18 março, 2017

Como evitar comer carne estragada? Confira dicas

Estamos pagando imposto para sermos envenenados. Já perdi completamente a capacidade de me surpreender com essa gangue que está com o poder do nosso país. Por eles, os políticos, o país pode afundar cada vez mais, eles não estão nem aí.

Penso até que se eles pudessem envenenar também o ar que respiramos, eles nos matariam, mas quem iria pagar seus salários nababesco? Ou de onde iriam tirar dinheiro para bancar suas orgias.

Por outro lado isso é muito bom, pois eles não sabem e não podem controlar nem a própria respiração, então, não seria o ar que respiramos que estaria à mercê deles. Pelo menos isso, temos a nosso favor.

Quando os políticos, bandidos corruptores, continuam soltos e apenas os bandidos corruptos estão atrás das grades, o que se pode esperar?

Eles, os políticos, inventam todo tipo de artimanha para permanecer no poder sem o menor merecimento.

Nossa defesa contra eles vem da Polícia Federal, mais precisamente da Lava Jato da qual se pelam de medo e não medem esforços para tentar ACABAR com ela. O maior exemplo de DETONAR a Lava Jato é descaracterização das 10 Medidas Contra a Corrupção.

Leopoldina Corrêa



Nesta sexta-feira (17), a Polícia Federal deflagrou uma operação no mercado de carne. A acusação é de que fiscais do Ministério da Agricultura facilitavam a produção de produtos adulterados, emitindo certificados sanitários sem fiscalização. 

Cerca de 30 empresas estão na mira da investigação. Há a acusação de que carne estragada foi comercializada em supermercados e que salsichas teriam sido adulteradas. 

Confira, abaixo, dicas para não comer carne estragada em tempos de carne fraca.

NA GÔNDOLA

Felipe Gabriel/Folhapress
Gôndola em açougue

Prefira produtos novos, ou seja, com datas mais próximas da produção do que do término do prazo de validade. "O tempo trabalha contra a conservação de todo alimento, mesmo dentro do período marcado na etiqueta", diz o chef István Wessel, especialista em carnes.
VALIDADE

Roberto Seba/Folhapress

O período de 60 dias de validade, muitas vezes usado por frigoríficos, só é adequado se a carne for mantida na temperatura ideal durante todo o tempo. "Quem garante isso? No supermercado, por exemplo, podem haver muitos acidentes de percurso, como quando o cliente desiste da carne na boca do caixa e ela permanece lá por horas", diz Wessel.

USE O NARIZ
Vinicius Pereira/Folhapress

"Todo produto quando começa a se decompor, ou quando recebeu um tratamento químico, dá sinais para o nariz. A carne em condições normais não tem cheiro de nada", diz Wessel. Ele ressalta que quando a peça é embalada à vácuo, o pacote tem um cheiro que deve desaparecer em dois ou três minutos. Caso contrário, há algo errado. Não se guie apenas pela cor, que pode ter alteração por diversos fatores. 

SEM CONSTRANGIMENTO

Daniel do Prado/Leitor

Ao fazer compras no açougue em que a peça não costuma estar embalada à vácuo, peça para cheirar a carne antes de levar para casa. "Não deve haver constrangimento algum nisso", diz Wessel.

CONSERVAÇÃO EM CASA

Thinkstock
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O especialista recomenda que a carne não passe mais de dois dias na geladeira de casa. "A temperatura do eletrodoméstico é de 7°C, 8°C, quando o ideal é até 4°C." E, no freezer, não deixe que armazenamento passe de 30 dias. "O que temos em casa não é um congelador, que trabalha rápido, mas um conservador, que mantém o produto congelado. É diferente do industrial, onde a carne pode ser mantida por 90 dias", explica Wessel. 

VENCIDA X CONTAMINADA

Johannes Eisele - 22.jul.2014/AFP

Diferentemente de alguns países que indicam o prazo de "consumo ideal", o Brasil usa dados de validade. No caso da carne, em que há risco pra saúde, é o ideal. "Uma carne vencida não necessariamente faz mal a saúde. Mas, na dúvida, é melhor respeitar a data", diz a bioquímica de alimentos Ellen Lopes. 

De outro lado, há a contaminação, fato que depende totalmente da procedência do produto: das práticas no campo, do abate, do corte, da estocagem, da distribuição e da manutenção da temperatura. "Os regulamentos devem ser cumpridos. Há patógenos que não alteram a carne, mas podem causar diarreia, vômito e, em alguns casos, até levar a óbito", diz Lopes. Por isso a importância de comprar em um local de confiança.


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