24 fevereiro, 2015

Senador negou ter qualquer relação com delator

O senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB-AL) negou ter recebido propina e ter mantido "relacionamento pessoal ou político" com o doleiro Alberto Youssef em pronunciamento no Senado em maio de 2014. 

Na ocasião, após a imprensa divulgar investigações que indicavam a entrega de R$ 50 mil de Youssef para Collor, o senador disse que era vítima de uma campanha difamatória da mídia, que não se conformava em vê-lo inocentado das acusações que levaram a seu impeachment em 1992. 

Procurada na tarde desta segunda-feira (23), a assessoria de Collor afirmou que o ex-presidente "estava em deslocamento para Brasília impossibilitado de atender a ligações telefônicas". 

O empresário Pedro Paulo Leoni Ramos afirmou que desconhece o depoimento de Youssef e "nega qualquer envolvimento em esquema na BR Distribuidora". 

A BR Distribuidora informou que "não assinou qualquer contrato em 2012 de embandeiramento de postos em São Paulo no valor indicado" no depoimento de Youssef e que ainda não recebeu pedido de informação das autoridades. A empresa afirmou que está à disposição para colaborar nas investigações.




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