22 maio, 2014

Cumprindo decisão judicial

Caros colegas,


Em cumprimento a uma liminar judicial proferida pela M.M. Juíza da 10 ª Vara Civil da Comarca de Curitiba-PR, no processo de no. 0013520-18.2014.8.16.0001, ingressado pelo representante da AAPPREVI, requerendo minha condenação em Danos Morais, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), venho demonstrar que pelo fato de ter comunicado neste espaço, teor de e-mail enviado pelo próprio representante da AAPPREVI, para vários grupos Yahoo, blogs que compõem o ambiente virtual dos aposentados e associados da PREVI, nosso fundo de pensão, demonstrado abaixo, cuja matéria motivou opiniões diversas e recebimentos de outros inúmeros e-mails, dentre os quais colegas da mesma categoria de aposentados, indignados com as informações que não condiziam com a realidade dos fatos, tendo inclusive um deles ter expressado publicamente de “... me comprometo a não me imiscuir em suas picaretagens...”. Tendo sido o que determinou a situação caracterizadora do dano moral à AAPPREVI, conforme alegado. Percebam que o termo “picaretagem” não foi de minha autoria e sim do nobre colega Arthur Tolendall Pacheco. Por que o colega Tolendall não foi acionado na justiça? Simples: O representante da AAPPREVI utiliza a justiça para tentar barganhar um possível acordo com as duas ações, uma cível e outra criminal, que movo contra ele.

Como não poderia ser diferente, diante dos meus leitores e assinantes, retiro, a partir deste momento, o post “SUCUMBÊNCIA NA AAPPREVI: má condução ou picaretagem?”, em respeito à justiça, contudo, também me obrigo a enfrentar a situação esclarecendo a mesma justiça, o outro lado dos fatos, do qual fui vítima de ataques pessoais e grosseiros feitos pelo represente dessa entidade. Demonstrarei e provarei a mesma justiça que ora me condena de que ninguém é dado se valer da própria torpeza e utilizar a Justiça como moeda de troca.

Por derradeiro, já cumprido o objeto do presente processo, ou seja, realizada a retirada do vídeo e a retratação, e vislumbrando que não houve ainda a ocorrência caracterizadora de dano moral, demonstrada em minha defesa, que seja posto fim a presente demanda que não acrescenta nada, nem como cidadãos, nem muito menos no campo da consciência política, utilizando a máquina judiciária para alimentar divergências menores, no campo pessoal, quando na verdade o importante são as disposições de avanço político que nossa categoria  de aposentados necessita, e que de forma voluntária, como também sou jornalista, evidencio em matérias com o intuito de trazer benefícios a todos nós.


Troca de e-mails que originaram a postagem ora retirada:

Fernando Arthur Tollendal Pacheco - tollendal@abordo.com.br
Para:Milton Bertoco
Cc: Leopoldina Corrêa
Re: [bbfuncionarios] CAPEC: Pedido de exclusão    22 de fevereiro de 2014 19:47

Prezado Amigo,

As supostas explicações desse senhor parecem-me desenvolvidas em torno de várias incorreções e muitas interpretações distorcidas. Ao divulgá-las em nosso grupo sem o correspondente esclarecimento, estaremos apenas contribuindo, segundo creio, para o ajudar essa pessoa a ampliar cada vez mais a arrecadação financeira da associação que organizou entre colegas, fazendo-lhes em proveito proprio promessas que, no meu entender dificilmente poderão ser cumpridas.

Desculpe-me este comentário, porém eu não me sentiria bem sabendo que uma pessoa séria como você está abonando com o seu nome, em nossa lista, uma iniciativa que considero prejudicial. Lembro que ele não foi aceito no nosso grupo, o qual com a sua iniciativa acaba sendo usado para fins reprováveis.

Desejo-lhe um bom fim de semana,

Tollendal

 
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Prezado Colega Tollendal.

Custo a crer que o comentário abaixo seja de sua autoria, como declarado por quem dele me deu conhecimento. Por isso, encareço confirmar se responde pelo que ali está escrito e, em caso afirmativo, explicar as razões que o levaram a fazer tal juízo de valor acerca da minha pessoa.

Para tanto, valho-me da suposição de que sempre mantivemos bom relacionamento, sem que, de parte a parte, posturas comportamentais motivassem maldosas críticas. Esse detalhe, além de indicar respeito mútuo, também registra firmeza de caráter exigida de pessoas que não são dadas a imputar acusações através de terceiros, às escondidas, com isso negando direito de defesa ao atingido.

Também, se suas as declarações imputadas, ao que me consta nunca pedi para fazer parte de nada que o nobre colega possa chamar de "nosso grupo".

Transcrevo a seguir a questionada mensagem como me chegou.

Atenciosamente,

Marcos Cordeiro de Andrade


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Aqui está a citada postagem onde consta o termo picaretagem. Novamente, tornada pública, eis que amplamente divulgada em grupos yahoo:

Fernando Arthur Tollendal Pacheco
tollendal@abordo.com.br
Para: Presidência - AAPPREVI
Cc: Grupo - Funcionários-BB
Pedido de esclarecimentos              27 de fevereiro de 2014 13:11

Senhor Marcos,

Não me considero reformador do Mundo, porém peço que pondere um fato que me parece indiscutível: não costumo referi-me a suas atividades nessa associação que organizou, no meu modo de entender as coisas - e muito espertamente - para enganar a nossos ingênuos colegas e deles tirar proveito pessoal.

Proponho-lhe então que continuemos como até agora: nem V. Sa. se dirige a mim, nem eu o incomodo em nada. Vá em frente, procure iludir os colegas como lhe parecer melhor, ficarei quieto no meu canto; se são tolos, é problema só deles, não tenho nada a ver com isso.

Então, não me peça esclarecimentos, não me aborreça, que eu de minha parte também me comprometo a não me imiscuir em suas picaretagens. Não se meta comigo e eu ficarei igualmente quieto do meu lado. Creio que seria melhor para nós ambos.

Ficarei feliz se não voltar a dirigir-se a mim: sinceramente, pessoas como você não me agradam, prefiro não ter convívio com gente assim, acho que é melhor dessa forma, cuide da sua vida que eu cuidarei da minha, certo?

Deixe-me em paz, só isso!

Tollendal

8 comentários:

  1. Mestre Tollendal tem razão. E o picareta está usando o dinheiro dos " iludidos" para mover ação por uma pessoa que trabalha a nosso favor.

    Desculpe colega Leopoldina Corrêa, fico muito triste, mas tenho que reconhecer que no nosso meio existe muita gente desta espécie. Você vai reverter tudo isso, você vai ver. Desejo-lhe sorte para se livrar desse karma.

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  2. Ô mundo cão. Um infeliz tentando se dá bem as custa do trabalho de uma colega que só quer o nosso bem.
    Vai trabalhar malandrão. Deixar de querer se dá bem emcima dos coitados do aposentados.
    Vai pagar seu próprio aluguel...

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  3. Leo não desista! Você é guerreira. Dê a lição que este infeliz está precisando. Tô com você!

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  4. Não foi ele, Marcos Cordeiro, que fundou, ou pelo menos foi um dos mentores do pretensioso MSU, que se arvora como salvador da pátria, responsável pelo racha da oposição? O MSU não fala mais dele por quê? E o colega Chirivino, faz tempo que não aparece.

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  5. Os dois no mesmo espaço? É simples: a concorrêcia é acirrada e os espaço é pequeno. Um é picareta, o outro maluco...

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    1. Pois é Leopoldina, talvez ele não soubesse que você e o Tollendal são amigos. Vamos ver se ele tem coragem de processar o mestre Tollendal... fica tranquila com estes seu esclarecimentos todos nós estamos nos sentido VINGADOS. O que este ser maldito já aprontou com a gente... é brincadeira! Ele vai pagar tudo isso na profundeza dos infernos... a usura que ele pratica com através daquela associação de fundo de quintal que é DELE e não dos associados ainda vai levar ele para a cadeia. Depois dessas declarações do nosso querido Tollendal só quem mesmo tolo para continuar lá.

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  6. Este Marcos Cordeiro é muito ruim de pontaria mesmo, como é que o cara atira no próprio pé? KKKKKKKKK.

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  7. Roberto Abdian disse:

    Sobre este Cordeiro, pelo que você demonstra e os que acompanham seu blog sabem, acredito que a Justiça deverá reformar as sentenças.

    Desejo-lhe boa sorte e que continue com essa mesma garra sempre. Você e seus meios de comunicação constituem hoje uma indispensável força de representação da nossa categoria.

    abraço,

    Roberto Abdian

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