30 maio, 2014

Sede da PREVI: menos PT


Depois que a FUNCEF derrotou a CONTRA/CUT nas Eleições 2014, o mínimo que se podia esperar dos funcionários do Banco do Brasil, era que nós também fizéssemos o mesmo em relação à PREVI. Fosse a chapa que fosse: a 1, 2 ou 3, não podíamos pecar mais elegendo a chapa 4.

Bingo! A Situação perdeu de lavada, lavando assim, a alma de tantos associados que se rebelaram contra o jugo cruel desta casta de malfeitores que se locupletaram por mais de uma década tramando as mais frias armadilhas contra o nosso Fundo de Pensão.

Não me sinto vingada, mas justiçada. Estou muitíssimo orgulhosa do nível de conscientização dos meus colegas e isso eu quero esfregar na cara de José Ricardo Sasseron e de Célia Laríchia, e de outros que nem vale à pena citar. Este feito me dá uma tremenda satisfação poder  gritar para Sasseron e sua "Articulação” : “Sasseron, nós vencemos você !!! Saia das nossas vidas seu demônio!!!"

“Todo processo de mudança é longo, mas tudo começa com um pequeno passo. Assim, mudar a nossa PREVI não se faz em uma eleição, mas que tal começar já essa mudança?” Estas foram as palavras de uma das  apoiadoras da Chapa 1: Isa Musa de Noronha, e não é que ela tem razão!

Daqui a 2 anos tem mais eleição, é quando nós vamos expulsar o resto da trupe do mal. Infelizmente, já li a notícia de que Dan Conrado será renomeado presidente na PREVI mas, isso também será reparado quando Dilma Rousseff perder as próximas eleições.

Agora deixo você com a matéria da Veja que eu considero a notícia mais esperada do ano por todos os funcionários do Banco do Brasil, ativos e aposentados:


Assim como ocorreu na Funcef, o PT sofreu uma derrota expressiva nas eleições de ontem para o conselho deliberativo da Previ.

O PT, que disputava a eleição concentrado na chapa 4, perdeu uma eleição na Previ pela primeira vez em quatorze anos. Teve 22% dos votos.

Ficou atrás da chapa 3, ligada a Valmir Camilo, ex-presidente da associação nacional de funcionários do Banco do Brasil. que conseguiu a preferência de 31% dos eleitores. Camilo sempre foi opositor da turma de Luiz Gushiken, que entrou em 2000 e reinou até ontem.

Numa palavra, como ressalta quem entende a alma dos grandes fundo de pensão estatais, os funcionários de estatais rejeitaram as chapas do PT.
Por Lauro Jardim

Fonte: Veja

8 comentários:

  1. Manoel Duarte DE Sousa disse em 30 de maio de 2014 12:03

    Colega Leopoldina, aquele abraço. Quero dar os meus sinceros parabéns pela extraordinária vitória que os subjugados da Previ obtiveram nessas eleições jogando para escanteio aqueles que nos subjugaram por algum tempo. Agora precisamos vencer o BB ( o principal gigolô da Previ) e espero essa vitória antes de partir para o outro mundo, mesmo assim, se não saborear a vitória antes, de lá ajudarei aos meus colegas. Fiz uma análise das eleições e cheguei a conclusão que, realmente, a derrota da chapa branca foi expressiva. Por aí tira-se a conclusão do quanto estávamos injustiçados e sentíamos traídos.

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  2. Não sei de onde Lauro Jardim concluiu que a chapa 3 era ligada ao sr. Valmir Camilo.

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    1. Ué... porque vc não pergunta ali no posto Ipiranga ?

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    2. Veja a matéria do Estadão, publicada logo abaixo pelo colega ALCIDES MAURiCIO:
      "A chapa vencedora da eleição realizada na Previ é liderada pelo grupo formado pela ex-diretora Cecília Garcez e pelo ex-presidente da Associação Nacional de Aposentados do Banco do Brasil (Anabb) Walmir Camilo" Afinal o Walmir Camilo está ou não nessa ?????

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  3. Não queremos esse nome Valmir Camilo vinculado com a chapa 3. Que ele saiba disso!

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    1. Tô morrendo de medo. Manda ele processar a Revista Veja!

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  4. Mônica Ciarelli - O Estado de S.Paulo
    RIO - O governo sofreu esta semana a segunda derrota significativa em um fundo de pensão desde que o PT chegou à Presidência da República, em 2002. Por cerca de 9 mil votos, a chapa apoiada pelo Palácio do Planalto perdeu a eleição na Fundação dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), maior fundo de pensão do País, com um patrimônio de R$ 170 bilhões.

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    Na semana passada, uma chapa formada por auditores da Caixa Econômica Federal já havia vencido a disputa para representantes eleitos do fundo de pensão dos funcionários do banco, a Funcef, o terceiro maior do Brasil. O grupo levou a melhor frente a representantes mais tradicionais no cenário político dos fundos de pensão.

    Para um ex-executivo da Previ, o resultado dessas eleições mostra uma insatisfação com o posicionamento dos sindicatos nos últimos anos, que teriam dado prioridade a temas de interesse do governo. "Houve uma grande rejeição aos sindicatos, especialmente nos votos dos aposentados", disse.

    CUT. A chapa apoiada pelo governo na Previ tinha como base nomes ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). Assim como na Funcef, a diretoria da Previ também tem metade dos diretores eleitos e a outra metade indicada pela instituição patrocinadora. A presidência e diretorias ligadas a investimentos e participações societárias são sempre escolhidas pela patrocinadora. Apesar disso, o resultado das últimas eleições tende a mexer um pouco no pêndulo do poder, deixando espaço para uma oposição mais presente dentro da direção do órgão.

    A chapa vencedora da eleição realizada na Previ é liderada pelo grupo formado pela ex-diretora Cecília Garcez e pelo ex-presidente da Associação Nacional de Aposentados do Banco do Brasil (Anabb) Walmir Camilo.

    Quem acompanhou os desdobramentos das eleições na Funcef e na Previ ressalta que as razões de insatisfação nas duas fundações são diferentes. Na primeira, as principais críticas são direcionadas à atual estratégia de investimento do patrimônio do fundo (R$ 53 bilhões ), com o uso das reservas em investimentos apontados pelos participantes como menos rentáveis e mais voltados aos interesses do governo.

    Já na Previ, o grande foco de insatisfação dos participantes gira em torno da suspensão do pagamento do Benefício Especial Temporário (BET) e da retomada da cobrança das contribuições mensais. Criado em 2010, o Benefício Especial Temporário (BET) era previsto para terminar no final de 2014, mas seu fim foi antecipado no final do ano passado. O valor extra correspondia a 20% do benefício recebido por aposentados e pensionistas admitidos até 1997.

    A insatisfação levou a chapa liderada por Cecília e Camilo a adotar a volta do BET como principal plataforma eleitoral.


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  5. Por que ´não assumem logo o Camilo ? Tentam negar mas a ligação dele com a chapa da Sra. Cecília na Previ e a chapa Renovação na Cassi (derrotada) fica explicita nas suas manifestações.
    Se não fosse a força do sr. Valmir Camilo, será que venceriam ?

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