08 abril, 2017

Previ - dúvidas



Em 7 de abril de 2017 18:37, João O.S.Pereira <joao.octaviano@gmail.com> escreveu:

Prezado Tollendal, boa tarde!

Em se tratando da Vale, o que a Previ quis dizer com "É interessante mencionar que a gestão ativa destes investimentos, impulsionada por um período de forte crescimento econômico, gerou sucessivos superávits de 2005 até 2012"? Esses investimentos não se referem aos que pelo Acordo de Acionistas então prestes a se vencer nunca puderam ser negociados?  Conquanto ela tenha dito "nada impede a venda das detidas pela PREVI (seja direta ou indiretamente) em negociações privadas (direta entre as partes).", tais vendas não ocorreram, pois logo adiante ela afirma "que não houve propostas de alienação que maximizassem o valor de nossa participação ou gerassem o retorno desejável,".

Teria querido dizer que não foi o "período de forte crescimento econômico" o motivo principal dos "sucessivos superávits de 2005 até 2012", mas apenas impulsionou a tal "gestão ativa"?

Vou arriscar um papel de "advogado do diabo" procurando um álibi: "não é possível a negociação dessas ações em bolsa ou no mercado de balcão", mas como "nada impede a venda das detidas pela PREVI (seja direta ou indiretamente) em negociações privadas (direta entre as partes).", teve que ficar sempre atenta para detectar uma possível oportunidade dessa tal negociação direta entre as partes!Afora essas dúvidas, acho que agora o mais importante é saber, quanto à afirmação "mais da metade da participação da Litel estará desvinculada do Acordo, portanto livres para negociação, após o final do prazo de lock up, estimado para fevereiro de 2018",  qual o tamanho da outra "metade menor", se ela vai continuar bloqueada para negociação, e se poderia com a ""metade maior" ficar livre, tendo em vista que o nosso Plano 1 está em extinção.




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