10 março, 2016

Desembrulhando o presente



Caros colegas Associados da CASSI,

De longe, esta é uma declaração que eu não gostaria de fazer. Mas, por uma questão de fidelidade,  é minha obrigação,  alertar meus iguais sobre um candidato  que por deliberação própria, ficou um ano inadimplente com a CASSI.

É inconcebível que quem não consegue administrar nem a sua própria situação financeira tenha a petulância de se lançar candidato a um cargo de tamanha responsabilidade numa entidade do porte da CASSI.

É, no mínimo temerário, que um associado que teve sua  inadimplência com a CASSI bancada pelos demais associados se lance como defensor dessa mesma entidade.

Esse candidato, meus colegas, é um daqueles que à custa de conluios e conchavos tem cadeira cativa nas nossas Caixas e associações sem NADA fazer por nós. Ele inclusive acha que somos todos parte de sua plateia de um circo para o qual criou até um jargão histriônico personalizado até para falar de assuntos tão sérios como a sustentabilidade da CASSI.

Pasmem, esse candidato falastrão, de sorriso muito fácil é o candidato a Diretor de Saúde da CASSI pela  Chapa 1, que além da sigla partidária petista que ostenta,  já é figura carimbada nos quadros das nossas Caixas e associações.

Além do mais, a situação da CASSI é muito delicada para ser administrada por candidato com esse perfil. A situação da  ANABB, como se verá em breve, é similar a da CASSI e esse candidato já esteve na ANABB em gestão anterior,  assim como na PREVI, de onde saiu para dar lugar à Cecília Garcez, com o aval do seu  próprio partido, sem qualquer destaque em sua gestão. Hoje, eleito   para a gestão 2016/2020, continua na ANABB e, com certeza, findará seu mandato sem dizer a que veio.

Gostaria de lembrar aos meus iguais, que as  chapas 1 e 2 tem o respaldo do governo petista para manter suas garras nas nossa entidades casa, previ e associações , a exemplo do ocorrido em dezembro/2015, quando um Conselheiro Deliberativo ELEITO por nós para PREVI, favoreceu a distribuição milionária de bônus (remuneração variável) aos diretores da PREVI,  em acordo para que o BB se esquivasse de usar o VOTO DE MINERVA, coisa que o BB tenta evitar sob todas as forma em razão do desgaste que isso causa.

Ainda sobre o famigerado bônus, há a exemplar excessão da praticada pela Diretora Cecília Garcez que não  aceitou e o devolveu.

 Por sua atenção, muito obrigada,

Leopoldina Corrêa

7 comentários:

  1. De antemão, eu nem deveria responder esse comentário anônimo. Mas parece que você está duvidando da minha matéria. Muito simples, procure saber diretamente com o autor da proeza como se faz esse tipo de "segredo".

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  2. Como jornalista a senhora deveria investigar melhor antes de cometer postagens. A matéria está eivada de mentiras, calúnias e difamações. Seu informante destilou veneno e a senhora bebeu. A verdade será posta na rua e o descrédito será sua herança.

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  3. A senhora como jornalista deveria estar melhor informada. Falar sem provas pode lhe comprometer judicialmente.

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    1. Minha senhora, quem tem que provar que NÃO praticou a lambança é o autor dela, não a senhora!

      Além do mais, eu não me preocupo com a justiça porque não é do meu feitio andar contando mentiras e a senhora sabe muito bem disso porque me conhece e sabe da minha pudicícia.

      Leopoldina

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  4. A Cecília Garcez doou o dinheiro. Um outro diretor é que devolveu. Foi o que lu em grupos do Facebook. Não tenho como checar a veracidade das informações.

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  5. Mareze, a Cecília Garcez foi a única até agora que devolveu o dinheiro, inclusive fiz uma entrevista com ela sobre essa pauta e logo estarei publicando.

    Att.

    Leopoldina Corrêa

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