O que há de comum entre essas mulheres, Benazir Bhutto, Margaret Thatcher, Indira Ghandi, e Golda Meier? Foram senhoras que dirigiam com a mesma competência, fogões e países. Mulheres que deixaram a condição de bonequinhas de luxo para sair em defesa das próprias crenças. Correram riscos, sofreram, choraram, lutaram até a última instância em favor de suas Nações.
É gratificante ter vivido no mesmo período em que essas grandes mulheres estavam atuantes. Aqui no meu mundinho insignificante, mergulhada na mediocridade de minha vida comum, sem brilho, sem risco, em um verdadeiro feijão com arroz, eu sempre tive essas mulheres como ídolos, como modelos, só que distantes demais para que eu as alcançasse. Foram exemplos que acompanhei em um misto de admiração, respeito e talvez um pouco de inveja saudável, dessas que quando sentimos nos impele a vencer desafios, mesmo que meus desafios jamais cheguem próximos aos que elas tiveram que enfrentar.
No dia dedicado às mulheres, minha memória se enche de figuras notáveis do universo feminino. Poetas, como Cecília Meireles e Adélia Prado, humanistas como Madre Tereza de Calcutá, guerreiras como Anita Garibaldi ou simplesmente mães, como são tantas as minhas amigas, colegas, todas guerreiras enfrentando suas próprias batalhas.
Neste dia 8 de março, mando meu abraço a cada uma das amigas, a cada uma das desconhecidas de todas as cores e credos. Somos mulheres! E, cá entre nós, quando Deus nos criou, estava apaixonado!
Isa Musa de Noronha
É gratificante ter vivido no mesmo período em que essas grandes mulheres estavam atuantes. Aqui no meu mundinho insignificante, mergulhada na mediocridade de minha vida comum, sem brilho, sem risco, em um verdadeiro feijão com arroz, eu sempre tive essas mulheres como ídolos, como modelos, só que distantes demais para que eu as alcançasse. Foram exemplos que acompanhei em um misto de admiração, respeito e talvez um pouco de inveja saudável, dessas que quando sentimos nos impele a vencer desafios, mesmo que meus desafios jamais cheguem próximos aos que elas tiveram que enfrentar.
No dia dedicado às mulheres, minha memória se enche de figuras notáveis do universo feminino. Poetas, como Cecília Meireles e Adélia Prado, humanistas como Madre Tereza de Calcutá, guerreiras como Anita Garibaldi ou simplesmente mães, como são tantas as minhas amigas, colegas, todas guerreiras enfrentando suas próprias batalhas.
Neste dia 8 de março, mando meu abraço a cada uma das amigas, a cada uma das desconhecidas de todas as cores e credos. Somos mulheres! E, cá entre nós, quando Deus nos criou, estava apaixonado!
Isa Musa de Noronha









