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23 janeiro, 2017

Era só o que faltava: CUT quer cargo no conselho do BB

Essa gente que suga o Estado e, consequentemente, os trabalhadores de verdade não tem limites. Segundo o Antagonista, a CUT tem feito uma forte campanha nos bastidores para tentar eleger Fabiano Félix como representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banco do Brasil (Caref).

Félix, o candidato oficial dos sindicalistas entrou no mundo obscuro dos sindicatos liderando as greves anuais em Pernambuco. Infelizmente, mais um sindicalista que adora parasitar os bastidores do poder. Em sua lista de prioridades e propostas está, com grande destaque, “lutar contra a privatização do BB”. Nada de bom pode sair disso…

A eleição será nesta semana. Se ganhar, ficará no cargo por dois anos.
  



 
Eu fico abichornada com o tamanho da cara de pau dessa gente...

Estamos escaldados... xô satanaz...

Olha aqui, Sr. Fabiano Felix, antes de sair procurando mais cargos, o senhor deveria dar conta do seu trabalho como Presidente do Deliberativo da CASSI.

Cadê o contrato entre o Banco e a CASSI?  Até hoje nós não tivemos a honra de lê-lo.

Cadê a resposta ao colega Fernando Tollendal que cobrou o crédito dos 23 milhões na conta da CASSI? Nós só sabemos que o BB fez o crédito pela mídia nacional.

Cadê o respeito ao associado? 

Pois é, Sr. Fabiano, nós temos o direito de saber o que os senhores estão aprontando na CASSI, por pior que seja!



Entrevista com o Presidente da CASSI



O presidente da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI), Carlos Célio de Andrade Santos, fala sobre a importância da aprovação do plano de sustentabilidade pelo Corpo Social e os benefícios que as medidas constantes do Memorando de Entendimentos vão trazer. Entre eles, a manutenção do pagamento em dia dos prestadores de serviços, o aprimoramento da governança corporativa e a melhoria de processos de trabalho. 

Carlos Célio define que este é "um novo tempo". Ele salienta a importância da participação dos colaboradores nesse processo e ressalta ainda a qualidade dos profissionais da CASSI. "É fundamental considerar o conhecimento que a própria organização e seus funcionários detêm. Acredito em um trabalho construído em conjunto pelos nossos profissionais e consultores", avalia o presidente.
Confira na entrevista a seguir a expectativa do presidente para o futuro da CASSI.


CASSI:Ao longo dos últimos cinco anos, a Instituição apresentou déficit financeiro, que se agravou em outubro de 2016, com o fim das reservas livres do Plano de Associados. Com a aprovação pelo Corpo Social do plano para sustentabilidade, receitas extraordinárias estarão disponíveis até dezembro de 2019. Elas serão suficientes para custear as despesas do período?
Carlos Célio: Essas receitas extraordinárias devem ser suficientes, mas isso depende muito do comportamento e sobretudo do controle das despesas futuras. Também é importante lembrar que a principal fonte de recursos do Plano de Associados continua sendo o custeio ordinário, ou seja, de 3% dos associados e de 4,5% do Banco do Brasil. A contribuição extraordinária, adicional e temporária até dezembro de 2019, de 1% dos associados e o ressarcimento do Banco do Brasil, que também tem caráter extraordinário, são fundamentais para superação das dificuldades no curto prazo. Nesse período de três anos, nosso objetivo é conseguir manter em dia o pagamento aos prestadores, enquanto implementamos projetos voltados para assegurar e fortalecer a sustentabilidade do Plano de Associados e da CASSI. São projetos estruturantes, que permitirão trabalhar tanto a questão de receita, mas principalmente ampliar os mecanismos de controle das despesas, sempre com foco na manutenção da qualidade da assistência.

CASSI: E quais são esses projetos, presidente?
CC: Os eixos dos projetos, em linhas gerais, já constam do Memorando de Entendimentos. Eles envolvem questões de gestão e governança corporativa e da operação da CASSI, como regulação e negociação com prestadores. Eles não terão caráter restritivo, mas indicarão as linhas de atuação que precisam ser melhor trabalhadas. Serão definidos quais projetos devem ser executados, quais são os prioritários e quais não são. Todo esse processo de desenvolvimento dos projetos será apoiado em trabalho de consultoria especializada e deve ser previamente aprovado pela CASSI. 

CASSI: Além das propostas validadas pelo Corpo Social para a reestruturação financeira do Plano de Associados, o que a CASSI está fazendo para controlar melhor as despesas?
CC: Não estamos de braços cruzados. O nosso dia a dia de trabalho já é direcionado a solucionar as questões que envolvem a operação da CASSI. O tempo médio de internação e as despesas com materiais e medicamentos, por exemplo, são fatores críticos para nós. Internação é um ponto bastante expressivo dentro da despesa de qualquer operadora de saúde e a CASSI tem se dedicado muito para aperfeiçoar o controle destes itens. 

CASSI: O que interfere na sustentabilidade da CASSI em longo prazo?
CC: Todos os planos de saúde estão sujeitos às variações de mercado. Questões como o crescimento econômico do País, renda per capita, condições de saneamento básico, avanços tecnológicos, a elevação dos custos em saúde acima dos índices inflacionários e a infraestrutura de hospitais nos grandes centros e no interior, são algumas das muitas variáveis que não estão sob nosso controle. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) constantemente edita resoluções normativas ampliando coberturas e estabelecendo novas obrigações relacionadas ao funcionamento das operadoras. As atualizações periódicas do Rol de procedimentos em saúde, por exemplo, incluem novos procedimentos a serem cobertos, incorporam novas tecnologias e medicamentos de cobertura obrigatória. Tudo isso requer um esforço permanente sobre as variáveis que estão sob a nossa governabilidade, como forma de buscar os melhores resultados a partir da adoção de medidas que visem a preservação e a ampliação dos mecanismos de controle do custo assistencial, evitando assim a necessidade de apresentar uma conta muito alta aos nossos patrocinadores.
CASSI: Dentre as ações previstas no Memorando de Entendimentos, está a contratação de uma consultoria. Existe previsão de quando a consultoria começa a trabalhar?
CC: Quando você vai ao mercado e traz uma consultoria para te apoiar, ela vem para contribuir com metodologia de análises e de trabalho e, principalmente, com boas práticas do mercado. Porém, é fundamental saber considerar o conhecimento que a própria organização e seus funcionários detêm. Há uma série de vantagens de se trabalhar com uma consultoria. Entretanto, não existe receita pronta e que resolva todos os nossos desafios. Acredito em um trabalho construído em conjunto pelos nossos profissionais e consultores. Temos uma estimativa de em 60 dias concluir a contratação da consultoria, o que está sendo conduzido pelo Banco do Brasil. 

CASSI: Uma vez contratada a consultoria, qual o tempo previsto para a conclusão dos trabalhos?
CC: Serão necessários, aproximadamente, quatro meses entre diagnóstico e planejamento, mais dois meses para aprovar as ações a serem realizadas e mais doze meses para implementação dos projetos. Estimamos que em um ano e oito meses teremos o trabalho concluído. 

CASSI: Quando o senhor acredita que os primeiros resultados vão ser perceptíveis?
CC: Isso dependerá muito da abrangência dos projetos que serão desenvolvidos. Alguns processos podem ter um tempo de maturação maior, mas a partir do segundo semestre deste ano já é possível começar a capturar alguns resultados positivos. 

CASSI: Como a CASSI fará a prestação de contas aos associados e aos parceiros do projeto: BB e entidades representativas dos funcionários e aposentados?
CC: Estamos definindo, em conjunto com o Banco do Brasil e com as entidades representativas dos funcionários, o cronograma e o formato dessa prestação de contas. A CASSI já conta com uma rotina de elaboração de relatórios mensais, semestrais e anuais. Mas a ideia não é simplesmente apresentar esses relatórios. A proposta é uma divulgação mais específica, alinhada ao cronograma e à execução desses projetos. 

CASSI: CASSI: Depois de dois anos, tempo em que a CASSI trabalhou com contingenciamento orçamentário, foi aprovado o orçamento para o ano de 2017. O que se pode esperar na fase pós-contingenciamento?
CC: Com o contingenciamento, decorrente do orçamento que não fechava, praticamente todas as alçadas de despesas foram parar no Conselho Deliberativo. Saindo do contingenciamento, as alçadas retornam à Diretoria Executiva e às Unidades. É importante lembrar que nós temos um orçamento a ser cumprido e precisamos estabelecer prioridades. E uma das prioridades é o investimento na formação e na capacitação dos profissionais da CASSI.

CASSI: Com a aprovação do projeto de sustentabilidade, o senhor acredita que se inaugura um novo tempo? E quais são os seus planos para o futuro da CASSI?
CC: Não tenho a menor dúvida que estamos inaugurando um novo tempo. Eu, particularmente, acho que trabalhar com essa lógica de projeto é a melhor forma de obter resultados consistentes e relevantes. É saber claramente o objetivo a ser atingido, com o recurso definido e disponível e no prazo estabelecido. Ressalto que iniciamos a revisão do planejamento estratégico e aprovamos uma peça orçamentária inicial, que também deverá ser revisada. É um novo tempo e eu diria que estamos diante de uma pauta bastante intensa, complexa, mas propositiva e boa de trabalhar. 

CASSI: Qual mensagem o senhor gostaria de deixar para os nossos associados e também para os colegas da CASSI?
CC: Gostaria de agradecer por todo o trabalho feito até aqui. Continuo contando com o comprometimento dos nossos colaboradores para que a CASSI tenha muito mais do que outros 73 anos. É muito importante o trabalho de cada colega, em cada Unidade, em toda a empresa, para que tenhamos sucesso e para que sejamos sempre bem avaliados pelas quase um milhão de vidas que temos sob nossa responsabilidade. Aos associados, quero agradecer pelo voto de confiança ao aprovar, de forma bastante expressiva, a contribuição extraordinária, reforçando ainda mais nosso compromisso de que não faltarão esforços em resposta a esse voto de confiança, sempre com o propósito de cumprir a missão da CASSI: "Assegurar ações efetivas de atenção à saúde por meio de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação, para uma vida melhor dos participantes".

http://www.cassi.com.br/images/hotsites/jornalonline/entrevista-presidente.htm




21 janeiro, 2017

Cassi: Dirigentes da ANABB pediram esclarecimentos sobre o andamento das principais atividades

Estiveram reunidos na manhã de 18/01, na sede da Cassi, em Brasília, o presidente da Entidade, Carlos Célio; o presidente da ANABB, Reinaldo Fujimoto; e o vice-presidente de Relações Institucionais, João Botelho, que solicitaram esclarecimentos sobre o andamento das principais ações que constam no Memorando de Entendimentos, aprovado pelo corpo social em novembro/2016, e que dará novo fôlego à Caixa de Assistência.

Os dirigentes da ANABB, Fuji e Botelho, que participaram ativamente da mesa negocial juntamente com representantes de outras entidades do funcionalismo do BB, pediram esclarecimentos, no início da reunião, sobre a demora no ressarcimento de R$ 23 milhões do BB, visto que a contribuição de 1% dos associados já iniciou em dezembro/2016.

Sobre esse assunto, Carlos Célio disse que, por se tratar de ressarcimento e não de pagamento, foi feito o levantamento das despesas contempladas no Memorando de Entendimentos, relativas a programas de atenção domiciliar e assistência farmacêutica, coberturas especiais e CliniCASSI, referentes a dezembro/2016. “Ressalto que os R$ 23 milhões relativos a dezembro foram repassados no mesmo dia em que a Cassi apresentou o demonstrativo de gastos”, pontuou o presidente da Cassi que acrescentou ainda, “as despesas são apuradas sempre no início de cada mês, assim as de dezembro foram ressarcidas em janeiro, as de janeiro serão ressarcidas em fevereiro, e assim sucessivamente, até janeiro de 2020, frisando que a contribuição de 1% dos associados finda em dezembro de 2019”.

A estimativa é que os dados sejam enviados ao banco no início de cada mês. Após a entrega das informações, o BB tem até 5 dias úteis para fazer o ressarcimento. Importante destacar que caso seja identificado algum erro nos dados repassados, o arquivo é devolvido pelo Banco para os devidos ajustes.

O presidente da ANABB, Reinaldo Fujimoto, questionou se o recurso repassado vai ser suficiente para equilibrar as contas da Cassi, e se a conta dos R$ 40 milhões mensais fecha. Em resposta Carlos Célio disse que as despesas da Cassi têm sazonalidades, mas que a eficiência do trabalho é que vai determinar o equilíbrio financeiro da Caixa de Assistência.

Neste contexto de eficiência o presidente da Cassi falou de avanços tecnológicos junto aos prestadores de serviços. “Estamos utilizando um sistema operacional moderno que é a “TISS” que significa Troca de Informação de Saúde Suplementar, que nos permite uma maior eficiência operacional e um controle maior junto aos prestadores”, destacou o dirigente.

Em relação à empresa de consultoria especializada que irá realizar diagnósticos dos sistemas de Governança, Gestão e Operações da Cassi, o BB já iniciou o processo de contratação da empresa obedecendo aos tramites necessários em lei.

Carlos Célio disse ainda que informações completas sobre o repasse do BB, bem como sobre as operações estruturantes serão dadas na mesa de negociação com as entidades, com data prevista para o final de fevereiro, ou início de março, na primeira prestação de contas trimestral. Na oportunidade, também poderá ser apresentado um extrato com as principais informações do Convênio (acordo) assinado entre o BB e a Cassi.

Matéria enviada por Isa Musa de Noronha


20 janeiro, 2017

Ouça a entrevista de Cármen Lúcia sobre Teori


Cármen quer homologar delação

O Antagonista soube que Cármen Lúcia quer homologar a delação da Odebrecht o mais rápido possível. Ela comentou com interlocutores que seria uma forma de homenagear Teori Zavascki. Esperamos que sim.

- Ouça a entrevista de Cármen Lúcia sobre Teori


Edson Fachin é o nome

Gilmar Mendes disse que um ministro poderia ser deslocado da Primeira Turma para a Segunda Turma. E que, nesse caso, o ministro que ocupasse a vaga de Teori Zavascki assumiria a Lava Jato. Um nome: Edson Fachin. 


 

18 janeiro, 2017

Paulo Caffarelli e Guido Mântega e uma negociata de R$ 233 milhões



Negociata de R$ 233 milhões que envolveu MANTEGA e 'amigos', volta à tona e atinge Paulo Caffarelli, atual Presidente do BB

Caffarelli foi notícia em 2009 em Rede de Intrigas de Berzoini-PT, por disputa de cargos, e que envolveu 'Marina Mantega' (filha de Guido)
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O Site 'O Antagonista' obteve com exclusividade o contrato de locação firmado firmado por Victor Sandri e Henrique Peters, ligados a Mantega, c/ a BBMafre, subsidiária do Banco do Brasil.
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O negócio foi fechado em 18 de junho 2012 pelo valor de R$ 233 milhões referentes às unidades localizadas dos pavimentos 15 a 28 da Ala A do condomínio WTorre Morumbi - então na planta...


'O Antagonista' - 17/01/17 - 20:40

"Atual presidente do BB, Caffarelli sabia do 'Projeto Alfa' "


O Antagonista obteve com exclusividade trocas de emails entre Henrique Peters, sócio de Victor Sandri, e executivos do Banco do Brasil e da seguradora Mapfre.

Nos emails, Peters combina os detalhes do contrato de locação do imóvel com o grupo BBMapfre e marca reuniões. O negócio milionário, firmado pela dupla ligada a Guido Mantega com a subsidiária do Banco do Brasil, foi batizado de "Projeto Alfa".

Todas as tratativas foram acompanhadas de perto por Paulo Caffarelli (vejam cópia do email para caffarelli@bb.com.br), então vice-presidente de cartões, novos negócios e varejo do BB - área do banco responsável pela BBMapfre.

Caffarelli é ligadíssimo a Guido Mantega, foi seu secretário-executivo no Ministério da Fazenda e hoje é presidente do Banco do Brasil - "caiu para cima" no governo Temer.

'O Antagonista' - 17/01/17 19:58

"Os amigos de Guido e um aluguel muito suspeito"

O Antagonista obteve com exclusividade o contrato de locação firmado por Victor Sandri e Henrique Peters, ligados a Guido Mantega, com a BBMafre, subsidiária do Banco do Brasil.
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Parece que a PF e o MPF terão mais trabalho pela frente. Sim, Guido Mantega ainda está livre.
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O contrato de aluguel foi firmado três anos antes da entrega do edifício e lastreou operações financeiras que asseguraram à dupla recursos suficientes para comprar o imóvel - recursos de terceiros, é claro.
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Especialistas no setor imobiliário disseram a O Antagonista que o metro quadrado negociado (R$ 114) para o empreendimento poderia estar acima do valor de mercado.
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Chamaram atenção também para o prazo de 19 anos, acima do praticado no mercado para "contratos de locação atípica". Estima-se que o custo da obra (R$ 233 milhões) se pague em sete anos. Sandri e Peters teriam "rendimento livre" com o aluguel nos 12 seguintes.
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Esse tipo de operação (built-to-suit) é comum no mercado, mas O Antagonista suspeita dos motivos que levaram à BBMapfre escolher justamente empresários ligados ao então ministro para fazer um negócio milionário.
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Guido Mantega já teve que dar explicações à PF sobre sua relação com Victor Sandri por causa do envolvimento do empresário na Operação Zelotes, que investiga a compra de decisões do Carf, órgão subordinado ao então ministro da Fazenda.
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À PF, o Pós-Italiano disse que manteve "relações comerciais" com Sandri na década de noventa, justamente na área imobiliária.




AQUI NÃO



Agamenon: "CUI De Bêbado Não Tem BONO"



A Polícia Federal reabriu a temporada de caça ao corrupto, animal da fauna brasileira que não corre o menor risco de extinção. Por ordem do IBAMA, durante os meses de verão fica proibida a caça ao corrupto para que eles possam se reproduzir em paz e assim perpetuar a espécie. É o que os biólogos e advogados chamam de “defeso”, e a Glória Maria, no Fantástico, chama emocionada de “o milagre da Natureza”.

Entre dezembro e janeiro, os corruptos podem ficar até mais tarde na cama, sem que os federais venham tocar a campainha às seis da manhã junto com o padeiro, o leiteiro e o personal trainer. Assim, livres dos seus predadores, essas pobres criaturas, quer dizer, essas ricas criaturas, vão continuar a se reproduzir sem susto.

A fêmea do corrupto, a corrupta, gasta uma barbaridade em sapatos Loboutin, roupas de grife e joias caríssimas. Em vez de cruzar com o macho de sua espécie, a corrupta prefere fo@##%&%$@#der com a vida do cidadão comum. 

Ave de rapina, o corrupto brasileiro (Corruptus brasiliensis) foi descoberto pelos naturalistas alemães Max Nunes, Harold Barbosa e Johann Soares. Ave de arribação, o corrupto é um pássaro migratório, pois prefere passar o verão no Hemisfério Norte esquiando e fazendo compras. Os cientistas do FBI ainda estão investigando para saber se o corrupto é uma ave ou um parasita. Na verdade é os dois. O corrupto faz o seu ninho em cofres públicos, empreiteiras e partidos políticos, e prefere colocar os seus ovos em paraísos ficais e cofres da Suíça. Normalmente o corrupto habita o Cerrado de Brasília, onde o clima lhe é mais propício. Contudo, pode viver em qualquer parte do Brasil onde possa dar uma bicada.

O corrupto é um animal muito peculiar: apesar de ser um pássaro, o corrupto prefere voar de jatinho executivo e só “canta” quando está preso na delação premiada.

Agamenon Mendes Pedreira gastou todo o seu Latim para pagar a janta.
 


O Antagonista 

16 janeiro, 2017

Terremoto nos fundos de pensão

 
Gente graúda do governo está convencida de que uma das principais bombas que vão estourar nas próximas semanas virá dos fundos de pensão de estatais, que foram saqueados nos últimos anos.

Prisões à vista

A Polícia Federal está recheada dos novas informações sobre os esquemas que desviaram bilhões de trabalhadores. Serão muitas as prisões anunciadas. É coisa gigantesca.

CORREIO
BRAZILIENSE

13 janeiro, 2017

Fundos de pensão estão longe das melhores práticas de investimento, diz pesquisa

Retornos têm sido inferiores às metas atuariais mostra levantamento 

por

Notas de real - Dado Galdieri / Bloomberg
SÃO PAULO - Independente das aplicações temerárias e fraudulentas que já são investigadas pela Polícia Federal em algumas instituições, os fundos de pensão brasileiros ainda estão longe das melhores práticas de investimento quando comparados aos principais fundos de pensão do exterior. O resultado é que essas deficiências têm levado a retornos inferiores às suas metas atuariais e a déficits consecutivos, o que pode comprometer a sustentabilidade ao longo dos anos.

As conclusões constam de um levantamento feito pela consultoria Roland Berger, que comparou a carteira de investimentos dos quatro principais fundos de pensão do país (Previ, Petros, Funcef e Funcesp) com fundos considerados referência no exterior. A pesquisa levou em conta as características de cada mercado.
— Há grande diferença de performance dos fundos de pensão no Brasil em relação aos principais fundos do exterior. O pior desempenho, registrado por déficits consecutivos, indica que os fundos brasileiros estão longe das melhores práticas de investimento feitas por seus pares - diz António Bernardo, presidente da Roland Berger no Brasil. Ao final de 2015, os quatro principais fundos de pensão do país somavam juntos um déficit de R$ 63 bilhões.
Ele observa que a gestão dos fundos de pensão no Brasil ainda é focada no curto prazo, enquanto no exterior é feita pensando em retornos sustentáveis nos próximos 40/50 anos. Por isso, os fundos do exterior têm em sua carteira uma parcela maior em ações, que tendem a oferecer melhor retorno em prazos mais longos. Além disso, eles aplicam em papéis de setores muito variados e em empresas de diversos países. Por exemplo, o fundo norueguês Government Pension Fund, com US$ 900 bilhões em recursos em portfólio, tem em sua carteira entre 7% e 8% das ações apenas do mercado espanhol.
No Brasil, embora a legislação brasileira permita investir até 10% dos recursos em ativos no exterior, a média dos fundos brasileiros é de 0,1%, o que atrela o retorno ao desempenho da economia brasileira.
Com base nos dados dos fundos brasileiros, a pesquisa a Roland Berger constatou que 71% da carteira corresponde a aplicações em renda fixa e, majoritariamente, em títulos do governo. No exterior, esse percentual é de em média 30%, considerando papéis do governo, mas também de empresas privadas.
— É como colocar todos os ovos na mesma cesta - diz Miguel Costa, gestor de projetos da Roland Berger no Brasil e um dos autores do levantamento.
O investimento dos fundos em renda variável, no Brasil, se concentra em, no máximo, cinco ações, geralmente de pouca liquidez e de setores ligados a decisões governamentais. O estudo mostrou que quanto maior a diversificação em renda variável maior o retorno real obtido ao longo dos anos.
No Brasil, o peso da renda variável na carteira dos fundos era de menos de 20%, em 2014, e o retorno obtido com eles foi de menos de 1% entre 2010 e 2014. Na Austrália, onde o peso da renda variável na carteira dos fundos era de 50%, em 2014, o retorno obtido entre 2010 e 2014 foi de quase 6%, segundo o estudo da Roland Berger.
— Os retornos são reais, deflacionados, para que seja possível comparar os fundos brasileiros com os fundos estrangeiros - explica Miguel Costa.
Outros fundos de países da América Latina, como Colômbia, México e Chile, apresentam alocação de recursos em ações mais alta do que os fundos brasileiros, o que tem garantido retornos mais expressivos, diz Costa.
A conclusão da Roland Berger é que os gestores de fundos de pensão brasileiros terão que redefinir sua estratégia de longo prazo, considerando metas, estrutura de ativos para garantir retornos consistentes e mitigar o risco de se tornarem insustentáveis.
— Não vimos clareza nessa estratégia de longo prazo. Também é necessário melhorar a governança. Isso tem ocorrido nos últimos meses, mas é preciso que haja um controle interno mais rigoroso - observa Bernardo.
Procurada, a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) informou que os fundos brasileiros agem com prudência ao gerir recursos de terceiros.
— A tranquilidade do retorno dos investimentos em títulos públicos faz com não se queira arriscar demais. Isso faz parte da prudência ao gerir ativos de terceiros. E esses outros investimentos, como fundos imobiliários, ações e outros, não estavam performando bem nos últimos anos — disse Luís Ricardo Martins, presidente da Abrapp.

11 janeiro, 2017

PREVI - ÍNDICE DE REAJUSTE DA COMPLEMENTAÇÃO



Mensagem para Gueitiro Matsuo Genso


Senhor Presidente,

Em face da falta dessa informação até esta data, pedimos que nos informe em 24 horas  o índice de reajuste a ser adotado neste mês, conforme disposto no regulamento (Artigos 27 e  63)  .

Esses números já deveriam ter sido divulgados , uma vez ser tradição da nossa Previ a apresentação  desse número na primeira semana do mês.

Gostaríamos de saber se será o INPC ou o mesmo índice usado para a correção aplicada para os salários da diretoria.

Atenciosamente,

Fernando Arthur Tollendal Pacheco 3.214.820-4

Manoel Leite Magalhães - 6.689.300-3

Valéria Batista Corrêa - 9.440.676-6

Vera Maria Neves - 9.472.645-0


10 janeiro, 2017

CASSI - depósitos do BB (iniciativa de Fernando Tollendal)

Ao Senhor Fabiano Felix

Presidente do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil



Vimos solicitar a disponibilização do comprovante do depósito de R$ 23.000.000,00 a ser feito pelo Banco em razão  do acordo celebrado para  cobrir parte do déficit operacional, valor que deveria ter sido depositado em dezembro de 2016. Esperaremos o envio do documento no prazo máximo de 48 horas após o recebimento desta mensagem.

Nosso interesse se origina em informações que nos teriam chegado de fonte confiável e de outras que transitam pela Internet, de que o Banco até a presente data não estaria cumprindo o compromisso assumido.

Assim, sejam as denúncias confirmadas, o que muito nos preocupa, o acordo firmado estará em resilição.

A divulgação mensal dos depósitos comprovará a honradez do Banco e da administração da Cassi.



Atenciosamente,



Fernando Arthur Tollendal Pacheco – 3.214.820-4

Valéria Batista Corrêa – 9.440.676-6

Vera Maria Neves – 9.472.645-0





Cópias para: Presidência da Cassi

                     Diretoria Executiva

05 janeiro, 2017

Nova seção de entretenimento, 'Multitela' estreia na 'Ilustrada'

DE SÃO PAULO


A Folha estreia hoje uma seção diária com dicas do melhor da TV e de serviços de vídeo sob demanda, como Netflix, Amazon e HBO Go, além de canais da internet, caso do YouTube ou Vimeo. 

A intenção é oferecer ao leitor sugestões de um entretenimento que não está mais restrito à televisão paga ou aberta. 

Apesar de não divulgarem números de assinatura, as plataformas de streaming estão cada vez mais presentes na vida do brasileiro. 

Uma pesquisa divulgada no fim de 2016 (publicada pela "Ilustrada" em 20/12) revelou que dobrou a proporção dos internautas brasileiros que assinam serviços de entretenimento via smartphone.
De 19% –de internautas que possuíam alguma assinatura de aplicativos pagos de vídeo ou música em abril–, o número saltou para 40% em novembro. 

Dentro desse total, 59% possuem a Netflix em seus smartphones.
Além da crescente preferência por serviços on demand, isso mostra ainda que o aparelho de televisão continua perdendo força como suporte de entretenimento visual. 

Daí o nome da nova seção: "Multitela". O espaço reservado é acima dos quadrinhos (leia as primeiras dicas na pág. C5 de hoje). 

Com a mudança, deixa de ser publicada a tira "Olga, a Sexóloga", da quadrinista Thaïs Gualberto. 

A seção diária "Filme na TV", do crítico de cinema Inácio Araujo, também foi interrompida. 

O jornalista continua colaborando com a Folha, assinando críticas de filmes em cartaz nos cinemas. 

FOLHA