13 agosto, 2016

Renda variável garante redução do déficit da Previ até julho

A publicidade embutida na nota abaixo do presidente da PREVI, Gueitiro Genso, "maior fundo de pensão do País", não faz jus aos míseros benefícios dos associados do Plano 1 que involutariamente bancam os "bônus" milhionários que são pagos aos diretores (com exceção da Diretora Cecília Garcez, que devolveu o bônus ilegal) da PREVI, enquanto os benefícios pagos aos donos da Reserva da PREVI, são minguados e estão em patamares bem abaixo da média mundo. Na mesma esteira estão o Empréstimos Simples e o imobiliário (CARIM) da PREVI que de tão "simples e atrativo" não se consegue nem começar a pagar o PRINCIPAL, só juros por anos e anos. E esta é, certamente, a melhor aplicação da PREVI, extorquindo os donos da Reserva, que somos nós, os participantes e assistidos. A tabela aplicada não parece ser a Price, mas Long zice.

Será que o Banco do Brasil indicou um presidente para  a PREVI com bola de cristal? Sim, porque Renda Variável, como o próprio diz, pode dar lucro ou prejuízo... 

Confrontando a Nota do Presidente da PREVI Gueitiro Genso, publico matéria que foi resguardada do conhecimento dos associados que merecia explicação do Presidente Gueitiro Genso. Leiam a matéria abaixo:



Plano BD da Previ encerra primeiro semestre com resultado abaixo da meta


  Renda variável garante redução do déficit da Previ até julho

12/08/2016 09:01

A Previ, maior fundo de pensão do País, contabilizou um patrimônio total de R$ 168,1 bilhões nos primeiros sete meses. 

Mesmo diante de um cenário econômico mais conturbado, a fundação informou que bateu a meta atuarial prevista para o período e conseguiu reduzir em R$ 1,5 bilhão o déficit em relação ao resultado de dezembro, que agora soma R$ 14,5 bilhões.

A melhora no resultado é fruto principalmente do bom desempenho da carteira de renda variável, que em 2015 sofreu com a performance negativa da maioria das empresas brasileiras negociadas em Bolsa.

No Plano 1, que concentra 95% dos ativos, a fundação conseguiu garantir uma rentabilidade acumulada de 11,02%, acima da meta atuarial de 8,82% fixada para o período. O porcentual não leva em consideração a valorização de participações acionárias em blocos de controle da Previ, como a fatia na Vale, Neoenergia e Invepar, que são avaliadas a valor econômico e, portanto, só são contabilizadas no balanço fechado do ano. 

Pelos cálculos da Previ, a rentabilidade prévia do segmento ficou na casa dos 13%.

O destaque na carteira de renda variável veio dos ganhos obtidos com os papéis preferenciais da Petrobrás, que apresentaram rentabilidade acima de 77% e engordaram o patrimônio da fundação em R$ 1,8 bilhão. Com alta de 46% na Bolsa, a participação das ações ordinárias do Banco do Brasil na carteira do fundo elevou o patrimônio em R$ 1,6 bilhão. Já a aplicação em papéis ordinários da CPFL Energia gerou ganhos de R$ 2,4 bilhões.

"O desempenho dos planos da Previ, em especial o Plano 1, tem sido pontualmente afetados pela conjuntura econômica local e global, com muitas oscilações. Os fundamentos das nossas políticas de investimentos são bons e os ativos que temos nas carteiras, consequentemente, são sólidos e resilientes, entregando os resultados ao longo do tempo", diz em nota o presidente da Previ, Gueitiro Genso.

Já no Previ Futuro, a fundação teve rentabilidade de 16,83%, quase o dobro da meta e ampliou em R$ 1,7 bilhão seu patrimônio até julho. "O Previ Futuro, que tem todos os seus ativos (de renda variável) negociados na Bolsa, apresentou rentabilidade de cerca de 30%, alinhada ao desempenho do IBrX." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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