16 maio, 2016

O DESESPERO DO MARCEL E DA CHAPA 3, APOSTA NAS MENTIRAS PARA CONFUNDIR OS ELEITORES

“Quem esconde o ódio tem lábios falsos, e quem espalha calúnia é insensato.” Provérbios 10:18.

 “O desespero deles: Eu vou implantar o Teto e acabar com as aposentadorias milionárias; vou acabar com os bônus abutre; vou rever os valores das aposentadorias acima do Teto e denunciar ao Ministério Público e órgãos de controle; e vou acabar com a Lei da Mordaça – ninguém vai me calar.”

 
Durante a trajetória desta nossa campanha eleitoral teria sido de muito bom tom que todos tivessem conservado a urbanidade e, principalmente, a seriedade do saudável debate de ideias.

 Assim venho caminhando, porém, sendo alvejado por falsas acusações e afirmações levianas, as quais colocam em xeque meu nome e biografia, sou forçado a responder, contrariado, não porque o mereçam os acusadores irresponsáveis, mas pelo desejo de não deixar à deriva e ao sabor da confusão o pensamento e as convicções dos colegas eleitores.

 “Desde 1998 A Diretoria de Seguridade só esteve na mão dos Petistas: Henrique Pizzolato, Fernando Amaral, José Ricardo Sasseron e Marcel Barros – vou exigir AUDITORIA de tudo.”
 Pois bem, serei claro e direto, e ao ponto central é que vamos. Veiculou, principalmente neste último fim de semana, mensagem eletrônica endereçada aos colegas do BB, atribuindo-me condenações judiciais inexistentes.

 Falou-se sem nenhuma responsabilidade sobre o processo de nº01816-200900110009, propagando a falsa informação a respeito de seus agentes processuais e seu resultado. Trata-se, referida ação, de reclamação trabalhista proposta contra a ANABB, onde o pedido fundava-se em equiparação de tempo de serviço de estagiário, com suposto desvio de função, assédio moral e sexual. Desmentida pela própria testemunha da parte autora quanto às duas últimas acusações (veja-se!), como resultado deu-se a improcedência dos dois últimos pedidos, com condenação em custas processuais e verba honorária, de cujo pagamento se safou a autora por terem-lhe sido concedidos os benefícios da Assistência Judiciária. Pasmem! A autora declarou-se “pobre, na acepção jurídica do termo”, e é advogada atuante.

 Um segundo processo nº 00012212020105100016 deve, necessariamente, ser mencionado. Trata-se de ação trabalhista proposta contra a ANABB, versando sobre danos morais pela não contratação após processo de seleção. Como resultado dera-se a condenação de R$ 5.000,00 (à época). Ainda sob minha gestão o processo, recorremos à segunda instância. Sob a administração dos apoiadores do PT, a ANABB deixou de recorrer à terceira instância, de forma proposital a fim de tentar denegrir minha imagem e sempre no interesse de fazer-me calar diante daquilo que tenho conhecimento e combato com todas as minhas forças.

 Num terceiro evento, inicialmente em processo cível que versou sobre ajuda de custo a mim concedida para retorno à cidade de origem em virtude de final de mandato (conforme convênio de cessão de funcionários), tendo, até o momento, três acórdãos judiciais em meu favor, na Justiça Cível. Mesmo sendo-me favorável, suscitei conflito de competência, o feito foi remetido à Vara do Trabalho do DF, com julgamento agendado para 01 de junho de 2016.

 Por último, como se já não nos bastassem três mentiras a tumultuar a formação de convicção do colega eleitor, falemos do processo criminal por suposta agressão, denunciado por ex-diretora da ANABB contra minha pessoa, o qual culminou em arquivamento, a pedido do Ministério Público, por falta de provas. A “autora” se recusou a fazer exame de corpo de delito, e, pela degravação da reunião, solicitada pelo MP, restou esvaziada a denúncia. Tudo provado como uma grande farsa, propositadamente montada para me fazer calar em assuntos que envolvem a PREVI.


 “Não espalharás noticias falsas, nem darás a mão ao ímpio para seres testemunhas de injustiça... “ Êxodo 23.

 “Nenhuma ação trabalhista, de assédios ou coisa que o valha, existe com o meu nome e CPF. O que dirá condenação.”

 O que não foi dito e nem explorado em nenhum momento foi o mandato por mim exercido na PREVI, no período 2008 a 2012. E porque nada foi citado sobre este mandato?

 Nada foi citado, pois, nesse período, repousam as verdadeiras origens e causas dos injustos ataques e perseguições. Naquele período resisti e lutei contra aqueles que aparelhavam e tomaram de assalto o nosso fundo de pensão como se pertencesse a um partido político ou a um governo e tentaram inúmeras manobras contra os interesses dos participantes da Previ, manobras contras as quais lutei, votando sempre contra e informando os participantes e os órgãos reguladores do ocorrido.

 Cobrei os representantes do partido do governo o que prometeram e nunca cumpriram: a obediência ao Teto de Contribuição (aposentadorias milionárias), fim do voto de minerva, redução da escandalosa alçada da diretoria executiva que hoje se aproxima de 1,6 bilhões de reais, devolução da Diretoria de Participação aos eleitos, e tudo o mais que se esconde naquela caixa preta na qual transformaram a Previ.

 “Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que ele detesta: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos.” Provérbios 6:16-19.
 “No período de 2008 a 2012, fui uma pedra no sapato dos petistas, do Banco e do Governo. Não me calei, denunciei à PREVIC os acertos entre governo, banco e petistas. Na diretoria, vou me aliar à Cecilia Garcez e Décio Bottechia para exigir TRANSPARÊNCIA e acabar com a LEI DA MORDAÇA.”


 Em 4 anos, inúmeros interesses outros, que não os dos participantes, verdadeiros donos da Previ, foram defendidos. Exemplo: a criação da norma CGPC 26, que permitiu à Patrocinadora se apoderar de 50% do superávit; o não ressarcimento da ordem de R$ 3,5 bilhões derivados de ações trabalhistas de responsabilidade do Banco; o golpe das aposentadorias milionárias dos dirigentes do Banco do Brasil e diretores da Previ também sem o aporte de recursos suficientes para a constituição de reserva matemática; o pagamento de Bônus abutre, entre outras maldades e desonestidades sempre em desfavor dos participantes.

 “No Conselho Deliberativo, Graça Machado e Humberto Fernandes vão se juntar ao Antônio Carvalho. Depois disto, o Banco e o Governo só vão conseguir decidir contra os associados se usarem o voto de minerva – chega de voto combinado entre Banco, Governo e a Turma do Marcel.”


 Aí está a mais clara das verdades. Informação, verdade e não falácias!

 PORQUE ELES TEMEM TANTO UMA PESSOA INDEPENDENTE? O QUE ELES QUEREM ESCONDER? O QUE NÃO SE DEVE DESCOBRIR? SE DEPENDER DE MIM, EU ABRIREI AQUELA CAIXA PRETA.

 Fico humana e seriamente tentado a agradecer aos acusadores pela oportunidade de informar a verdade aos colegas eleitores, pois, tranquilo e com a verdade em punho, historiei minha campanha até então falando do que é necessário e bom falar, com o desejo de não me desviar da diretiva discussão de propostas para o futuro da nossa PREVI.

 Não nego, do mesmo lado, ter sido de utilidade o que se queria pintar de escândalo.

 A informação, tal qual prestei aqui, só não se deveria ter trazido à baila na ardilosa intenção de distorcer a verdade. Feio. Muito feio. Desonesto!

 Agradecido a quem atirou no que viu (mentira) e acertou no que não viu (oportunidade que me foi dada de trazer ao colega a “verdadeira verdade” a meu respeito) e, sem qualquer receio de prestar toda informação que deseje o eleitor, ouso provocar os mentirosos (que por suas atitudes, no tempo hábil, responderão por seu ato): “senhores, mais alguma pergunta?”

 “Eu peço, me dêem a chave, vamos abrir juntos a Caixa Preta da Seguridade.”

 WILLIAM BENTO

Candidato a Diretor de Seguridade da Chapa 2 - Previ Plural e Independente


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