21 setembro, 2013

Razões de Uma Opção

“O pior analfabeto é o analfabeto político. 

É tão burro que se orgulha e estufa
o peito dizendo que odeia a política.”

Bertold Brecht

                           ***

“Bajule-me e talvez eu não acredite em você.
Critique-me e talvez eu não goste de você.
Ignore-me e talvez eu não o perdoe.
Encoraje-me e nunca o esquecerei.”

William Arthur Ward – administrador norte americano

                           ***





Estamos perto das eleições para a AAFBB.
 
E, naturalmente, a disputa é acirrada.
 
Formam-se chapas, apresentam-se plataformas de projetos e, na caça de apoios e votos favoráveis, cooptam-se amigos, conhecidos e associados.
 
Esse frenesi é muito salutar pois é a expressão máxima do exercício da democracia.
Infelizes os países, as organizações e os seres que não contam com essa dádiva democrática que é liberdade de escolha de seus representantes pelo voto secreto.
 
A AAFBB, fundada em 24.10.1951, com mais de 60 anos , é a mais antiga associação de funcionários do Banco do Brasil.
 
Em 5 anos de existência, a AAFBB já contava com 1000 associados.
 
Em 1977, foi consagrada como Entidade de Utilidade Pública.
 
Em 24.04.1978 foi lançada a pedra fundamental da Sede Campestre em Xerém (RJ), inaugurada oficialmente em 1981.
 
Atualmente, a AAFBB conta com mais de 33.000 associados.
 
Ou seja, o número de associados da AAFBB é maior do que a população da maioria dos municípios brasileiros.
 
Sua presença se exerce em 35 pontos no país abrangendo 19 estados.
 
A AAFBB disponibiliza aos seus associados um amplo e eficiente serviço de assistência que abrange área de seguros, de assistência médica, de assistência jurídica e que se estende a diversos outros campos, como educação, formação profissionalizante, assistência geriátrica, assistência de ambulância , e tantas outras.
 
Resumindo, a AAFBB é um gigante em um processo constante de crescimento, mutação e aperfeiçoamento.
 
Sua influência se faz presente e é decisória nas mais importantes questões relacionadas ao BB, à PREVI e aos aposentados e assistidos do BB.
 
O seu quadro administrativo composto, em sua maioria, de funcionários aposentados do Banco do Brasil, orgulha-se de contar em suas fileiras com uma elite de pessoas muito bem preparadas e dedicadas que, durante suas vidas, foram forjadas dentro dos mais elevados e rígidos princípios de política de resultados e realizações, disciplina, eficiência e trabalho, que imperam no Banco do Brasil.
 
 Portanto, é natural que cada um, dentro de sua visão pessoal, queira colaborar e lutar para o engrandecimento e aperfeiçoamento da AAFBB, da mesma forma que dedicaram suas existências ao Banco do Brasil durante sua vida laboral.
 
Lamentavelmente, é muito comum, em associações de aposentados de outras categorias profissionais, a dificuldade de encontrar pessoas bem preparadas e qualificadas para enfrentar a dura e complexa tarefa de administrar tais instituições.
 
Felizmente, na AAFBB, o problema é justamente o oposto.
 
O dilema dos associados da AAFBB está em escolher os melhores quadros dentre uma ampla plêiade de candidatos e representantes do mais alto nível.
 
Todos os candidatos são pessoas muito bem preparadas e experientes nas lides relativas à administração, devido às características da atividade bancária e ainda mais em se tratando de funcionários aposentados do Banco do Brasil.
 
Esses candidatos já tem uma trajetória dura de lutas na defesa da PREVI e dos aposentados e assistidos, já passaram pela alegria de vitórias e também de frustrações em suas refregas, tem um profundo domínio do campo em que atuam e contam com uma ampla rede de apoios e relacionamentos.
 
São visceralmente dedicados à AAFBB e às causas de seus associados e todos querem dar curso às suas próprias ideias e consolidar suas projeções para o aperfeiçoamento da instituição.
 
Nessas condições, o dilema dos associados cresce a cada vez que examinam os nomes de cada chapa.
 
Aqui e ali, em cada lista de candidatos, defrontamo-nos com nomes de colegas do passado, pessoas com as quais convivemos diariamente, ombro a ombro, durante longos períodos de nossas vidas dentro do Banco do Brasil.
 
Boas ou más experiências do passado afloram às nossas mentes.
 
Mas, nossa apreciação do que ocorreu no passado mudou nesta altura da vida, pois, com a maturidade, somos abençoados com uma visão mais apurada, humanizada e realista das pessoas e do mundo.
 
A impulsividade e a certeza de princípios e verdades imutáveis , próprias da juventude, deram espaço para uma avaliação mais realista e equilibrada da vida e à consciência de que tudo é mutável e transitório.
 
Muitos voltam a se contatar com pleiteantes que foram seus companheiros de trabalho no passado, para saber como estão no momento presente e o que aconteceu em suas vidas.
 
Falam das vivências familiares, dos filhos, das suas companheiras(os), enfim, auscultam sua conduta atual de vida para terem certeza de que estarão votando na pessoa certa que atenderá às suas expectativas para o engrandecimento da AAFBB.
 
Particularmente , fiquei em uma indecisão verdadeiramente aflitiva.
 
Em cada chapa que examinava, encontrava nomes de ex-colegas.
 
Encontrava nomes eméritos de dirigentes e companheiros com os quais convivi no Banco do Brasil, os quais apreciava, por nuances diferenciadas de personalidade , atuação e convivência.
 
Eram todos seres singulares, sensíveis e falíveis, com aspectos positivos e negativos, como é próprio da diversidade humana.
 
Telefonei para alguns desses colegas; alguns moravam em outros estados.
 
Como de praxe, entre pessoas de nossa faixa etária, discorremos sobre nossas vidas atuais e nossas experiências. E, como não podia deixar de ser, falamos sobre outros companheiros, alguns já falecidos.
 
Mas permanecia incólume a questão vital. Quem escolher?
 
Pensava com meus botões: “Ah, como seria bom se pudéssemos juntar as qualidades positivas de cada um em uma só pessoa, em uma só cabeça !!!”  
Obviamente, esse é um sonho utópico e distorcido e que, se fosse realizável, seria catastrófico, pois eliminaria a diversidade do ser humano.
 
Nas palavras de um pensador, seria a “monotonia da perfeição” o que, em si, se constituiria em uma tragédia.
 
Pois o Mundo é disforme e desigual como diferenciados são os homens.
 
O conflito é inerente à vida humana.
 
A procura e a luta por uma sociedade perfeita, justa e igualitária são projeções eternas, são metas platônicas.
 
E é assim que vai ser até o fim de nossos dias.
 
Encontrava-me envolto em minhas divagações filosóficas e em minha angustiante indecisão sobre em quem votar quando, inesperadamente, voltei à realidade quando recebi um telefonema do amigo e companheiro Aldo Alfano, com quem já havia me encontrado algumas vezes e trocado mensagens e conversas sobre assuntos relacionados à AAFBB.
 
O Aldo Alfano é uma pessoa clarividente, sempre alerta, discreta, objetiva e de um dinamismo impressionante.
 
É o protótipo de personalidade idealizada no imaginário dos americanos que, quando querem dignificar uma pessoa, o alcunham de “ Eagle”, em analogia à figura mítica da Águia Americana, o “American Eagle”, que simboliza as características de agilidade, argúcia e intrepidez do espírito americano.
 
Aldo Alfano é uma pessoa que admiro e com quem tenho uma grande afinidade.
 
Dentro de sua sagacidade, Aldo Alfano, que não é de perder tempo, foi direto ao assunto.
 
Falou que estava organizando a Chapa NOVA ALIANÇA NA AAFBB e me convidava para participar como Conselheiro na mesma.
 
Fiquei pasmo. Nunca esperaria receber um convite como aquele, assim de supetão.
 
Mas havia um óbice. Adoro escrever meus artigos e crônicas no Olhar de Coruja e em jornais e nunca abdicaria dessa atividade.
 
Sempre achei que esse papel, pela sua própria natureza, poderia se conflitar com uma posição de representação em qualquer associação de aposentados.
 
Expus essa situação para o Aldo Alfano e ele não colocou qualquer objeção quanto a essa minha atividade.
 
Fiquei de lhe dar uma confirmação o mais rápido possível. Iria analisar com ponderação os prós e contras da proposta.
 
Mal dormi naquela noite.
 
Me sentia como se tivesse sido colocado no olho de um furação.
 
Aquela seria uma experiência inédita para mim.
 
Aldo Alfano havia me telefonado não para pedir meu voto mas para me colocar em uma situação de ser votado !!

Tenho consciência nítida de que, Aldo Alfano, como uma pessoa de decisões objetivas, vislumbrou na análise de meus artigos, alguém que poderia auxiliá-lo na persecução de seus projetos pessoais dentro da AAFBB.
 
 Também sei que, dentro de seu perfeccionismo, ele não terá a menor hesitação em se desvencilhar, sem o menor pejo, de quem se tornar um empecilho na realização de suas metas.
 
Analisei o senso de decisão, oportunismo, agilidade e objetividade representadas no convite daquele companheiro.
 
Por si só, aquele gesto revelava virtudes natas e fundamentais requeridas de um líder para ter sucesso em suas metas.
 
Deu o bote certo, na hora certa e na presa certa.
 
Era a própria Águia.
 
Não havia como fugir ao repto.
 
Esse era o homem certo.
 
No outro dia telefonei para Aldo Alfano e confirmei que aceitava o convite.
 
Dentro de minha consciência estou convicto de que fiz a melhor escolha.
 
Dedicarei o melhor de meus esforços para a sua vitória.
 
Torço para que a Chapa NOVA ALIANÇA NA AAFBB seja vencedora e Aldo Alfano tenha tenha uma trajetória de sucesso na administração da AAFBB.

Adaí Rosembak

Associado da AAFBB e ANABB

8 comentários:

  1. Caros comentaristas recalcados e infelizes.

    Devo dizer-lhes que meu blog não é nenhum divã de analista e, muito menos, um hospício. Quem quiser hospedar seus comentários malucos e idiotas que vá procurar um canal apropriado, que vá descarregar suas frustrações em outro lugar. Eu até gostaria de ter a solução para tanta amargura, inveja, agressão e deselegância, mas, infelizmente, eu ainda não sei fazer milagres.

    Para mim, a vida é como a minha câmera fotográfica, só foco no que importante, tento capturar os melhores momentos e, se não ficar bom: tiro novas fotos. Não há essa de falta de tempo, quando me interesso mesmo por uma coisa, eu vou fundo, minha madrugada vira dia. Até uma segunda-feira pode virar um domingo, seu eu quiser. Portanto, é trabalho perdido vir aqui deixar seus comentários tolos. Além de eu deletá-lo, estarei me lixando pra ele.

    Colegas, eu estou só fazendo a minha parte, o que não impede ninguém de fazer a sua. Onde houver uma oportunidade para a possibilidade de buscar soluções para reparar as injustiças das quais somos vítimas, quaisquer que sejam as dificuldades, podem apostar, vou correr atrás.

    Leopoldina Corrêa

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  2. Bom, eu acho que a réplica acima se deve a um comentário que fiz relativamente às expressões usadas como frenesi, liberdade, democracia. Não tenho certeza, mas como o comentário não foi postado... O que falei não foi como crítica ao dono do blog e sim à tal democracia. Achei, Sra., seus comentários um tanto quanto destemperados, agressivos. A sra. sempre retruca dessa maneira o que lhe desagrada? Os donos de blogs sabem que não irão ver em suas páginas somente aquilo que lhes convêm, que lhes interessa ou que desejam ouvir. O escritor tem, acima de muitas coisas, saber interpretar tanto ao ouvir ou ler, como fazer chegar ao seu público alvo. É preciso jogo de cintura, molejo; um pouco de sangue frio e sobretudo educação. Como poderia uma pessoa com esse "frenesi" ter disponível um divã para suporte a quem possa precisar? Psicologia é coisa séria, embora, particularmente eu não curta esse método como cura às minhas depressões psíquicas.

    Por fim, a sra. ainda não sabe fazer milagres e com certeza nunca aprenderá. A sua câmara fotográfica estar um pouco fora de foco. Se seu comentário nada tem a ver com a postagem que fiz falando nas palavras acima mencionadas, por favor me desculpe. Passar bem. Ah! as minhas postagens constam como anônimas porque não consegui entrar de maneira identificada.

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    1. Caro Senhor,

      Achar que eu possa considerar palavras como frenesi, liberdade, democracia não sejam adequadas, é de quem não me conhece e frequenta este blog muito pouco.

      Há comentários e comentários e às vezes, alguns deles podem até dizer coisas bem duras, mas são ditas de tal forma que não agridem e nem magoam ninguém, muito pelo contrário, já outros... nem fale à pena descrever de tão insanos. Eu os deleto!

      Este seu, é um comentário de quem é bem DONO da verdade, um tanto fora de tom. Não chega a ser agressivo, mas, severo demais. Todos nós já passamos da idade de levarmos "chamadas", você bem que poderia ser mais elegante, delicado e mais suave, "gentileza gera gentileza" e está faltando muito disso em nossos ambientes BBs.

      Por exemplo, quando você diz: "A sua câmara fotográfica estar um pouco fora de foco.", você imaginou que podemos ver a vida por ângulos bem diferentes? Se você for mais moço eu? Se eu for mais jovem que você? Isto muda tudo. Mesmo que tenhamos a mesma idade, poderemos sim, ver a vida por prismas diferentes: isto é democracia.

      E por falar em democracia, eu posso apagar ou deixar os comentários que eu quiser no meu blog, isto também é democracia, não podemos e nem devemos obrigar ninguém a nós engolir. Já engolimos sapos demais!

      Você diz que não se identifica porque não há esta opção. Veja como é muito simples: É SÓ ASSINAR O SEU COMENTÁRIO que ele deixa de ser anônimo, aliás, como muita gente faz.

      Muito obrigada, se quiser voltar pode voltar e se não for doer, receba o meu abraço.

      Leopoldina Corrêa

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    2. Sra., Não é de meu interesse que nos indisponhamos exaltados por motivos fúteis. Sei, mesmo frequentando pouquíssimo suas páginas, o quanto se esmera para levar notícias aos colegas aposentados. Fiquemos, cada um, com suas razões. Só quero reforçar que minhas citações aos vocabulários geradores dessa polêmica, não foi como crítica ao gerente do blog. Só acho que nossa liberdade é camuflada e a democracia é uma espécie de ditadura disfarçada. Quanto ao frenesi o Aurélio diz que, entre outros sinônimos, está o delírio, o desvario bem próximo de quem está perdendo a razão.

      Manoel Sales de Oliveira, Matr. 67228801

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  3. Sabe-se pelas redes sociais que foram inscritas três chapas para a AAFBB. Novamente o tão chorado desejo de união se desfez em meio à fogueira de vaidades. A AAFBB é importante? Sim, pois congrega mais de 40 mil associados todos do mesmo elo BB. Corrente que nos uniu e nos unirá eternamente. Unir? Bem. Isso somente nas nossas origens, pois basta haver uma eleição para assistirmos que mesmo para uma Associação de pouco ou nenhum poder de fogo nas grandes questões do funcionalismo, como o déficit continuado da Cassi ou as espoliações contra a nossa Previ, para assistirmos artilharia pesada e fratricida: uns querendo derrubar outros para “dominar” uma associação. Vá entender. A chapa da situação deve vencer sem maiores dificuldades e torço para que continue a dar bons rumos à AAFBB mesmo a trancos e barrancos, pois a tão falada União é discurso vazio nas bocas ávidas de poder.
    Luccas Mendes

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    1. Colega Luccas Mendes,

      Vejo que você voltou a comentar no blog, agora assinando. O que é muito digno de sua parte.

      Foram mesmo inscritas três chapas para a AAFBB. Lamentavelmente em função da falta de vontade política de um grupelho que se intitula “Semente da União”, mas que deveria denominar-se “Ramos de Urtica”, pois o que aquela galera menos quer é a verdadeira e desinteressada união.

      Fogueira de vaidades? Mais do que fogueiras! Um verdadeiro incêndio de proporções apocalípticas! E o pior é que eles, os Ramos de Urtica, se acham: veja você que conseguiram arrebanhar tão somente pouco mais de duzentas assinaturas de apoio? Pensando bem, acho até que conseguiram muitas, mas isso se deve à teoria dos porcos espinho que dormem juntos... Sabe-se que um porco espinho não espeta o outro.

      Mas, não jogue a toalha não. A nossa chapa NOVA ALIANÇA NA AAFBB está inscrita aguardando análise da Comissão Eleitoral. E mais: se houver maracutaia, vamos à Justiça pelo direito legítimo de concorrer em igualdades de condições com a chapa situacionista.

      Acompanhe aqui pelo blog os próximos capítulos dessa saga.

      Um abraço

      Leopoldina Corrêa

      PS: Adoro uma saga, não é à toa que tenho um grupo no Facebook: https://www.facebook.com/groups/359501630830272/ (copie e cole no naveagador)

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  4. Adaí Rosembak disse:

    Minha Querida Leopoldina,

    Faça como a Isa Musa disse. Não desperdiçe tempo nem pérolas com os porcos.
    O que tem de gente invenjosa, mal resolvida, ignorante,covarde, alienada, mal amada, é uma coisa impressionante.
    Portanto, desvie-se dos porcos e deixe eles chafurdarem na lama.
    Se a coisa for muito pesada, simplesmente não publique no Olhar de Coruja.
    Não deixe que emporcalhem seu blog.
    Não deixe o blog descer ao nível dos porcos.
    Você é a dona e a comandante do blog.
    Portanto, faça a coisa certa. Siga sua consciência.
    Continue em sua trilha e siga o que manda seu coração.
    Você é uma pessoa boa, bem intencionada e pura de alma.

    Um abração do Amigão

    Adaí Rosembak

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  5. Colega Manoel Sales de Oliveira, Matr. 67228801,

    Sou o autor do artigo “Razões de Uma Opção”.
    Não espero concordância com minhas opiniões nem com a escolha que fiz para o candidato à AAFBB, na pessoa do Colega Aldo Alfano pois, em política, religião e futebol, cada um tem sua própria visão.
    Mas, no seu comentário de 23.09.2013, de 16.56h, você faz algumas colocações que, realmente, são verdadeiros descalabros pela descolamento da realidade e da concepção lógica das coisas.
    Vejamos:

    - Em um ponto de sua nota você diz que nossa liberdade é camuflada e a democracia é uma espécie de ditadura disfarçada.
    O que é liberdade e democracia em sua opinião?
    A liberdade e democracia que imperam em Cuba e na Coréia do Norte?
    Não sei a sua idade mas passei pelo período da ditadura militar quando, como adolescente, queimei meus livros sobre marxismo para não ser preso.
    Havia um Congresso de marionetes, havia o AI-5, haviam os centros de tortura, a imprensa era amordaçada e tantas coisas mais que, nos nossos dias, somente persistem em Cuba , na Coréia do Norte e em alguns países africanos e que, nossos “companheiros bolivarianos” Venezuela, Equador e Bolívia estão em marcha acelerada para implantar.
    Por favor, se não está satisfeito com nossa liberdade e democracia, vá expressar sua livre opinião nesses países, mas não faça esse tipo de colocações mentirosas em relação à liberdade de expressão e às duras conquistas democráticas que conseguimos após décadas de tanta luta e sacrifício, pois sua atitude chega a ser um desrespeito e um insulto à nossa cidadania.

    - Na mesma resposta, você fez uma crítica ao meu uso da palavra “frenesi”, citando a definição nr. 1 do Aurélio que descreve a palavra como “delírio, desvario, tresvario” . Mas não citou a definição nr. 2, do mesmo Aurélio, que define a palavra como “Entusiasmo delirante, excitação, arrebatamento”, que foi justamente a conotação que eu quis dar à palavra. Mas, mesmo se atendo à definição nr. 1, os termos “delírio, desvario, tresvario” poderiam ser usados em um exercício metafórico.

    Assim, caro Colega Sales de Oliveira, você foi extremamente infeliz em suas colocações.
    Recomendo-lhe que, doravante, em suas leituras, não se atenha a detalhes irrelevantes, senão você perde o sentido do contexto e da essência do que está lendo.
    Em uma criança determinadas observações são aceitáveis e até risíveis. Meu neto, se lesse o artigo que escrevi poderia, em sua inocência, quando alcunhei Aldo Alfano de “Águia” , me perguntar: “ Vô, porque o senhor chamou o homem de águia se ele não voa?”
    Mas, em um adulto, isso não seria infantilidade, seria infantilismo.
    Portanto, meu amigo, leia mais, muito mais e, … cresça para poder aparecer.

    Adaí Rosembak

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O blog Olhar de Coruja apoia AMIR SANTOS - No 5 - candidato a DIRETOR DE PLANEJAMENTO NA PREVI