 31 de agosto, a FAABB compareceu ao STJ a convite do Ministro Paulo de Tarso. O tema foi Audiência Pública para discutir o que vale: se o contrato de trabalho, o ato juridico perfeito e o direito adquirido ao tomar posse na Estatal e obrigatoriamente aderir ao Plano de Previdência Complementar, ou se valem as regras, alteradas por Leis, Normas e Resoluções impostas ao longo dos anos e aplicadas quando de nossas aposentadorias.

            O tema é conhecido de todos nós, pois tem suscitado inúmeras ações judiciais. Uma delas chegou ao STJ e o Ministro decidiu, antes de proclamar seu voto, por ouvir os interessados: patrocinadores e participantes e assistidos, ambos ali representados por advogados e entendidos na matéria.

            Ruy Brito, mais uma vez, foi claro, firme e conclusivo. A FAABB esteve muito bem representada e se orgulha de poder contar com o concurso desse bravo colega.

            ASSISTAM À ÍNTEGRA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA. Posso lhes assegurar que vale por uma aula de Previdência Complementar. Embora discordando de muitos posicionamentos francamente favoráveis a patrocinadores, há que se reconhecer a competência dos expositores. Evidentemente, para nós, as falas dos expositores que defendem aposentados e pensionistas foram mais aplaudidas.

https://www.youtube.com/watch?v=UFND2lZW1v4


Atenciosamente
Isa Musa de Noronha

Nota:

Minha fotoComo vêem, são oito horas de vídeo incluindo imagem parada de intervalo para o almoço. No entanto, estão baixando para dividí-lo por palestrante para posterior divulgação.

 

FAABB em Audiência Pública no Superior Tribunal de Justiça


Hoje, dia 31, a partir das 9:00 horas, estaremos eu e Ruy Brito, representando a FAABB em Audiência Pública no Superior Tribunal de Justiça, debatendo com Ministros e outros interlocutores a definição sobre que regulamento é aplicável ao participante de plano de previdência privada para fins de cálculo da renda mensal inicial do benefício complementar.

Em linhas gerais, o STJ deverá definir o que vale para calcular a renda mensal inicial de benefícios concedidos pelos Fundos de pensão: se o Contrato de Adesão, quando da posse do funcionário, ou seja o Ato Jurídico Perfeito e o Direito Adquirido ou as regras vigentes no momento da aposentadoria. 

Como Presidente da FAABB tomei a iniciativa de convidar, como nosso expositor, o Ruy Brito, que é reconhecido por todos nós como especialista nessas discussões.

O Ministro teve a galhardia de, ao invés de decidir apenas pelo que entende, decidiu convidar especialistas em Previdência Complementar para debater o assunto. 

Os que tiverem a oportunidade de ler a lista dos debatedores verá que há personalidades de reconhecida competência defendendo um e outro lado. “Ganhará quem for mais convincente e eu confio muito no Ruy Brito, por isso é que eu o chamei para expor a tese que a FAABB defende. 

Nossa tese é a de que "a lei não pode vir para prejudicar o ato jurídico perfeito e o direito adquirido", e assim, defendemos que, à época da aposentadoria, deve ser aplicada a regra que for mais favorável ao trabalhador.

 
 

29 agosto, 2015

Gratidão é uma carta de amor que assinamos para quem cuida de nós

Colegas,

Vejam a que ponto chega a nossa desunião, enquanto a imensa maioria de nós se sente grato a Isa por defender nossos interesses, com a enorme garra que lhe peculiar, principalmente num momento tão importante como agora, alguém de mente tacanha, tem coragem de vir a este blog apenas para satisfazer seu mísero caráter desprezível e nos afrontar com a explícita intenção de abalar o desempenho da nossa interlocutora.


Eu ouvi do meu filho mais velho que gratidão é uma carta de amor que assinamos a quem cuida de nós. Portanto, em nome de todos aqueles que se sentem representados e  em nome da enorme gratidão que sentimos por Isa Musa de Noronha endereçamos-lhe esta carta desejando-lhe que seja, mais uma vez, muito bem sucedida representando-nos nesta Audiência no Senado Federal junto a CPI dos Fundos de Pensão.


31 julho, 2015

FAABB > CASSI - O DESAFIO DA SUSTENTABILIDADE


Prezados,

A legislação criada pela CVM se destinou a padronização contábil, jamais a amparar um caso específico como aquela em andamento na CASSI. Sua aplicabilidade é totalmente questionável.

O BB NÃO PODE EMPURRAR PARA A CASSI UMA RESPONSABILIDADE E UM RISCO QUE É DELE.

É importante que todos compreendam muito bem que a questão CASSI é de custeio e gestão! Foi para equacionar essas variáveis é que fomos negociar com o Patrocinador - prestar contas à CVM é problema do Banco.
O Diretor da ANABB, Amaral, preparou um arquivo PowerPoint para explicar a situação Cassi e o desafio pela sua sustentabilidade.

Um arquivo PowerPoint é grande demais para ser enviado via e-mail, assim, transformamos com a colaboração da colega Leopoldina Correa, esse arquivo PowerPoint em vídeo, pois assim todos podem assistir direto do You Tube, sem necessidade de baixar para seu micro.

Para compreender bem as lâminas, já que evidentemente faltam as explicações que Amaral fez ao longo da apresentação, tentou aqui pontuá-las para que fique bem claro.

Atenciosamente

Isa Musa

Assistam ao vídeo e recorram a esse texto, se necessário.
 https://www.youtube.com/watch?v=WgfVGXdUAFs

Lâmina 1, Amaral traz breve histórico da CASSI;
Lâmina 2 – A situação atual da CASSI;
Lâmina 3 – O início do debate interno;
Lâmina 4 – Reflexões sobre o impasse;
Lâmina 5 – A situação atual do BB;
Lâmina 6 – A proposta do BB;
Lâmina 7 – Avaliação do Amaral sobre a proposta do BB;
Lâmina 8 – continuação;
Lâmina 9 – continuação;
Lâmina 10 – continuação;
Lâmina 11 – continuação;
Lâmina 12 – continuação;
Lâmina 13 – As premissas de consenso entre as entidades representativas;
Lâmina 14 – A definição de “sustentabilidade”;
Lâmina 15 – O Custeio e o Déficit (Linha vermelha déficit – Linha verde custeio);
Lâmina 16 – Contribuições e Folha de Pagamentos;
Lâmina 17 – Contribuições e Folha de Pagamentos;
Lâmina 18 – Projeção da Folha de Pagamentos;
Lâmina 19 – Projeção da evolução das Despesas Médicas;
Lâmina 20 – O andamento do custeio e do Modelo de Atenção Integral;
Lâmina 21 – Projeções estimadas dos percentuais de contribuição para a CASSI para atingir o equilíbrio;
Lâmina 22 – Evidencia as questões centrais da discussão;
Lâmina 23 – O compromisso intergeracional que deve manter a sustentabilidade (os ativos de hoje serão os aposentados de amanha; os aposentados de hoje foram os ativos de ontem);
Lâmina 24 – Retrato do Modelo de Atenção Integrada e sua aplicação;
Lâmina 25 – O fundamento básico da CASSI: SOLIDARIEDADE;
Lâmina 26 – Números atuais da CASSI – Participantes;
Lâmina 27 – Simulação de contribuições (de 3% a 6%) sobre faixas de renda;
Lâmina 28 – Dados do último relatório CASSI – Risco de Uso por Pessoa e Faixa Etária;
Lâmina 29 – Gestão compartilhada? Responsabilidade Compartilhada;
Lâmina 30 – Questões complementares ao Debate
 


ANÁLISES - A CASSI E A RESPONSABILIDADE DA PATROCINADORA BB
(*TEXTO DE: Ronaldo Nieto Mendes)

Ao ler os postagens venho encontrando algumas considerações bem fundamentadas sobre a situação da CASSI, entretanto em outros podemos notar alguma falta de consistência e conhecimento dessa realidade, que em alguma medida reflete o que vem ocorrendo nos planos de saúde, especialmente os classificados como de autogestão. Fazendo minha parte, vou me atrever a dar um pitaco sobre o tema.

Em primeiro lugar, o plano de autogestão tem custo diferente do plano tradicional que conhecemos.

São vários os motivos, entre eles:

Não visa lucros; a tributação é bem menor por tratar-se muitas vezes de instituição de assistência social sem fins lucrativos, como a CASSI;

Não possui custos de intermediação;

Não mantém grandes despesas com publicidade e propaganda; E não raro se utiliza, sem ônus, de estruturas ociosas e/ou compartilhadas da Patrocinadora/Instituidora para administração/gestão/atendimento aos associados/usuários.

O plano de autogestão nos dias atuais mantém também atendimentos próprios, a exemplo das CliniCASSI, voltados à promoção do bem estar e da saúde e prevenção de moléstias, o que reduz bastante a médio e longo prazo as despesas dos próprios planos. O plano tradicional ao contrário ainda não vem se utilizando dessa estratégia. Portanto, simplesmente comparar custos da CASSI com planos tradicionais privados (Unimed, Amil, e outros) é totalmente inadequado e descabido.

Outro equívoco é o emprego do cálculo atuarial utilizado para fins de quantificação contábil e informação/sinalização aos acionistas e mercado de prováveis despesas/passivo pós-laborais futuros, resultantes dos compromissos firmados com seus atuais e ex-empregados, e querer, mediante esse cálculo simplificado, resgatar antecipadamente suas obrigações com o plano de saúde instituído.

Os indicadores utilizados para os cálculos atuariais, embora possam ser considerados exatos e suas aplicações receberem total conferência e conformidade, não deixam de ser premissas muito subjetivas, e o mais provável é que não resistam a qualquer bem fundamentada auditoria/consultoria independente que vá auferir a qualidade da gestão dos recursos sob controle, e os motivos que levam a CASSI não se situar bem nos indicadores da UNIDAS (*).
 Por outro lado, a legislação criada em dezembro de 2012 pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) são três atualizações do texto referente às regras de concepção e publicação de balanços das Companhias no Brasil, de forma a seguir o padrão contábil internacional (IFRS) em língua inglesa. Nada mais.

A norma que vem sendo citada pela Patrocinadora estava entre elas:

Deliberação nº 695/12, e refere-se ao pronunciamento CPC 33 (R1), que trata da contabilização de benefícios a empregados.

A regra estabelece que a empresa reconheça um passivo quando o empregado presta serviço em troca de benefícios a serem pagos no futuro;

E uma despesa quando a entidade se utiliza do benefício econômico proveniente do serviço em troca de benefícios a esse empregado.

Portanto a legislação criada pela CVM se destinou a padronização contábil, jamais a amparar um caso específico como aquela em andamento na CASSI. Sua aplicabilidade é totalmente questionável.

Assistência. Lembremos que já houve grandes aportes de recursos na CASSI realizados pela Patrocinadora, concomitante foram promovidas quase sempre alterações em sua gestão, com a promessa de novas e auspiciosas realidades, o que acabou não ocorrendo. A reincidência desse quadro, bem demonstra que o problema é bastante complexo e foge ao raciocínio lógico de que simples capitalização e indicação/alteração de prepostos na gestão poderia resolver em definitivo os quadros observados.

Ficou bem claro que na verdade o problema vai muito além. Esse ¨quantum¨, que pode ser muito mais do que financeiro precisa ser bem e criteriosamente dimensionado, sob pena de incorrermos em atitude irresponsável e indesculpável junto aos associados dos diversos planos da CASSI, deixando-os no momento de maior necessidades a mercê da própria sorte.

Possivelmente, seremos levados a aceitar as condições que estão sendo impostas pela exaustão de energia e recursos, mas certamente vai valer a pena resistir enquanto pudermos.

Em uma democracia há maneiras legais de confrontar o abuso de poder coercivo que atua contrariamente ao interesse público, de alguma grande coletividade ordeira e bem informada, desviando-se de sua finalidade, para jubilar-se com ganhos temporários alterando as regras do jogo no meio da partida, e não dando condições aos adversários de terem outras opções, de inclusive desistirem do campeonato em condições dignas.

No caso da Patrocinadora os valores em jogo de R$ 5,8bi em nada irão melhorar sua rentabilidade, nem quebrar sua higidez incontestável. Portanto, concluímos com a pergunta: Bom para todos ou só para alguns escolhidos?

(*) A UNIDAS - União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde é uma entidade associativa sem fins lucrativos, representante do segmento de autogestão no Brasil, que compreende um universo de cerca de 5 milhões de beneficiários atendidos por planos de assistência à saúde administrados por aproximadamente 140 instituições filiadas.

Isa Musa de Noronha

11 julho, 2015

Resultados da negociação sobre a Cassi do dia 10 de julho


Foi realizada em 10 de julho nova reunião de negociação sobre a sustentabilidade da Cassi entre o Banco do Brasil e as entidades representativas dos associados. O principal objetivo da reunião foi ouvir as respostas do BB a respeito dos questionamentos feitos pelas entidades na reunião de negociação realizada em 8 de junho, no Rio de Janeiro.

Em relação à possibilidade de melhorias no percentual de 0,99%, que seria acrescido à contribuição mensal do BB para os ativos, com a finalidade de constituir e manter a reserva necessária para arcar com a contribuição de 4,5% da folha de pagamento dos aposentados atuais e futuros, o Banco informou que pode, sim, refazer o cálculo. Entre as melhorias possíveis estão a utilização da Tábua de Mortalidade que é usada pela Previ – a AT-2000 suavizada –, assim como a utilização da mesma taxa de juros da Previ, que é de 5%. Com estas duas providências, o Banco afirma que a contribuição adicional de 0,99% para os ativos será elevada para um percentual maior, ainda não informado. O BB acrescentou que poderá ser incluída no acordo a ser firmado com os associados a previsão de se reavaliar periodicamente o percentual dessa contribuição, considerando-se eventuais mudanças nas premissas que embasaram a sua definição, como, por exemplo, Tábua de Mortalidade e taxa de juros.

Quanto à possibilidade de o BB investir recursos na implementação das medidas estruturantes, estimadas em 150 milhões de reais, o Banco informou que, se aprovada a proposta de retirar a obrigação da instituição financeira  constituir as provisões referentes as obrigações no pós laboral previstas pela Resolução CVM 695, é possível haver aporte extraordinário do BB para viabilizar a implementação das ações estruturantes, com um rígido controle, a ser definido em mesa de negociação, para garantir que os recursos sejam aplicados, de fato, nas ações estruturantes, e não no custeio normal da Caixa de Assistência.

Em relação a eventuais déficits futuros, relativamente à parte que competir aos associados, o BB concordou em apresentar proposta de utilização apenas da proporção de renda de cada associado, deixando de utilizar critérios como faixa etária, grupo familiar (dependentes) ou utilização no período do déficit. A proposta anterior do Banco, na visão dos negociadores dos associados, quebrava o princípio da solidariedade. Apenas a título de exemplo, o BB fez uma simulação, utilizando esse critério, sobre o déficit verificado em 2014, de R$ 177 milhões. Nesta simulação, o rateio do déficit apenas entre os associados corresponderia a uma contribuição extra de 0,88% do salário durante 12 meses.

Quanto à possibilidade de o BB participar do rateio de eventuais déficits futuros, a resposta foi que isso também é possível. Mas que é preciso estudar a melhor forma de se fazer isso, para não manter o Banco obrigado a fazer as provisões com as obrigações no pós laboral previstas pela CVM 695.

Os negociadores dos associados ficaram de discutir com suas bases as informações apresentadas, reiterando o posicionamento unânime de que é imprescindível a manutenção da responsabilidade do patrocinador Banco do Brasil com a garantia de cobertura para ativos, aposentados, dependentes e pensionistas.

Nova reunião de negociação foi marcada para o dia 24 de julho.

AVALIAÇÃO DA FAABB

O BB insiste na sua tese inaceitável de livrar-se dos compromissos pós laborais.



É importante salientar que a  negociação foi aberta tão somente para discutir a maneira de resolver o déficit CASSI e eventuais aportes para a implantação da extensão, para o conjunto dos associados, do Modelo de Atenção Integral à Saúde, baseado na Estratégia Saúde da Família (ESF).



Tais medidas estruturantes se implantadas objetivam prevenir déficits futuros.

COMENTÁRIO DA BLOGUEIRA:  meus caros colegas, amigos e associados da CASSI, o BB já nos tirou muito, não permitamos que eles nos tire a nossa dignidade: VAMOS À LUTA!

06 novembro, 2014

Eremildo, o Idiota

⤵︎ Ouça aqui esta postagem
Foto da capa:

(Uma fábula de Isa Musa de Noronha)

            Eremildo é um idiota. Mora em um Fundo de Pensão na maior pindaíba e passa os dias a vigiar o senhorio, pra ver se da mesa dele caem algumas migalhas para seu prato. O pior é que Eremildo não precisava disso!

            Como inquilino desse Fundo de Pensão, paga pontualmente seu aluguel, cumpre com todas as suas obrigações, exceto votar nas assembléias dos condôminos. É que, idiota, Eremildo não acredita que votação alguma vai melhorar seu Fundo de pensão. Outros condôminos já tentaram abrir os olhos de Eremildo: "olhe, meu amigo, o senhorio só faz o que lhe dá a telha porque a gente se omite, não comparece às assembléias, não se candidata a síndico e nunca estamos a fim de votar em algum outro condômino que não seja da panela do síndico ou do senhorio”.

            Com tal omissão, o senhorio deita e rola e o síndico e seus comparsas não ficam atrás. Mas Eremildo é um idiota, não se esqueçam. Sobrinho da velhinha de Taubaté, passa os dias dizendo que vai fazer e acontecer, mas não tira o traseiro da poltrona. Todo dia 20, corre a conferir o que o síndico e o senhorio botaram em sua conta. É que o Fundo de Pensão é assim mesmo... Ganha tanto aplicando o que lhe pagam os condôminos que pode se dar ao luxo de, mensalmente, molhar a mão dos moradores do Fundo de Pensão.

            Completamente idiota, Eremildo achou o maior barato quando o senhorio (e o síndico) deixaram de cobrar dele todo mês o aluguel.

"Criamos um fundo de reserva", anunciaram, eufóricos, o senhorio e o sindico... Idiota, Eremildo ficou super feliz e sequer cogita de que um dia a lagoa pode secar.

            Enquanto isso, as mesas do senhorio e do síndico transbordam de migalhas, mas todas elas caem nas mãos de terceiros: é financiamento de campanha para o partido da simpatia deles, é comprando micos. Compraram tantos micos que quem passa lá pelas bandas de Botafogo acha que está entrando no "planeta dos macacos". Compram de tudo, é avião caindo, navio afundando, hotel falido, resorts em praia deserta e cheia de coral, hospital tombado pelo patrimônio histórico e até parque temático em cidade de peregrinação religiosa. É que, enquanto Eremildo é um idiota, o senhorio e o síndico são muito espertos.

            Como todo idiota, Eremildo sequer se mira no exemplo danoso de seus vizinhos; outros condôminos que moravam em um outro Fundo de Pensão. Os coitados, tão idiotas quanto Eremildo, fecharam os olhos a mil e uma travessuras do senhorio deles que um dia a pensão fechou e foram todos despejados: sem teto, sem sequer receber as migalhas mensais...

            De vez em quando, senhorio e síndico se reúnem às portas fechadas em belas poltronas de couro, entornam uísque e se embucham de acepipes tramando que novas maldades vão fazer com seus inquilinos... Idiota, Eremildo fica cá de fora, na calçada em frente ao Fundo de Pensão apurando os ouvidos para ouvir as gargalhadas. Enquanto isso, entre as sombrias paredes do palácio, senhorio e síndico combinaram com o poder federal uma ação de despejo que em breve botará no olho da rua o idiota do Eremildo....

(Obs.: "Eremildo, o Idiota" é um personagem de Elio Gaspari. Tomei emprestado dele, o nome, porque esse ai, de minha criação, é inquilino de um fundo de pensão).

19 outubro, 2014

PELO DEBATE e não embate.

PELO DEBATE e não embate.

De hoje até domingo será a última semana para que os brasileiros tenham  a oportunidade de decidir entre os candidatos Aécio ou Dilma para a conduçao do país. Talvez tenhamos mais uns dois debates na TV e fosse eu marqueteira de ambos, orientaria aos candidatos para que procurassem enfocar os pontos dos respectivos programas, cessando os ataques, os disse que disse”, os adjetivos pouco elogiosos, o tom raivoso, as caras amarradas de rancor.

Gostaria de ouvir, e creio que seria fundamental para os mais jovens, Aécio e Dilma se colocarem a respeito do Fator Previdenciário. Faça um teste: pergunte ao seu filho ou neto de menos de 25 anos se ele sabe o que é “Fator Previdenciário” e como isso interfere na sua futura aposentadoria pela Previdência Oficial. 

Gostaria de ouvir, e creio que seria importante para os mais jovens, o que Aécio e Dilma pensam e propõem quanto: a reforma trabalhista, a reforma política, a reforma tributária.

Gostaria de ouvir, e creio que seria interessante para os mais jovens, o que Aécio e Dilma pensam a respeito do Fundo Soberano. Faça um teste: pergunte ao seu filho ou neto de menos de 25 anos se ele sabe o que é Fundo Soberano, para que foi criado, como funciona e o uso que o Governo faz dele para fechar suas contas anuais.

Gostaria de ouvir, e creio que despertaria a atenção dos mais jovens, o que Aécio e Dilma pensam a propósito da maioridade penal,  a possibilidade de correção automática do salário mínimo conforme o crescimento da economia brasileira (PIB), ) a legalização do aborto, a descriminalização do comércio de maconha, a privatização ou a estatização de empresas,  a regulação do conteúdo dos meios de comunicação e o passe livre no transporte público, uma das principais demandas das manifestações de rua em 2013.

Esses temas, que fogem ao domínio popular, dariam a clara face de cada candidato. Por enquanto, o que a moçada assiste nas telas da TV é a face do ódio e as palavras de calúnia, injuria e difamaçao e essas posturas somente desmerecem a política e passa a mensagem de que política e políticos não são coisas de gente séria.

Quanto as mídias sociais talvez seja tarde para que se recuperem. A civilidade, o respeito e o bom senso há muito juntaram as malas e abandonaram a web. Evidentemente com raras e louváveis exceçoes

De hoje até domingo será a última semana para que os brasileiros tenham a oportunidade de decidir entre os candidatos Aécio ou Dilma para a conduçao do país. Talvez tenhamos mais uns dois debates na TV e fosse eu marqueteira de ambos, orientaria aos candidatos para que procurassem enfocar os pontos dos respectivos programas, cessando os ataques, os disse que disse”, os adjetivos pouco elogiosos, o tom raivoso, as caras amarradas de rancor.

Gostaria de ouvir, e creio que seria fundamental para os mais jovens, Aécio e Dilma se colocarem a respeito do Fator Previdenciário. Faça um teste: pergunte ao seu filho ou neto de menos de 25 anos se ele sabe o que é “Fator Previdenciário” e como isso interfere na sua futura aposentadoria pela Previdência Oficial. 

Gostaria de ouvir, e creio que seria importante para os mais jovens, o que Aécio e Dilma pensam e propõem quanto: a reforma trabalhista, a reforma política, a reforma tributária.

Gostaria de ouvir, e creio que seria interessante para os mais jovens, o que Aécio e Dilma pensam a respeito do Fundo Soberano. Faça um teste: pergunte ao seu filho ou neto de menos de 25 anos se ele sabe o que é Fundo Soberano, para que foi criado, como funciona e o uso que o Governo faz dele para fechar suas contas anuais.

Gostaria de ouvir, e creio que despertaria a atenção dos mais jovens, o que Aécio e Dilma pensam a propósito da maioridade penal, a possibilidade de correção automática do salário mínimo conforme o crescimento da economia brasileira (PIB), ) a legalização do aborto, a descriminalização do comércio de maconha, a privatização ou a estatização de empresas, a regulação do conteúdo dos meios de comunicação e o passe livre no transporte público, uma das principais demandas das manifestações de rua em 2013.

Esses temas, que fogem ao domínio popular, dariam a clara face de cada candidato. Por enquanto, o que a moçada assiste nas telas da TV é a face do ódio e as palavras de calúnia, injuria e difamaçao e essas posturas somente desmerecem a política e passa a mensagem de que política e políticos não são coisas de gente séria.

Quanto as mídias sociais talvez seja tarde para que se recuperem. A civilidade, o respeito e o bom senso há muito juntaram as malas e abandonaram a web. Evidentemente com raras e louváveis exceções.

10 junho, 2014

A PREVI SÓ NÃO IMPLANTA UM TETO DE BENEFÍCIOS SE NÃO QUISER

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO BB MOSTRAM QUE:

A PREVI SÓ NÃO IMPLANTA UM TETO DE BENEFÍCIOS SE NÃO QUISER



            Muito se tem dito que não cabe à PREVI estabelecer um teto de benefícios, que nunca existiu teto, que a PREVI calcula aposentadorias de acordo com a informação que recebe do Banco sobre o participante que se aposenta.

            Sofismas, conversa para boi dormir. Vamos recuperar parte de texto do ex-Conselheiro Fiscal da PREVI, Aldo Bastos Alfano que versa sobre a questão:


“Em 2008, o Governo decidiu que os empregados que se tornassem altos Executivos das Empresas Estatais passariam a ser Estatutários, com a suspensão do Contrato de Trabalho e tendo a sua remuneração estabelecida pela Assembléia Geral de Acionistas, saindo, portanto da esfera trabalhista e dos acordos salariais firmados periodicamente entre patrões e empregados.

Tal fato provocou a necessidade de ajustes no Regulamento do Plano 1 a fim de prevenir distorções no salário de participação, que, em conseqüência, afetariam o espírito de justiça condominial imprescindível num Plano como o nosso, além de, no longo prazo, comprometer o equilíbrio do Plano, pelo aumento indevido da Reserva Matemática.

A Previ e o Banco, a 4 mãos, elaboraram os ajustes a serem introduzidos no Regulamento e os submeteram ao Ministério da fazenda e ao Ministério do Planejamento, onde foram aprovados, e ao MPAS, onde aguardavam homologação final.

O principal ajuste aprovado pelo BB e pela Previ foi a instituição de um limite na base de incidência das contribuições, a exemplo do que já se estabelece para os funcionários do BB que trabalham no exterior, ou seja, foi criado um “parâmetro” para os funcionários do BB contribuírem, baseado no plano de cargos vigente, de modo a evitar que o plano conceda benefícios em desacordo com o plano de custeio.

O aumento dos salários de participação desses estatutários não estava previsto no custo normal do Plano 1, ou seja, a partir do momento que esses participantes (estatutários) passaram a contribuir sobre o total de suas remunerações, a Reserva Matemática do Plano 1 passou a assumir encargos que não estavam previstos em seu plano de custeio. Dessa forma, a partir de abril/2008 a reserva matemática do plano 1 vem sendo majorada de forma irregular e incompatível com o custo normal do plano 1.

Em 2010, com as eleições gerais, novas pessoas vieram a dirigir o País, os Ministérios, o Banco e a Previ.  E esses novos dirigentes, sob a argumentação de que o Regulamento não estabelece um teto, entenderam unilateralmente que aquelas alterações propostas em 2008 não se faziam necessárias.

E a partir daí, usando um discurso que confunde relações trabalhistas com relações previdenciárias – o que são coisas bem distintas – ESTÃO propondo:

a- que se estabeleça um teto

b- que esse teto seja o da remuneração do cargo de Diretor

c- que o reajuste do valor de participação desse teto obedeça o percentual  acordado entre Empregados e Empregadores a cada período negocial.

Essa proposta agride as premissas e hipóteses do nosso Plano!

É bom deixar claro que o cargo de Diretor do Banco do Brasil, embora privativo de funcionários de carreira, não é cargo da carreira do funcionalismo do Banco!

É importante ressaltar que o fato de não estar de forma explícita previsto no Regulamento do Plano um “teto de benefícios”, não quer dizer que a estrutura atuarial do Plano 1 pode ser alterada com a “criação” de uma regra diferenciada para um grupo de participantes (estatutários), haja vista que, perante o plano de benefícios, eles são participantes e, dessa forma, devem ser submetidos às mesmas regras do regulamento a que os demais participantes se submetem, principalmente quanto à base de incidência das contribuições (salário de participação), a exemplo dos funcionários que trabalham no exterior.

É também importante frisar que, caso essa distorção não seja corrigida, a tendência é que a reserva matemática cresça de forma significativa colocando em risco a solvência do plano 1 no médio prazo.

Outrossim, mesmo sem entrar nos detalhes técnicos atuariais, contábeis e jurídicos, é mister enfatizar-se que, se tal proposta vier a ser aprovada, estará sendo criada no nosso Plano 1 uma casta de privilegiados (hoje algumas dezenas, daqui a algum tempo, vários milhares) que, em detrimento da esmagadora maioria dos participantes do Plano, estará se auto concedendo, extensivamente a seus dependentes, um  aumento de benefícios, hoje da ordem de R$ 10 mil per capita, de uma forma nunca antes imaginada!”


Excelente análise e agora a prova que põe fim as argumentações de alguns teóricos da PREVI:

De acordo com as Demonstrações Contábeis do BB, no 1° trimestre de 2014, os salários do Banco são: Em 31.03.2014, (pag. 117, item g).


Assim, considerando que o MAIOR SALÁRIO DO BB é 34.346,27, é justo que seja esse o TETO hoje! Pois esse é, como o próprio Banco reconhece como “maior salário dos funcionários” e tal valor segue as mesmas regras de reajuste, pela via negocial em dissídio coletivo. Os salários dos que o Banco classifica como “Dirigentes”, ao contrário, são determinados pelo Conselho de Administração.

Esperamos a PREVI cumpra as determinações da PREVIC e implante o teto sem demora.

Isa Musa de Noronha

26 maio, 2014

O APOIO DE ISA MUSA À CHAPA 1 ÉTICA E TRANSPARÊNCIA

Para oferecer maior e melhor oportunidade dos associados da PREVI conhecerem os candidatos da Chapa 1 - ÉTICA E TRANSPARÊNCIA, voltamos a publicar o vídeo com o apoio da nossa colega Isa Musa de Noronha  que empenhou sua confiança na nossa Chapa número 1.

20 maio, 2014

BATE BOLA ENTRE ISA MUSA E CHICÃO DA PB

DE: ISA MUSA DE NORONHA

PARA: CHICÃO DA PB

Prezado Chicão,

Você sabe que a despeito de nossas divergências pontuais, nutro enorme respeito por você, reconhecendo sua integridade e a pessoa humana excepcional que você é.

Você sabe que meu voto é para a Chapa 1 Ética e Transparência, e posso lhe esclarecer em seu próprio texto, as razões do meu apoio pessoal, ínfimo, eu sei, pois é apenas um voto e uma escolha pessoal.

 Vejamos minhas respostas, ponto a ponto, em meio ao seu texto:

  Raio X das Chapas - Eleições PREVI 2014

 CHICÃO DIZ: Creio que para nos representar bem, uma chapa:
 CHICÃO DIZ: não pode ser só tecnicidade, visto que isso o pessoal indicado pelo banco tem, porém eles não nos representam.
 
ISA RESPONDE: Certo. Competência e formação são requisitos necessários, mas não podem ser únicos. Isso a Chapa 1 tem de sobra e alia o preparo de seus membros aos cargos de Diretor e Conselheiros Deliberativos e Fiscais à independência e firmeza de propósitos que se coadunam com os verdadeiros interesses de participantes e assistidos.


CHICÃO DIZ: II - não pode se arvorar por radicalismos utópicos que podem travar o processo, o que não é adequado para a gestão da Previ que é compartilhada entre eleitos e indicados pelo banco.

ISA RESPONDE: Certamente, radicalismos e palavras de ordem não resolvem as questões pendentes na PREVI. Em uma gestão compartilhada, não se vence no grito, mas com fatos, dados, argumentos e poder de convencimento. Novamente, os colegas Arnaldo e Ítalo detêm capacidade técnica e política para aprofundar uma discussão enfrentando o antagonismo do Patrocinador BB.

CHICÃO DIZ: III - não pode deixar dúvidas entre defender o seu próprio grupo ou defender todos os associados; também não pode divulgar mentiras e impropriedades, para tentar plantar dúvidas sobre o patrimônio da PREVI, visando aterrorizar ou enganar os associados. Quem não tem ética na eleição, não terá depois.
 
ISA RESPONDE: Dirigir a PREVI ou atuar nos Conselhos da PREVI significa doar seu conhecimento e formação em favor dos objetivos do Plano, sabendo que há a figura do Patrocinador de um lado e participantes e assistidos de outro. Não se pode estar em confronto com uma das partes, pois somente existe um, se existe o outro. Acompanho atentamente a atual campanha e observo que componentes e apoiadores da CHAPA 1 ÉTICA E TRANSPARÊNCIA têm pautado a campanha de forma propositiva, sem agressões, sem inverdades e principalmente respeitando colegas e chapas adversárias. Esse é o espírito.

CHICÃO DIZ: IV – portanto, entendo que a Chapa 4 ainda é a opção mais adequada para gerir nossos recursos, conforme dados abaixo. Entendo que não prudente mudar a Previ, por insatisfações pontuais, pois, como nosso futuro depende da PREVI, não podemos fazer experimentos com a gestão.

ISA RESPONDE: Permita-me dizer que seria salutar que, desta vez, houvesse na PREVI o contraponto, o debate e isso somente será possível, em bom nível e com idéias novas, propostas factíveis, concretas, se houver novos colegas, sem a vinculação política partidária que hoje reina na Previ, ou seja, os companheiros da Contraf-Cut. Não será nenhuma "experiência", mas a possibilidade do contraditório, de teses distintas, diferentes do que hoje defende o status quo da Previ e para isso os companheiros da CHAPA 1 estão perfeitamente habilitados.

 CHICÃO DIZ: ALGUMAS VERDADES:

CHICÃO DIZ: PATRIMÔNIO DA PREVI – os investimentos da PREVI são altamente sólidos e não existem mais micos. Quem disser que há risco para o associado está fazendo terrorismo, pois os benefícios futuros da PREVI somam cerca de R$ 114 bi e, mesmo com a crise mundial, ela tem um patrimônio de R$ 175 bi. A PREVI tem R$ 105 bi em ações (cerca de 65% do patrimônio) e quando a bolsa reagir, na minha opinião daqui a 1 ou 2 anos, a tendência é que seu patrimônio seja turbinado, pois a crise mundial já se estabilizou e a economia dá sinais de que vai voltar a crescer a qualquer momento. As sobras livres da PREVI somam cerca de R$ 24 bi; isso é muito positivo, pois outros fundos, a exemplo do FUNCEF, fecharam 2013 com recursos inferiores aos compromissos futuros.
 
ISA RESPONDE: Verdade, mas eu proponho discutir uma tese (da qual sei que dela partilham os colegas da Chapa 1):

 A PREVI tem patrimônio invejável, mas aposentados e pensionistas convivem com benefícios reajustados há anos por valores ínfimos, causando queda no poder aquisitivo.

As pensionistas, reclamam, e com razão, que até o INSS paga 100% de pensão. O benefício mínimo envergonha a Previ, pois não chega a 1.000,00 enquanto a atual gestão defende que o benefício máximo - o tão falado Teto - seja o absurdo salário de Diretor. Note que os vencimentos de Diretor do BB não estão sujeitos à negociação salarial pela categoria. São fixados pelo Conselho de Administração do Banco e então.... O céu pode ser o limite.

A chapa 1 defende que se estabeleça um teto, pelo último posto que qualquer funcionário possa chegar (creio que do Contador Geral) e que esteja sujeito aos mesmos índices de reajuste da categoria. Tem mais.... É preciso analisar com olho clínico e discussão aberta a todo o funcionalismo qual a estrita necessidade das Reservas capaz de assegurar o pagamento do último benefício ao último participante ou assistido do Plano 1 e, com as sobras, REVER o Plano de modo a ajustá-lo ao público alvo, com segurança, sem jogar dinheiro fora, mas também sem sonegar o que cada aposentado/pensionista pode ter.


CHICÃO DIZ: FIM DO BET – o BET acabou por imposição legal; e mente quem diz que foi devido a qualquer votação. Pela norma legal, os recursos que estavam separados para pagar o BET tinham que recompor a Reserva de Contingência (sobras que devem existir de até 25% das obrigações do Plano); mas que, devido à baixa da Bovespa só ficou em cerca de 21%, ou R$ 24 bi.

ISA RESPONDE: Sim, o BET acabou por imposição legal, sempre foi "temporário", mas a antecipação de seu fim, por voto dos colegas eleitos, fere nossa dignidade. Poderiam nossos eleitos ter provocado pelo menos que o Banco fosse forçado a usar o Voto de Minerva.
 

CHICÃO DIZ: Apoio sindical – Se com sindicatos as coisas para o trabalhador já são difíceis, imagine se não tivesse sindicato.

É estranho que algumas pessoas durante disputas para representar a base, usem como argumento o ataque ao movimento sindical, pregando uma suposta neutralidade ou independência, pois na hora “h” essas pessoas podem achar que não tem a quem dar satisfação a ninguém. Na verdade é preciso, sim, dar satisfação aos associados. E nas horas difíceis ainda é o sindicato a quem o trabalhador pode recorrer ou quem tem como voz.

ISA RESPONDE: o Movimento Sindical a que você bem conhece e no qual militamos juntos por anos foi responsável pelas maiores conquistas da categoria no passado. Hoje, representado em sua maioria esmagadora pela CONTRAF-CUT, tornou-se linha auxiliar das políticas do Governo do PT.

Precisamos sim, construir uma oposição sindical consistente, forte, capaz de mover a massa de trabalhadores para que o sindicato seja a voz e a força do trabalhador. Não prego neutralidade ou independência das bases, mas há muito que a CONTRA-CUT não escuta as bases.

 

CHICÃO DIZ: Por tudo isso acho que a opção mais segura ainda é a CHAPA 4 – Unidade e Segurança na Previ.

ISA RESPONDE: Por tudo isso, caro companheiro, é que eu lhe asseguro com toda a convicção de que a alternativa ao poder concentrado da CUT na PREVI é a CHAPA 1 ÉTICA E TRANSPARÊNCIA.

Com apreço
Isa Musa de Noronha
CHICÃO DIZ: Chicão – PB
Ex Conselheiro Fiscal da Previ
Dirigente no Sindicato dos Bancários - PB.


UM ADENDO:
Corroborando com as respostas elucidativas de Isa  Musa aplico aqui parte de uma matéria do "Valor Econômico"sobre as Eleições PREVI.

"Na Previ, a disputa conta com quatro chapas. A Ética e Transparência é liderada por nomes da área técnica do fundo e do BB, sem vinculação partidária direta. Ela foi inscrita nos momentos finais e é uma dissidência de um grupo que tentava criar um bloco único de oposição à situação.
As forças mais tradicionais no fundo estão divididas em outras três chapas. A Unidade e Segurança é vinculada ao bloco Contraf/CUT/Construindo Novo Brasil (CNB, antiga Articulação do PT), atual ocupante das vagas. A chapaPrevi Livre, Forte e de Todos é formada por um grupo ligado ao aposentado Walmir Camilo, ex-presidente da Anabb, uma das maiores associações de aposentados do BB. Lideranças mais à esquerda no movimento dos bancários, ligadas ao PSTU e a outras correntes sindicais, formam a União e Participação.
As razões de insatisfação, porém, não são as mesmas nas duas entidades. Na Funcef, as maiores críticas recaem sobre a estratégia de investimento do patrimônio do fundo, com a utilização das reservas em investimentos apontados como menos rentáveis. Na Previ, há enorme insatisfação em torno da redução de benefício e do aumento das contribuições, decorrente de uma distribuição de resultado que beneficiou, além dos participantes, a patrocinadora."

    Leia mais ➤ As tais conquistas alardeadas
   

29 abril, 2014

O APOIO DE ISA MUSA DE NORONHA À CHAPA 1 - ÉTICA E TRANSPARÊNCIA NAS ELEIÇÕES PREVI 2014

 
CHAPA 1 – ÉTICA E TRANSPARÊNCIA
 
         Todo processo de mudança é longo, mas tudo começa com um pequeno passo. Assim, mudar a nossa PREVI não se faz em uma eleição, mas que tal começar já essa mudança?
 
         Essa caminhada podemos fazer juntos: todos nós ativos, aposentados e pensionistas do BB, ao lado desses companheiros que chamam para si a responsabilidade de merecer nossa confiança e voto.
 
         Apoio a CHAPA 1 – Ética e Transparência, por ver, dentre seus candidatos, o equilibrio necessário entre a experiência de um Arnaldo Vollet com a juventude doÍtalo Lazzarotto. Vollet e Ítalo são tecnicamente preparados: o primeiro com MBA em Finanças pelo IBMEC e Altos Executivos pela FGV; e o segundo, pós Graduado em Auditoria, Perícia Contábil, Trabalhista e Tributária.
 
         Ainda, a CHAPA 1 – ÉTICA E TRANSPARÊNCIA, foi muito feliz ao somar a tarimba de um Aldo Alfano, com larga atuação na Diretoria da CACEX-DG, com a jovialidade da Lavínia, garotinha ainda e pós-98, mas que tem em seu currículo um MBA Executivo em Negócios Financeiros pela FGV.
 
         E a CHAPA 1 – Ética e Transparência nos traz mais:
 
José Branisso, Economista e Advogado, Marcelo Escocard, advogado, graduado pela UCAM; Engenharia de Operações pela USU; Tecnologia da Análise de Sistemas pela FAG; MBA em Finanças pelo IBMEC e Altos Executivos pela Coopead-UFRJ, Oraida Laroque, especializada em Psicologia Organizacional, Leopoldina Corrêa, jornalista com formação em mídias digitais pela UFC,  Saulo Sartre, administrador de empresas com pós-graduação em Marketing e bacharel em Direito, Cláudio Marra, MBA em Controller pela USP pós graduado em Direito Tributário e Finanças Públicas, Hélio Gregório, formado em Gerenciamento e Licenciado em Educação. Nossa juventude tem ainda os pós-98, Rosineía Balbino, Bacharel em Administração e em Gestão Pública, Airton Tomé, Bacharel em Economia e Marcello Silva, pós Graduado em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas,
 
         É assim que começaremos a mudar a PREVI. Com a CHAPA 1 – ÉTICA E TRANSPARÊNCIA que traz experiência e capacidade técnica, sensatez e ousadia, com os pés no chão, mas com a coragem de perseguir nossos sonhos.
 
Vamos juntos até à vitória.
 
Isa Musa de Noronha (aposentada pelo BB e "assistida" pela PREVI)

24 abril, 2014

Tempestades Virtuais

Colegas

Vira e mexe corre pelas redes sociais mensagens me acusando de ter doado 50% do superávit da PREVI ao Banco.

É verdade que todos nós que aparecemos nos grupos e redes estamos sujeitos a questionamentos e a internet é pródiga em multiplicar ataques, alguns até grosseiros, com palavras de baixo calão.

Serenamente, respondo a quase todos os que me escrevem, não para me defender, pois só precisa de defesa quem se sente culpado por algo e não é o caso.

Presido a FAABB e já a presidia em 2010. De sorte que para ir à mesa de negociação com o BB eu somente poderia fazê-lo com o respaldo das Associações filiadas.

A decisão de ir à mesa mesmo sabendo da existência da Resolução CGPC 26 foi do conjunto das entidades filiadas à FAABB representadas em reunião específica ocorrida no dia 17 de outubro de 2010, véspera da Reunião com o Banco.

Reitero que não assinei nenhum “acordo”, mas sim, firmamos um Memorando de Entendimentos endereçado ao Presidente do Deliberativo da PREVI, documento esse contendo sugestões do uso da Reserva Especial e que não faz nenhuma referência a doação de metade da reserva ao BB. A decisão de distribuir a Reserva seguindo a Resolução CGPC 26 em detrimento da Lei Complementar foi do deliberativo da PREVI. A PREVI (Cons. Deliberativo) alterou seu Regulamento seguindo a Resolução 26 e a PREVIC através da Portaria 65 de 14.01.2011 aprovou as alterações dos artigos 85, 87, 88, 89, 90, 91, 92.

Abaixo, a Nota Oficial da FAABB enviada na noite do próprio dia 17/10/2010, onde a Federação comunicava às filiadas o inteiro teor das decisões da Reunião.
 
A propósito, todas as filiadas levaram inúmeras propostas de distribuição. Evidentemente nem todas as sugestões levadas foram aprovadas na negociação com o Banco. Passaram somente o aumento temporário que mais tarde convencionou-se a chamar de BET e a suspensão das contribuições.
 
Mais tarde, para esclarecer participantes e assistidos a PREVI público edição especial de sua REVISTA PREVI, n° 155, a saber: 

http://pt.slideshare.net/leopoldinacorrea3/revista-155-201012http://pt.slideshare.net/leopoldinacorrea3/revista-155-201012
 (Este documento pode ser salvo no seu computador, compartilhado e/ou  enviado por email)

Para incentivar a votação e a aprovação, a CONTRAF CUT divulgou em suas páginas na internet:
Querem ver mais detalhes de FELICIDADE pela orientação de aprovação do SIM? 
Clic aqui:⤵︎⤵︎⤵︎
http://www.contrafcut.org.br/download/Arquivo/1012218828.pdf 



Eis a nota da FAABB.

Att

Isa Musa


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Reunião FAABB – Brasília 17 de outubro de 2010

 
 Expectativas sobre a distribuição da Reserva Especial Para Revisão do Plano

            A Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil – FAABB reuniu-se em evento em Brasília, no Hotel Nacional, neste domingo, dia 17 de outubro, com o objetivo de orientar a representação da FAABB à mesa de negociação com o Patrocinador Banco do Brasil.

            A FAABB, apresentou o histórico do que foi feito na distribuição da Reserva Especial Para Revisão do Plano no ano de 2007, as premissas colocadas pela Resolução 26, as contabilizações realizadas pelo Banco do Brasil nos balanços de 2008, 2009 e 2010 e as alternativas para negociação que se inicia.

            As Associações analisaram algumas propostas presentes nas discussões cotidianas das associações e, consequentemente, dos aposentados e pensionistas.


- Aumento temporário de benefícios em índice o maior possível com retroatividade a janeiro de 2010; 


- Conceder benefício de remuneração a todos com índice de 33,33% compensando o aumento de 75 para 90%;


- Manter a suspensão das contribuições;
 

- Conceder 14º Salário;

- Reajuste de 20,1 % ref. aos anos de 1995 e 1996


- Devolver a partir da 361º contribuição;


- Cesta Alimentação.
 

As associações estabeleceram algumas prioridades quanto a essas propostas, de modo a proporcionar que os negociadores tenham margem de manobra de modo a conciliar o interesse de aposentados e pensionistas.
 

As Associações decidiram que a FAABB deverá levar à mesa, prioritariamente, as propostas:
- aumento temporário de benefícios em índice o maior possível com retroatividade a janeiro de 2010;
- manter a suspensão das contribuições;
- conceder 14° salário.
 

A avaliação das Associações é a de que essa negociação envolve fatores do contexto político e também econômico e que não será tarefa pacífica. Continuamos todos dependendo da intensa mobilização de todos os aposentados e pensionistas para que continuem insistindo com o BB e Previ para a rápida solução da distribuição da Reserva, de modo a alcançar todo o universo de participantes e assistidos do Plano 1 da Previ.
 

Isa Musa de Noronha - Presidente



O PORQUÊ DAS ASSOCIAÇÕES-AFABBs