09 agosto, 2013

Reunião FAABB - Agosto 2013

A Reunião FAABB em 2 e 3 de agosto, em Xerém, Sede Campestre da AAFBB, reuniu 47 participantes, entre Presidentes de Associações e convidados.

Dividida em duas partes, a primeira, Assembleia Ordinária, cuidou do exame e aprovação das contas da FAABB e em seguida foram discutidas as questões políticas e as ações judiciais em curso, a saber:

Ação Judicial da FAABB contra a Resolução 26. Dr Wagner informou do andamento, encontra-se em 2ª Instância.

Ação Judicial da AAFBB contra a Resolução 26. Também em 2ª Instância.

Ação Judicial da FAABB pedindo o reajuste de benefícios PREVI sonegados nos anos de 1995 e 1996. Dr. Wagner informou que está no STJ aguardo despacho do Ministro.

Foram aprovadas duas moções a serem encaminhadas à PREVI e dando ciência à PREVIC. A primeira questionando a matéria na Revista Previ que condena as ações judiciais movidas por aposentados e pensionistas.

A segunda Moção cobra a adoção das medidas saneadoras emanadas da PREVIC quando aquele órgão determinou que os limites do salário de contribuição/benefícios dos Dirigentes Estatutários devem ser fixados pelo Artigo 28, em combinação com o Artigo 31 do Regulamento do Plano de Benefícios do Plano 1.
Veja aqui: Mocao_1
 
Veja aqui: Mocao_2

Eis aqui a publicação dos primeiros vídeos produzidos por mim, Leopoldina Corrêa, naquele Encontro:


06 agosto, 2013

Retransmito Mensagem da ANABB aos Senadores

Prezados Senadores,

 
A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil –ANABB, maior associação de empregados de uma única empresa na América Latina, com mais de 100.000 associados, vem acompanhando o desenvolvimento das ações da ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar, e tem desenvolvido estudos e parcerias para que aquela agência consiga, cada vez, mais regular de forma criteriosa e eficiente o segmento de saúde suplementar.

Sendo representante dos interesses dos funcionários do Banco do Brasil, que tem seus serviços de saúde suplementar prestados pela CASSI – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, entidade autogerida e sem fins lucrativos, temos identificado um desequilíbrio na composição daquela Agência Reguladora. uma vez que em sua diretoria não identificamos a presença, em nenhum momento, de profissional oriundo dos planos de autogestão.

Acreditamos ser relevante a presença de pessoa com experiência e conhecimento deste importante segmento na composição da diretoria da ANS, uma vez que as autogestões representam 30% dos atendimentos da saúde suplementar e, por serem entidades sem fins lucrativos, podem contribuir com um outro ponto de vista durante a formulação de políticas para esse campo, de forma a possibilitar um maior acesso à saúde por parte dos brasileiros.

Sabemos que o processo de escolha dos membros das diretorias das agências reguladoras contempla etapas de indicação, sabatina e aprovação do nome indicado. Sabemos do esmero que essa Casa tem demonstrado ao preparar-se para este processo de decisão buscando, acima de tudo, tempo para que os senadores tenham uma gama de informações de qualidade para que promovam a sabatina do indicado e votem com responsabilidade republicana.

Nesse sentido, surpreende-nos o fato de termos tomado conhecimento da indicação do Sr. Elano Rodrigues de Figueiredo, ex-Diretor do Grupo Hapvida, publicada no Diário Oficial da União na ultima segunda-feira, dia 08/07/2013, por força de indicação assinada pela Casa Civil no dia 05/07/2013, última sexta-feira, já tendo sido designada a senadora Ana Amélia para relatar a matéria, em menos de 48 horas, e de estar marcada a apresentação do seu relatório para as 9 horas do dia 11/07 e a sabatina e a respectiva aprovação para as 11 horas do mesmo dia.

Ressaltamos que continuaremos buscando demonstrar ao Governo e aos senhores Senadores da República a importância de termos na ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, uma diretoria dotada de todos os conhecimento necessários para melhor gerir de forma equilibrada o segmento de saúde suplementar. Não acreditamos que o atingimento de um padrão de excelência na gestão de um segmento – Saúde – que coloca cidadãos de todas as classes e históricos sociais nas ruas, possa ser atingido sem a presença de pessoa com experiência e conhecimento específico de auto gestões em saúde.

Mesmo não tendo qualquer questão específica contra o senhor Elano Rodrigues de Figueiredo, caso aprovada essa indicação, teremos uma diretoria da ANS com representantes de diversos segmentos da saúde privada lucrativa sem nenhum representante das autogestões sem fins lucrativos na composição daquela Diretoria.


Atenciosamente


Antonio Sergio Riede            Fernando Amaral Baptista Filho

         
Presidente                               Vice Presidente

05 agosto, 2013

Colocando O CABRITO para tomar conta da horta?

Escandalosamente a Presidente Dilma nomeia para Diretor da Agência Nacional de Saúde um ex-diretor de um Plano de Saúde privado, o HAPVIDA. Desejamos concluir que a Presidência da República foi enganada vergonhosamente e contamos que reveja tal nomeação. O ex-diretor do Grupo Hapvida apressou-se a desmentir, mas basta rápida pesquisa na internet para encontrar um trabalho seu, denominado “O julgamento dos Planos de Saúde”, onde o próprio se apresenta como Diretor Jurídico do GRUPO HAPVIDA. Quem se interessar pode acessar a página: 
 

onde à página 205 encontrará esse seu artigo. (O JULGAMENTO DOS PLANOS DE SAÚDE - ELANO RODRIGUES DE FIGUEIRÊDO - Diretor Jurídico do GRUPO HAPVIDA, Advogado - Pós-graduando em Direito Empresarial, pela FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS - Bacharel em Direito pela UNIVERSIDADE DE FORTALEZA)
            É inconcebível que uma Diretoria da Agência responsável pela normatização e fiscalização dos Planos de Saúde esteja entregue ao controle de um representante do mercado privado.

Diretor da ANS omite que já foi de operadora

Aprovado pelo Senado, ele deixou de informar que atuou na área jurídica de empresa de saúde o novo diretor da Agência Nacional de Saúde (ANS), Elano Figueiredo, que tomou posse sexta-feira, omitiu do currículo enviado ao Senado o fato de ter sido representante jurídico da operadora de saúde Hapvida, que atua na Região Nordeste. A indicação foi aprovada pelo Senado seis dias após a presidente Dilma Rousseff indicá-lo.

A votação no plenário ocorreu em caráter de urgência no mesmo dia em que Figueiredo foi sabatinado, antes de os senadores entrarem em recesso, em julho.

A senadora Ana Amélia (PP-RS), relatora da sabatina na Comissão de Assuntos Sociais, enfatizou o currículo de Figueiredo para convencer os colegas pela aprovação do diretor. "Chamo a atenção exatamente para este aspecto do currículo do indicado", afirmou ao citar que "o indicado foi um dos responsáveis pela criação do Portal da ANS".

A assessoria da senadora informou sexta-feira que o currículo do indicado foi encaminhado para ela dois dias antes da sabatina e que ela não teve tempo hábil para buscar mais informações. Como relatora, poderia ter solicitado mais prazo para análise da indicação.

Por meio da assessoria da ANS, Figueiredo negou ter atuado como diretor-jurídico da Hapvida e justificou não ter citado o nome da operadora por sigilo profissional. "Os clientes do escritório de advocacia onde atuei não podem ser nominados um a um sem expressa autorização de todos, em vista do compromisso de sigilo profissional imposto tanto pelo Estatuto da Advocacia e da OAB, como pelo Código de Ética Profissional, que regem as atividades de advogado." Os processos em que atuou, porém, são públicos. Figueiredo não esclareceu se a Hapvida pediu para não ser mencionada.

Em nota, Figueiredo disse que trabalhou como assessor em direito regulatório, direito empresarial e direito do consumidor no escritório Figueiredo Advogados. No currículo enviado ao Senado, afirma que atuou na "gestão de departamento de advogados e estratégias jurídicas, na área de saúde" Em artigo publicado em uma revista da Escola Superior de Magistratura do Ceará, Figueiredo assina como diretor jurídico da Hapvida. Ele também consta como participante do I Encontro de Líderes Hapvida Saúde, em 2010. Há, ainda, dezenas de ações assinadas por Figueiredo contra a própria ANS. Um levantamento do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Idec) apontou a Hapvida como a quarta operadora que mais negou cobertura aos seus usuários em 2012. O Estado procurou a assessoria da Hapvida, na noite de sexta-feira, mas não teve sucesso. (ANDREZA MATAIS e FÁBIO FABRINI - Agência Estado) Leia também: "Agripino quer suspensão da nomeação de diretor da ANS

(Agência Estado - Data: 05/08/2013 Fonte: Estado de Minas) -

Brasília - O senador José Agripino Maia (RN), presidente do DEM, disse nesse domingo que a "obrigação" do governo é suspender a nomeação do novo diretor da Agência Nacional de Saúde (ANS), Elano Figueiredo, que omitiu de seu currículo o fato de ter sido representante jurídico da operadora de saúde Hapvida, conforme revelou o Estado. A indicação foi aprovada pelo Senado e Figueiredo tomou posse na sexta-feira, 02. No plenário, a votação ocorreu em caráter de urgência antes do recesso parlamentar, em julho, no mesmo dia de sua sabatina na Comissão de Assuntos Sociais.

"O governo mandou a indicação de Figueiredo no apagar das luzes e, no mínimo, houve prevaricação nesse caso", disse Agripino Maia, que integra a Comissão de Assuntos Sociais do Senado. "Se o currículo do camarada está incompleto, fomos enganados e caímos no conto do vigário. A obrigação do governo, agora, é suspender a nomeação do novo diretor da ANS diante dessa irregularidade, pois, do contrário, estará agindo de má fé." Os dirigentes de agências reguladoras têm mandato e, pela lei, devem possuir autonomia em relação ao Executivo. A lei não impede que funcionários de planos de saúde exerçam cargos na ANS, mas há um questionamento ético sobre "conflito de interesses" em casos assim.

"Quem assume um posto como esse deve ao menos ter uma quarentena", insistiu Agripino Maia. Por meio de sua assessoria, Elano Figueiredo disse não ter citado no currículo o nome da operadora de saúde Hapvida - que atua no Nordeste - por sigilo profissional. Ele alegou, ainda, que a empresa não o autorizou a tornar pública essa informação. No currículo enviado ao Senado, Figueiredo afirmou ter trabalhado na "gestão de departamento de advogados e estratégias jurídicas, na área de saúde".

25 julho, 2013

Há algo muito errado na PREVI e no BB

A última edição da Revista PREVI traz um artigo muito preocupante. A PREVI divulga que existem mais de 90.000 participantes que possuem ações judiciais contra a PREVI reclamando algum direito e tenta dissuadi-los alegando, dentro de outras coisas,  que “todos estamos no mesmo barco. “O mutualismo pressupõe solidariedade entre participantes/assistidos”. Ora, senhores dirigentes da PREVI! Durma-se com um barulho desses! Como ousam falar em “mutualismo” se na hora de introduzir o “Benefício Especial de Renda Certa”, vocês “premiaram” uma parcela insignificante de participantes (8.876 colegas) e deixaram a maioria a ver navios? Pois saibam que exatamente em nome do “mutualismo” é que mais de noventa mil participantes estão na Justiça reivindicando igualdade de direitos no “Renda Certa”.

Leia a matéria aqui,à página 25 da Revista Previ 172

 Leia a matéria aqui, à pagina 25 da Revista PREVI 172: - See more at: http://faabb.com.br/acoes-judiciais/#sthash.Ryx22GIi.Vo9eDYcj.dpuf
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 Leia a matéria aqui, à pagina 25 da Revista PREVI 172: - See more at: http://faabb.com.br/acoes-judiciais/#sthash.Ryx22GIi.Vo9eDYcj.dpufO argumento falacioso da PREVI na defesa do discriminatório “Renda Certa é que tal Beneficio Adicional atingiu somente os funcionários que contribuíram para o plano por mais de 30 anos ainda na ativa. A Previ argumenta que o objetivo do Renda Certa é corrigir uma injustiça. Isso porque na hora da aposentadoria, o benefício recebido pelo associado é calculado com base na contribuição durante os 30 anos – mesmo para os funcionários que contribuíram por mais tempo. Isso é uma deslavada mentira com a qual a Previ tenta burlar os juízes que se debruçam sobre os processos judiciais. O Renda Certa distribuiu quantias (algumas milionárias) entre esses associados, deixando de fora todos os demais que contribuíram e continuaram a contribuir mesmo depois de aposentados. Um dos equívocos do cálculo do Benefício Especial Renda Certa foi que a regra baseou-se no tempo de trabalho e não no de contribuição. Ademais, que diferença há entre contribuições enquanto na ativa e contribuições após aposentadoria?

A PREVI tenta intimidar que participantes e assistidos ingressem na Justiça para reaver direitos quando deveria melhor gerir nosso Fundo de Pensão de modo que sua diretoria não saia por ai cometendo desatinos e ele sim, os desatinos,  incentivam milhares de ações judiciais. Na verdade, a PREVI deveria punir dirigentes que causam prejuízos ao Fundo quando tomam decisões equivocadas e essas decisões ensejam milhares de ações judiciais. O dirigente deveria bancar com seu patrimônio os prejuízos que seus atos trazem para a PREVI
 Leia a matéria aqui, à pagina 25 da Revista PREVI 172: - See more at: http://faabb.com.br/acoes-judiciais/#sthash.Ryx22GIi.Vo9eDYcj.dpuf
Na outra ponta vem o Banco do Brasil. Esse, em medida desesperada, anuncia que vai simplesmente “desistir de recorrer em causas que já têm entendimento pacificado nos tribunais”.

Veja em:

Ocorre que se consultarmos o CNDT veremos que o BB está atolado em ações judiciais. O Banco do Brasil está em segundo lugar no Cadastro de Devedores Trabalhistas (logo após o Aerus, fundo de Pensão da falida e extinta Varig),com 2.053 ações transitadas em julgado, lastreados por depósitos em espécie e/outras garantias. Há um grupo grande de funcionários aposentados do Banco do Brasil que aguarda o pagamento de seus direitos trabalhistas. São direitos líquidos e certos porque assim definidos por todas as instâncias da Justiça do Trabalho.

São ações de ex-funcionários que buscaram seus direitos nos vários níveis  da justiça e, após longo  trâmite – mais de 20 anos em alguns casos -  venceram em última instância. Ocorre que a lista do BB cresce continuamente, pois, acobertado por recursos – maioria dos quais teratológicos – posterga ao máximo a liquidação de suas obrigações.  Embargos, infringências e contínuas apelações  são algumas dessas excrescências que embora com aspectos de legalidade, são, no entender de juristas consagrados, aéticos e desumanos,além de sujeitar a multas por má fé na litigância.

Há que se mencionar que a protelação dos pagamentos, além de prejudicar os ex-servidores, não beneficia o BB, eis que está sujeita a juros de 1% ao mês (o que dá 12,682% ao ano, capializado), enquanto o seu depositante em CDB é remunerado a 7% ao ano.

A todo cidadão é assegurado o direito de recorrer à justiça. O acesso à Justiça é considerado um direito humano e um caminho para a redução da pobreza, por meio da promoção da equidade econômica e social. Onde não há amplo acesso a uma Justiça efetiva e transparente, a democracia está em risco. O acesso à justiça é um direito social fundamental, principal garantia dos direitos subjetivos. Em torno dele estão todas as garantias destinadas a promover a efetiva tutela dos direitos fundamentais.

O acesso à justiça é uma preocupação de toda a sociedade moderna. No Brasil, é garantia constitucional, porém, nossa estrutura jurídica não dá suporte para que toda a população que, normalmente, seria parte em uma lide, tenha acesso a tal na resolução de seus problemas, nem garante que todos os direitos expressos sejam efetivamente postos em prática.

Então, que PREVI nos poupe de suas mensagens desalentadoras e que o Governo coloque o BB sob suas vistas atentas para impedir que atos de gestão nas relações funcionais se transformem em uma avalanche de ações judiciais.

Fonte: http://faabb.com.br/acoes-judiciais/#sthash.Ryx22GIi.dpuf

24 julho, 2013

PREVI esclarece nota da Revista Exame


Nosso colega Aldo Bastos Alfano, Conselheiro Fiscal eleito na Previ, divulga nota onde a Previ esclarece a matéria da Revista Exame. Transcrevemos aqui a íntegra da nota em respeito ao sagrado direito de resposta.



PREVI esclarece nota da Revista Exame

Ao contrário do que consta na nota "O novo acordo da Vale", publicada na última edição da revista Exame, a Previ não contratou o banco Morgan Stanley para assessorá-la nas negociações com os demais controladores da Companhia.



Quanto a participação da Vale no patrimônio total da Previ, existe um plano de enquadramento em curso, aprovado pelo órgão regulador, de amplo conhecimento por parte dos associados e demais públicos de relacionamento da Entidade.



Cabe ressaltar que qualquer movimento de compra e venda de ações será determinado pelas condições de mercado, no melhor interesse dos participantes da Previ.


19 julho, 2013

Previ opta por reduzir influência sobre administração da Vale (VALE5)



A fim de se adequar as regras de mercado e possivelmente deixar o controle para quem tem know-how do negócio, o fundo de pensão do Banco do Brasil (BBAS3) – a Previ – decidiu por realizar alterações na estrutura societária da mineradora Vale (BOV:VALE5), da qual detém ações ordinárias.

Deste modo, o fundo de pensão contratou os serviços do banco Morgan Stanley para assessorá-lo na operação de conversão de ações ordinárias em preferenciais, com finalidade de venda paulatina no mercado.

A influência da Previ sobre o capital societário da Vale é considerado acima do limite, tanto é que a indicação do presidente do Conselho de Administração da companhia é feita pelo fundo de pensão do Banco do Brasil.

As ações do Banco do Brasil (BBAS3) estão cotadas a R$22,59 a unidade, operando sob estabilidade às 9h47.

As ações da Vale (VALE5) estão cotadas a R$28,22 a unidade, operando sob estabilidade às 9h52.

FONTE: 

http://br.advfn.com/noticias/ADVNEWS/2013/artigo/58479291

18 julho, 2013

A Tv Asas publica no blog Olhar de Coruja importante pronunciamento da Senadora Ana Amélia (PP RS)


Nosso Blog “Olhar de Coruja” traz para conhecimento dos interessados, importante pronunciamento da Senadora Ana Amélia (PP RS). Brilhantemente a Senadora Gaúcha denuncia as perdas dos Fundos de Pensão, dentre esses, a PREVI que teve perda de  R$ 18 milhões com ações das empresas do grupo EBX, do empresário Eike Batista. A veemente denúncia da Senadora Ana Amélia versou sobre a má gestão nas aplicações, descaso na administração dos Fundos de Pensão e afirma com propriedade: “Com o dinheiro alheio, não se brinca”.




Por sua atenção, obrigada.

Leopoldina Corrêa

17 julho, 2013

Considerações de Ruy Brito e Isa Musa sobre o PL 161 de Berzoine

Chivirino e Leopoldina,

O debate sobre o pl 161, tem como pano de fundo, de um lado, a tese imoral de que o patrocinador tem direito, na hipótese de superávit com reserva especial, a receber de volta a contribuição por ele já repassada aos seus consumidores; de outro lado, entre nós da comunidade bb, o oportunismo da burocracia sindical parasitária cúmplice do acordo bbxprevi, de 24.12.97, que inaugurou a era de capitalização do banco com a utilização indevida do patrimônio  de nosso plano, o de benefícios 01.

Ao serem cúmplices daquele acordo, patrocinado pelo governo FHC, eles foram contemplados pela direção do Banco com facilidades para se aboletarem na diretoria, no Conselho Deliberativo, (com maioria e com direito ao cargo de presidente) e no Conselho Fiscal da Previ, com remuneração equivalente a de diretores do banco, onde vêm se aposentando com salário integral e sem teto.

Acontece que o modelo de gestão compartilhada adotado na Previ, atribui às partes a participação na diretoria, e ao mesmo tempo nos Conselhos Fiscal e Deliberativo, ou seja, participam da administração executiva e em seguida fiscalizam os atos que praticaram com o administradores.

Esse modelo de gestão compartilhada é ultrapassado, promíscuo e gera disputa pelo poder, onde os derrotados são sempre os representantes dos empregados -, a parte mais fraca. E foi isto o que aconteceu  na Previ em 2000 e em 2002, como resultado de uma disputa política entre eles e a Direção do banco, em nada relacionada com os nossos interesses.

Em 2000, o banco perdeu a disputa,  apelou ao governo e este designou o diretor fiscal, que fez o que quis, sem nenhuma resistência deles, inclusive levantando o balanço da previ antes do fim do exercício (o que é proibido por lei) e mandando dar ao banco cerca de 6 bilhões das reservas do nosso plano, de benefícios 01. 

Em 2002, nova disputa política, e o banco pediu ao Governo a designação do interventor que defenestrou de seus cargos o sergio rosa, o pizzolato e o  Eric Person; reformou o estatuto para implantar ilegalmente a paridade contributiva, extinguir o Corpo Social, estender aos participantes a responsabilidade até então exclusiva do banco  pela cobertura de eventual déficit na previ e nos planos.
 
Com tais alterações, modificou o modelo conceitual do plano 01, de benefícios definidos, transformando-o em Plano de contribuição definida.
 
Pois bem. O Pl 161, em vez de propor um modelo mais moderno de gestão que não gere disputa pelo poder -, a exemplo do modelo de gestão compartilhada com segregação de funções, no qual uma parte administra e a outra fiscaliza -, propõe a restauração do modelo ultrapassado, gerador de disputas políticas, que só serviu para causar prejuízos ao participantes da Previ. Por isto foi por mim criticado, com apresentação de sugestões.

Finalmente, parece-me estranho que se esteja, de um lado, colhendo assinaturas de apoio ao projeto do Senador Paulo Bauer, para sustar a vigência dos artigos da resolução cgpc 26, que autoriza a devolução ao patrocinador das contribuições por ele já repassada a terceiros -, o que significa enriquecê-lo ilicitamente -, e de outro lado, em aparente contradição, colhendo assinaturas de apoio ao PL 161. Esclareci Leo?
 
Abraços do Ruy Brito

Caro Ruy,

         Quando da Audiência Pública sobre o Projeto do Berzoini, fui a Brasília e entreguei em mãos do Deputado Relator, Rogério Carvalho, correspondência da FAABB solicitando alterações ao Projeto de Lei usando seus argumentos e suas sugestões. O Relator ainda não fez o Relatório. Cabe acompanhar e verificar se ele adotou no todo ou em parte o que você sugere.

         A diferença entre o PDS do Senador Paulo Bauer sobre artigos da Resolução 26 e esse projeto do Berzoini é que, no primeiro, de Paulo Bauer, o Relator nos apresentou um relatório favorável, enquanto que nesse, de Berzoini, o Relator ainda não fez nada. Assim, se ele, Relator, acatar nossas sugestões de alterações então sim, deveremos apoiar o 161. Caso contrário devemos acionar o plano B, ou seja, pedi a um Deputado que peça vistas ao Projeto de modo a retardar a votação e assim insistir nas alterações que você propõe.
 
Abraços,
         
Isa Musa

 


15 julho, 2013

Inenarrável Sentimento


A música mais linda do nosso cancioneiro popular, na minha opinião, é Gente Humilde. Não é à toa que a letra tem autoria de dois dos nossos consagrados autores e poetas: Chico Buarque e Vinícius de Moraes, a qual,  com prazer, disponibilizo neste blog.

GENTE HUMILDE

Tem certos dias em que eu penso em minha gente
E sinto assim todo o meu peito se apertar
Porque parece que acontece de repente
Como um desejo de eu viver sem me notar
Igual a como quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem vindo de trem de algum lugar
E aí me dá como uma inveja dessa gente
Que vai em frente sem nem ter com quem contar

São casas simples com cadeiras na calçada
E na fachada escrito em cima que é um lar
Pela varanda flores tristes e baldias
Como a alegria que não tem onde encostar
E aí me dá uma tristeza no meu peito
Feito um despeito de eu não ter como lutar
E eu que não creio peço a Deus por minha gente
É gente humilde que vontade de chorar.

Será muito simples entender porque resolvi fazer uma postagem com este tema.

Na semana passada eu passei por susto terrível. Meu neto, que este mês completa 8 (oito) anos de idade, engasgou-se com uma moeda de cinco centavos. Não vou descrever minha angústia porque esta é inenarrável. A partir deste lamentável episódio comecei a fazer algumas reflexões e cheguei à seguinte conclusão: devo pensar mais com minha família.


Assim que me vi diante da possibilidade da perda do meu neto, ainda criança, me senti culpada por não ser mais presente em sua vida, também percebi quantos colegas ainda não caíram na real e não valorizam a grande importância da Isa Musa nas nossas vidas. 

Vi-me diante de um dilema: percebi que tenho duas famílias, uma por puro laço de sangue e a outra por laços adquiridos através do afeto, e este, meus irmãos, são vocês, que como eu, foram surrupiados, furtados, gatunados, escorchados, rapinados, subtraídos, saqueados, enfim, roubados mesmo, por tantos Governos que até perdi a conta.

Percebi também que não posso voltar atrás. Deixá-los seria covardia e a covardia maior seria com a colega e amiga Isa Musa.

Por favor, não me critiquem, não sou dada à bajulações baratas. Leiam o meu ponto de vista, depois raciocinem comigo. 

Recentemente fechamos um trabalho, que por enquanto, não posso dar maiores detalhes e sem a participação da Isa não teria sido possível sua realização. E assim foram e serão tantos outros feitos por ela. Muitos já foram iniciados junto à Câmara e no Senado.

Sei que não devo generalizar. O número de colegas que a admiram, pela sua garra, e pela sua luta em prol das nossas pelas causas, é muito maior do que uma minoria desinformada e  ingrata.

Emocionei-me ao ver o colega Edison de Bem, reconhecer isto ao frisar:

"Isa, o tempo pode minar nossas forças, mas jamais há de corroer a inteligência, essa que faz tremer os inimigos da  PREVI e do Banco. Nessa hora não existem adversários políticos, atuamos  em nome da unicidade dos propósitos, em defesa de colegas e pensionistas  da PREVI, contra a insanidade avassaladora do atual Governo."

Edison, no meu entender, suas palavras soam como um bálsamo, uma vez que ao trabalhar e batalhar no dia-a-dia, ao lado de Isa Musa de Noronha, me fez uma pessoa melhor, em todos os sentidos.

Ninguém melhor que eu para dizer à todos vocês, que a minha atuação só se faz notar, graças à musculatura desta pessoa, aparentemente frágil, mas que me dá a força e o suporte necessários capaz de abraçar, junto com ela, nossas causas com tamanha envergadura. Ocalá que outros colegas, a seu exemplo, venham reconhecer este novo passo à caminho da tão sonhada união. "Quando um homem está envolvido em si mesmo, ele se torna um pacote muito pequeno." - (John Ruskin)
 

Desde que cheguei neste ambiente, à medida que ía tomando pé da situação, nunca entendi tamanha rejeição à Isa. Hoje eu entendo assim: " Toda hostilidade gratuita vem da inveja. A inveja deriva da admiração. Logo, a manifestação invejosa corresponde a uma forma sutil de elogio." - Flávio Gikovate.
 

Mas há um outro olhar para a inveja que não é agradável para ninguém. Nem para o invejado nem para o invejoso. Quem dentre nós teria estatura moral para dar continuidade ao excelente trabalho desenvolvido, até então, por nossa colega  Isa Musa?

É importante ressaltar que o invejoso aparece carregado de desgostos, altamente descontente com a sua própria vida, cheio de angústias e totalmente revoltado, inalando egoísmo. Deixa de viver, se tornando intragável em meio ao seu convívio, uma vez que não conspira o bem para ninguém. Não sabe compartilhar e nem se alegrar com os demais, além das reações “monstruosas”.

Nós já tivemos situações bem definidas destas reações, e bem perceptíveis também, em nossos ambientes. É bom lembrar que ninguém ganha com isso, muito pelo contrário.

Finalmente, o invejoso, essa triste figura digna até mesmo de dó, necessita se enxergar antes de tudo, reconhecendo a mediocridade que é ou foi sua vida com atos e sentimentos estéreis, como se fosse num palco onde tivesse representado uma peça vazia de conteúdo, sem qualquer brilho. É imperativo tal autocrítica, pois só a partir de então, se assim o quiser, deverá “arregaçar as mangas” e lutar em prol de uma vida melhor, conscientizando-se de que se continuar tendo inveja do outro, ficará estagnado, correndo o risco de não se desenvolver e/ou crescer, morrendo do próprio veneno.

Vou terminar esta matéria com o finalzinho da letra desta canção que a meu sentir, mesmo sendo agnóstica, é a mais bela que eu conheço em nosso idioma.

E aí me dá uma tristeza no meu peito
Feito um despeito de eu não ter como lutar
E eu que não creio, peço a Deus por minha gente
É gente humilde que vontade de chorar.

Leopoldina Corrêa

11 julho, 2013

Denúcia à Ouvidoria da Cassi - Muito grave!

Meu caros colegas,

Vejam a que ponto chega a falta de atenção da Cassi para com seus associados. Um colega, aos seus 73 (setenta e três anos de idade ) ter que passar por um abandono deste. Isto é revoltante!  

Quero dizer que não partiu dele nenhum pedido de publicação de minha parte para esta denúncia. Eu mesma me sensibilizei ao ler este e-mails, que certamente, muitos de vocês devem ter recebido também.

Leopoldina Corrêa




PREZADOS COLEGAS

OLÁ!
 
ABAIXO UMA DENÚNICA QUE FAÇO À OUVIDORIA DA CASSI.
 
COMO DE COSTUME, É POSSÍVEL QUE ME VENHA RESPOSTA SEM CONTEÚDO NENHUM.
 
MAS SE NÃO LEVANTARMOS TAIS QUESTÕES, NÃO CONSEGUIREMOS TER A REAL OPORTUNIDADE DE MELHORES CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO PELA REDE CREDENCIADA DA CASSI.
 
ESTOU GOSTANDO DA MANIFESTAÇÃO POPULAR POR UM NOVO BRASIL, MAIS JUSTO E HONESTO.


DAÉRCIO
Resposta:Prezado (a),
A CASSI agradece seu contato.

O número de seu Protocolo é: 4719
 
Informamos que para este tipo de registro não há resposta ao demandante.



DENÚNICIA À OUVIDORIA DA CASSI - MUITO GRAVE!!!




SENHOR OUVIDOR.

SAUDAÇÕES.
ESTOU DENUNCIANDO A DIRETORIA/PRESIDÊNCIA DA CASSI PELO DESCASO E FALTA DE RESPONSABILIDADE COM O SISTEMA DE CREDENCIAMENTO DE PROFISSIONAIS DA SAÚDE NA CIDADE DE MARÍLIA/SP.

JÁ HÁ MUITO TEMPO ESTAMOS TENDO DESCREDENCIAMENTOS E NÃO TEMOS CONHECIMENTO DE ALGUMA INCIAITVA PRÁTICA E LOCAL (EM MARÍLIA/SP), DE EQUIPE DA CASSI TENTANDO REVERTER ESSE TRISTE QUADRO.
 
AGORA, MESMO, ESTOU COM UM CASO GRAVE E URGENTE.

MINHA ESPOSA - MIRNA CLEIDE DE OLIVEIRA VIEIRA - EM QUEDA NA NOSSA CASA, FRATUROU O NARIZ DIA 09/07/2013, PELA MANHÃ.

FOI ATENDIDA NO P.A. DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE MARÍLIA, MAS ATÉ O MOMENTO NÃO CONSEGUIMOS CONSULTA COM UM MÉDICO ESPECIALISTA DE CABEÇA E PESCOÇO (INDICADO PARA ESSE CASO).

EM MARÍLIA, NÃO HÁ UM SIQUER PROFISSIONAL CREDENCIADO NESSA ÁREA.

A CASSI CREDENCIA APENAS OS TRÊS HOSPITAIS DA CIDADE E NENHUM (CLÍNICAS DE ESPECIALIDADES) ATENDE CONSULTAS EM SEUS LOCAIS.

UM ESPECIALISTA, NESSA ÁREA, CUSTA EM TORNO DE R$ 300  400 REAIS.

 
NO MOMENTO E PELA GRAVIDADE DO CASO DE MINHA ESPOSA, NÃO VEJO OUTRA ALTERNATIVA A NÃO SER USAR A REDE MÉDICA PARTICULAR.

EMBORA A CASSI SE ARVORA EM PLANO DE GRANDE CONCEITO, EM MARÍLIA/SP NÃO ESTÁ COM ESSA CONDIÇÃO TODA.
 
JÁ ALGUNS ANOS QUE EU E MINHA ESPOSA USAMOS PRONTO ATENDIMENTO, VISTO QUE CONSULTAS NORMAIS (EM CONSULTÓRIO) LEVAM DE 20 A 40 DIAS EM SUAS MARCAÇÕES.

POR FAVOR, SENHOR AUDITOR, VEJA QUAIS AS REAIS E EFICAZES PROVIDÊNCIAS PODEM SER TOMADAS PARA SANAR, EFETIVAMENTE, ESSAS DENÚNCIAS QUE ORA FAÇO.

PEÇO, AINDA, ENCARECIDAMENTE, QUE A CASSI NÃO ME ENVIE MENSAGEM/RESPOSTA COM TEXTO EVASIVO E SEM NENHUM FUNDAMENTO.

O QUE DENUNCIO É GRAVE DEMAIS PARA MENSAGENS E BALELAS, COMO ATÉ HOJE OUVI E LI POR PARTE DA CASSI SOBRE O ASSUNTO DESTA MENSAGEM.

RESPEITOSAMENTE.

DAÉRCIO GALATI VIEIRA
2.218.410-4

APOSENTADO - 73 ANOS
MARÍLIA/SP