18 março, 2016

CPI dos Fundos de Pensão quebra sigilos de empresário condenado na Lava Jato

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos de Pensão quebrou os sigilos do empresário Adir Assad, condenado pela Justiça Federal, após ter sido investigado na Operação Lava Jato. O requerimento foi aprovado, nesta quinta-feira (17).

Com a medida, a CPI terá acesso aos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de Adir Assad e de oito empresas ligadas a ele. O empresário prestou depoimento à comissão, na semana passada, mas não respondeu a maioria das perguntas.

Adir Assad foi condenado em setembro do ano passado, por lavagem de dinheiro e associação criminosa. Na CPI, ele também é suspeito de usar suas empresas para lavar dinheiro aplicado por fundos de pensão no Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), denominado Trendbank.

Os negócios teriam contribuído para os atuais déficits nos fundos de pensão dos funcionários da Petrobras (Petros) e dos Correios (Postalis), que são alvos de investigação da CPI.

Buscar a verdade
O presidente da comissão, deputado Efraim Filho (DEM-PB), cita outra linha investigativa que associa o empresário Adir Assad à extinta CPI mista, de deputados e senadores, que apurou a ligação do bicheiro Carlinhos Cachoeira com agentes públicos, em 2012.

"Quem acompanhou a delação premiada (já homologada) do senador Delcídio Amaral (Sem partido-MT, ex-líder do Governo Dilma), lembra que, em trechos do documento, ele inclusive reputa essa eventual quebra de sigilo do senhor Adir Assad e de suas empresas a uma manobra para que fosse encerrada a então CPI do Cachoeira”, afirmou.

“Acho que esta CPI dos Fundos de Pensão consegue resgatar esse momento, e nós iremos ter exatamente esses dados para averiguar se havia fundamento ou não naquilo que ele apresenta. Então, acho que esta comissão cumpre o papel de buscar a verdade", acrescentou.

Adir Assad está em prisão domiciliar desde dezembro. De acordo com o Ministério Público, Assad também usou empresas de fachada para intermediar pagamento de R$ 40 milhões desviados da Petrobras.

Depoimento adiado
O depoimento do presidente do fundo de pensão da Caixa Econômica Federal, Carlos Coser, previsto para esta quinta-feira, foi adiado para a próxima terça-feira (29). A CPI apura as suspeitas de má gestão dos investimentos do Funcef, que seriam responsáveis pelo déficit de mais de R$ 5 bilhões do fundo.

O adiamento foi pedido pelo relator da CPI, deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), diante de compromissos partidários envolvendo a comissão especial do impeachment da presidente Dilma Rousseff e do clima político acirrado desta quinta.

Relatório adiantado
Souza afirmou que seu relatório está em fase final de elaboração e será apresentado na primeira ou segunda semana de abril: “Nós estamos bem adiantados em nosso relatório, que deve conter, pelo menos, três capítulos. Um capítulo vai contar os fatos da CPI e as razões de sua instalação. Em outro, vamos nos deter em pontos específicos da investigação: selecionamos alguns dos investimentos mais polêmicos, que tinham mais elementos e nos davam, inclusive, um caminho para a investigação. E teremos um capítulo para tratar da reformulação da legislação".

A CPI volta a se reunir na próxima terça-feira (22) para ouvir, pela segunda vez, o presidente da Previ, Gueitiro Matsuo Genso, sobre as suspeitas de má gestão e os prejuízos no fundo de pensão do Banco do Brasil.
 
Reportagem – José Carlos Oliveira
Edição – Newton Araújo

16 março, 2016

A CASSI É MINHA! E SUA TAMBÉM!


A CASSI É NOSSA!  Cuide dela com carinho pra que ela cuide bem da nossa saúde!

Nestas eleições/2016, analise antes de votar! A CASSI precisa de gente que se dedique integralmente a ela. Gente que não esteja pendurada em cabides e cargos, em mil Associações e empresas e que não se compromete com nenhuma delas!

A CASSI precisa de gente no Conselho Deliberativo que lute e vote no que é melhor para a nossa saúde. E precisa de Conselheiro Fiscal que entenda de contabilidade, que saiba ler despesas e receitas, que fiscalize e não deixe passar erros que vão gerar prejuízos futuros. Conselheiros que sejam gestores e fiscais da nossa saúde!

A CASSI é uma empresa. Ela precisa reduzir custos, produzir mais, atender maravilhosamente bem, fazer bons convênios, credenciar bons médicos e clínicas e esquecer aquelas indicações de conhecidos e amigos, que não aceitam reclamações.

UM DOS MAIORES PROBLEMAS DA CASSI É A SUA GESTÃO, COMPOSTA DE GENTE QUE SÓ TRABALHA UM DIA POR SEMANA. 

A CASSI exige respeito e gente que saiba administrar, profissionalmente, com responsabilidade e comprometimento. 

UMA CASSI SUSTENTÁVEL TORNARÁ NOSSA SAÚDE E DE NOSSA FAMÍLIA SUSTENTÁVEL TAMBÉM! Não escolha amigos para administrar a CASSI. Amigo favorece amigo e esquece quem não é amigo! Não é profissional. É amigo do amigo! Eleja um Diretor de Saúde que entenda de saúde e TENHA coragem para enfrentar os desafios que o BB nos impõe em relação à CASSI. Um Diretor que saiba fazer, para saber mandar! Prefira candidato COM TEMPO para se dedicar à CASSI!  

Antes de votar, pesquise e analise o currículo do candidato. Vá ao ponto chave: experiência na área de saúde e na área administrativa. 

A CASSI já sofreu muito nas mãos de gente incompetente. Nós estamos sofrendo com a intenção do BB de NÃO PAGAR A SAÚDE DOS APOSENTADOS. A CASSI tem recuperação. Ela precisa de competência e dedicação integral à sua gestão. Não eleja quem VAI continuar dilapidando nosso patrimônio. 

Queremos gente que não se venda ao Banco e não negocie prejuízos para os associados!  Queremos alguém que enfrente o Banco, pensando no que é melhor para aposentados, ativos, pensionistas e dependentes, em qualquer um dos Planos: Associado ou Família!

LEOPOLDINA CORRÊA e ILMA PERES – responsáveis pela denúncia contra o BB no Ministério Público, para defender nossos direitos na CASSI. Já analisamos. VAMOS APOIAR E VOTAR NOS CANDIDATOS DA CHAPA 3:

A CASSI É SUA!   CHAPA 3 NA CABEÇA!!!
Estes candidatos têm o que a CASSI precisa!


A CASSI É MINHA, É VOSSA, É NOSSA!!!


Aparelhamento ameaçado

 12 Março 2016 | 03h 00
Começaram a aparecer, em 2014, os primeiros sinais de reação – por parte de seus próprios empregados – ao aparelhamento pelo PT das empresas estatais e seus fundos de pensão. São ainda tímidos, consideradas as dimensões da vasta operação, ao mesmo tempo ideológica e fisiológica, montada para sustentar o projeto de poder do lulopetismo. Mas nem por isso menos importantes, até porque os atos de resistência tendem a se multiplicar, estimulados pela grave crise política, econômica e moral que vive o País e mostrou a verdadeira face daquele projeto.

O episódio mais recente foi a vitória, na eleição para representante dos funcionários no Conselho de Administração da Petrobrás, de uma chapa formada por engenheiros – Betânia Coutinho e Daniel Dellamora Bonolo – sem ligações com partidos políticos ou organizações sindicais. Essa é a primeira vez que isso acontece, desde que foi criada em 2012 aquela vaga para os funcionários poderem participar de discussões e decisões sobre os negócios e os rumos da empresa.

Antes, a disputa da vaga ficava restrita a candidatos da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP). Para a primeira, que não esconde a frustração com a derrota, “a categoria petroleira optou por entregar a vaga dos trabalhadores a quem pensa como o mercado”. A verdade, como diz um funcionário que prefere se manter anônimo, é que essa eleição “foi um sinal de que os empregados não aguentam mais a influência dos sindicatos e do PT na Petrobrás”.

Ou, como diz a candidata vencedora, Betânia Coutinho, desde que concorreu pela primeira vez ao cargo, no ano passado, “percebi que os empregados da Petrobrás buscavam uma alternativa de representação que não necessariamente seja vinculada a qualquer grupo político”. Daí porque promete que sua atuação será técnica. Uma mudança radical em relação à forma – viciada pela política e o sindicalismo – de tratar os problemas da empresa, que é um dos componentes da situação desastrosa em que ela se encontra.

Dois outros episódios mostram que a revolta contra o aparelhamento de estatais e fundos de pensão não é de hoje, embora ainda caminhe lentamente por causa da forte resistência dos que neles se encastelaram para ali exercer uma militância regada a bons salários e outros benefícios. Em maio de 2014, surgiu um grupo de oposição à chapa do PT e da CUT na eleição para dois cargos de diretores e seis de conselheiros da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ).

Um dos pontos principais de seu programa era introduzir mudanças na escolha dos dirigentes para que, como dizia Cecília Garcez, integrante daquele grupo, o sistema permitisse que a experiência como dirigente sindical contasse tanto quanto a de ter sido executivo em uma empresa. Esse objetivo modesto – afinal, trata-se de algo elementar – mostra como tem sido difícil desmontar o esquema armado pelo PT.

Mas o avanço nesse sentido no âmbito da Previ foi importante, porque ela é o maior de todos os fundos das estatais e também exerce influência sobre dezenas de empresas das quais é acionista e que vão do petróleo à indústria aeronáutica. É um universo de pelo menos 50 cargos em conselhos de administração e fiscalização.

Ainda em 2014, uma chapa de oposição ao conjunto PT/CUT conquistou cargos importantes na direção do Fundo de Pensão da Caixa Econômica Federal (Funcef), que é o terceiro maior do País.

A faxina até agora lenta dos fundos de pensão e da máquina administrativa das empresas estatais poderá ser acelerada não apenas pela crise, mas também pelos efeitos nefastos do seu aparelhamento político. Má gestão e investimentos feitos sem rigor técnico, quando não por critérios políticos, acarretaram sérios prejuízos e ameaçam as pensões pagas a seus integrantes, que não deixarão de reagir.

Tudo isso junto começa finalmente a colocar em xeque mais essa desastrosa aventura petista.




14 março, 2016

A AAFBB e suas arbitrariedades


 Está ficando cada dia mais difícil pertencer aos quadros de associados da AAFBB. Célia Laríchia,  a presidente aclamada naquela nossa associação está se portando deliberadamente como uma ditadora.

Ao acessar ao site daquela nossa associação fiquei indignada com divulgação de um banner dando conta de que a AAFBB apoia e integra a Chapa 1 da CASSI para as Eleições 2016. 

Há alguns dias recebi de um colega uma mensagem onde o mesmo me informava de uma outra declaração de Célia Laríchia em um grupo de WhatSapp: “ …institucionalmente a AAFBB apoia a Chapa 1”, chapa esta que há poucos dias foi alvo de uma matéria muito séria neste blog: Desembrulhando o presente,  sobre seu candidato a diretor que, sequer, deu uma única satisfação e, simplesmente, sumiu.

Pergunto:

a) O quadro de associados da AAFBB foi consultado sobre quem deveria apoiar?

b) A AAFBB tem um único dono?

c) Desde uma associação com mais de 30.000 associados têm essa preferência homogênea ?

d) São muitas as insatisfações com modus operandi da AAFBB, desde a cumplicidade com o governo a obrigar os associados de todos o país a bancar uma associação apenas para a cidade do Rio de Janeiro usufruir  dos seus benefícios e os únicos com direito a votar e serem votados.




Protesto na av. Paulista é o maior ato político já registrado em São Paulo

Enquanto as manifestações estampam e repercutem nas páginas dos jornais de todo o país e até da imprensa internacional, nos sites das nossas duas maiores associações ANABB e AAFBB, nenhuma referência sobre o maior ato político popular do país, desde de "As Diretas Já"

O descaso ao associado e a falta de pudor do clube petista que dirige a ANABB, está escancarado. Por que será?

Publicado em 14/03/2016 às 08h30

O protesto na avenida Paulista contra a presidente Dilma Rousseff foi o maior ato político já registrado pelo Datafolha, superando inclusive o famoso comício pelas Diretas-Já no vale do Anhangabaú, em 16 de abril de 1984.

Segundo medição do instituto, participaram cerca de 500 mil pessoas na avenida e suas adjacências, mais do que o dobro do maior ato anterior contra Dilma, de março do ano passado, que reuniu 210 mil manifestantes. No meio da tarde, a Polícia Militar viu-se obrigada a limitar o acesso à região.


Saiba mais em
Protesto na av. Paulista

Atualizado em 14/03/2016 às 8h47

11 março, 2016

Deveres e Direitos da Cidadania alinhados com à Democracia> 13 de março de 2016


Cidadania é a prática dos direitos e deveres de um(a) indivíduo (pessoa) em um Estado.[1] Os direitos e deveres de um cidadão devem andar sempre juntos, uma vez que o direito de um cidadão implica necessariamente numa obrigação de outro cidadão. Conjunto de direitos, meios, recursos e práticas que dá a pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do Governo de seu povo.

Democracia é um regime político em que todos os cidadãos elegíveis participam igualmente — diretamente ou através de representantes eleitos — na proposta, no desenvolvimento e na criação de leis, exercendo o poder da governação através do sufrágio universal. Ela abrange as condições sociais, econômicas e culturais que permitem o exercício livre e igual da autodeterminação política.




10 março, 2016

Senado aprova pedido de auditoria nos palácios do Planalto e da Alvorada

                                   Quinta, 10 de Março de 2016 - 10:20
Senado aprova pedido de auditoria nos palácios do Planalto e da Alvorada
                                   Foto: André Corrêa / Agência Senado
 
O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (9) dois requerimentos do senador Ronaldo Caiado (GO), líder do DEM, que pedem auditorias relacionadas ao governo federal. Segundo informações da Agência Brasil, um dos requerimentos solicita auditoria patrimonial nos palácios do Planalto e da Alvorada. 
 
Caiado quer que seja apurado eventual desaparecimento de bens da União nos dois palácios, que ficam sob a guarda da Presidência da República, após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixar o cargo, durante a retirada de seus pertences. 
 
O congressista justifica que a força-tarefa da Polícia Federal (PF) em Curitiba investiga a retirada de bens do Palácio do Planalto no fim do mandato do ex-presidente e o armazenamento em um depósito em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo. “Há suspeitas de que itens que pertencem à União tenham sido levados para o depósito”, alega Caiado. Ele ressaltou que a PF pediu a apreensão dos itens, mas o pedido não foi autorizado pelo juiz Sérgio Moro. 
 
Moro ordenou apenas que o material fosse catalogado e fotografado para posterior verificação de dano à União. O outro documento pede pede ao Tribunal de Contas da União (TCU) que faça uma auditoria para verificar se houve transferência de recursos da Caixa Econômica Federal e dos fundos de pensão de estatais para a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop). 
 
A justificativa também menciona investigações em curso na Polícia Federal “De acordo com a investigação, iniciada em 2008, o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, criado pela entidade [Bancoop] teria recebido R$ 26 milhões de fundos de pensão estatais. A Funcef, da Caixa Econômica Federal, teria feito um aporte de R$ 11,2 milhões; a Petros, da Petrobras, teria colaborado com R$ 10 milhões; e a Previ, do Banco do Brasil, teria injetado R$ 5 milhões“, alega o senador. 
 
Caiado apontou ainda que o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, é acusado de desviar R$ 100 milhões da cooperativa.  
 
 
 
 

Desembrulhando o presente



Caros colegas Associados da CASSI,

De longe, esta é uma declaração que eu não gostaria de fazer. Mas, por uma questão de fidelidade,  é minha obrigação,  alertar meus iguais sobre um candidato  que por deliberação própria, ficou um ano inadimplente com a CASSI.

É inconcebível que quem não consegue administrar nem a sua própria situação financeira tenha a petulância de se lançar candidato a um cargo de tamanha responsabilidade numa entidade do porte da CASSI.

É, no mínimo temerário, que um associado que teve sua  inadimplência com a CASSI bancada pelos demais associados se lance como defensor dessa mesma entidade.

Esse candidato, meus colegas, é um daqueles que à custa de conluios e conchavos tem cadeira cativa nas nossas Caixas e associações sem NADA fazer por nós. Ele inclusive acha que somos todos parte de sua plateia de um circo para o qual criou até um jargão histriônico personalizado até para falar de assuntos tão sérios como a sustentabilidade da CASSI.

Pasmem, esse candidato falastrão, de sorriso muito fácil é o candidato a Diretor de Saúde da CASSI pela  Chapa 1, que além da sigla partidária petista que ostenta,  já é figura carimbada nos quadros das nossas Caixas e associações.

Além do mais, a situação da CASSI é muito delicada para ser administrada por candidato com esse perfil. A situação da  ANABB, como se verá em breve, é similar a da CASSI e esse candidato já esteve na ANABB em gestão anterior,  assim como na PREVI, de onde saiu para dar lugar à Cecília Garcez, com o aval do seu  próprio partido, sem qualquer destaque em sua gestão. Hoje, eleito   para a gestão 2016/2020, continua na ANABB e, com certeza, findará seu mandato sem dizer a que veio.

Gostaria de lembrar aos meus iguais, que as  chapas 1 e 2 tem o respaldo do governo petista para manter suas garras nas nossa entidades casa, previ e associações , a exemplo do ocorrido em dezembro/2015, quando um Conselheiro Deliberativo ELEITO por nós para PREVI, favoreceu a distribuição milionária de bônus (remuneração variável) aos diretores da PREVI,  em acordo para que o BB se esquivasse de usar o VOTO DE MINERVA, coisa que o BB tenta evitar sob todas as forma em razão do desgaste que isso causa.

Ainda sobre o famigerado bônus, há a exemplar excessão da praticada pela Diretora Cecília Garcez que não  aceitou e o devolveu.

 Por sua atenção, muito obrigada,

Leopoldina Corrêa

08 março, 2016

O blog Olhar de Coruja oferece um brinde a todas as mulheres!!!

Fotos com Movimento
O blog Olha de Coruja faz um brinde a todas as mulheres que lutam por dias melhores para o nosso país.

Hoje os corações da mulheres estão em festa. 


Parabéns parceiras.

Muito obrigada pela audiência.

Grande abraço,

Leopoldina


06 março, 2016

Apresentação dos currículos dos candidatos da Chapa 3 "A CASSI É SUA!"

                                                
       HUMBERTO SANTOS ALMEIDA 
                 Candidato a Diretor

Fisioterapeuta e acupunturista, com três  especializações na área de saúde, MBA de Gestão de Planos de Saúde e Gestão de Pessoas. Desenvolveu estudos sobre saúde coletiva na Universidade Federal da Bahia. Trabalhou nas agências Jaguaquara-BA, Cidade Alta-BA, CESEC-Salvador e CSL. Foi vice-presidente do Comitê Cidadania mantido pelas doações dos funcionários do BB. Estimulou a criação do MVV (Movimento pela Valorização da Vida) em defesa dos associados da CASSI, combatendo o cartel de anestesistas. Idealizador de ações sociais através ambulatório popular com visão integral. Um dos fundadores do Conselho de Usuários da CASSI-BA, atuando há 15 anos nessa instância. Coordenador do Conselho de Usuários e da Representação Nacional dos Conselhos. Na ativa.

 
 RONALDO DE MORAES - RJ

Graduado em engenharia (UFRJ) e em análise de sistema (FIJ), lotado no CSL (RJ). Foi eleito GAREF pelo RJ-98. Delegado sindical no Complexo do Andaraí (RJ) e foi membro do Conselho de Usuários da CASSI - RJ, desde a sua fundação, tendo participado da gestão anterior. Funcionário da ativa.


OTAMIR SILVA DE CASTRO - GO

Goiano. Tomou posse em Porangatu-GO. Formado em História com pós-graduação em Metodologia do Ensino Superior e Teoria da Educação. Em Brasília, foi membro da CIPA e delegado sindical várias vezes. Atuou como Conselheiro Fiscal eleito da CASSI entre maio de 1998 e maio de 2000. Trabalhou como Gerente de Equipe no antigo CESEC Brasília, onde adquiriu vasta experiência na área de Recursos Humanos. Exerceu suas últimas funções no Setor de Funcionalismo, aposentando-se em 2007.


 KAREN D AVILLA - RS

Ingressou no BB em 2000, tendo exercido mandados por 7 (sete) anos como delegada sindical e atuou na diretoria de saúde e condições de trabalho do sindicato de Porto Alegre. Coordenadora da Conferência Macrorregional de Saúde do Trabalhador no Conselho Estadual de Saúde do RS e foi membro do Conselho de Usuários da CASSI de Porto Alegre. Graduada em sociologia.


LUIZ PIZETTA - PR
Ingressou no Banco em Videira (SC) e estando em Curitiba – PR. Analista B UA no 7419-CESUP PATRIM e SUPRIM PR (CENOP LOG CURITIBA PR) no Shopping Estação. Graduado em Ciências Contábeis, pós-graduado em MBA – Executivo em Gestão e Negócios do Desenvolvimento Regional Sustentável pela UNB. Foi eleito representante dos funcionários do PR no Conselho Estadual de Ética. Membro da CIPA, tendo exercido diversos mandatos e delegado sindical. Membro do Conselho de Usuários da CASSI-PR, há quase 10 anos.


JOSÉ CARLOS DOS SANTOS - MG

Nascido em Minas Gerais, aposentado no BB , desempenhou todas as funções de Agência. Graduado em Administração, Especializado em finanças, Mestrado em Gestão de Empresas. Atuou como Educador no Banco no curso Diálogo, Gestão de Equipe e outros, em mais de 90 turmas em quase todas as GEPES do país. Participa ativamente do debate sobre a CASSI em diversas mídias. É um estudioso na área de Previdência e Gestão. Desenvolveu diversos programas comunitários voltados para a área de educação e orientação sobre drogas. Trabalhou em diversas agências de Minas Gerais e Rio de Janeiro.
 

 NÁDIA NOVAIS - DF

Graduada em comunicação social, publicidade e propaganda pela UCSAL , pós-graduada em Marketing e redes sociais pela AVM faculdades integradas. Aprovada nos certames do programa de certificação interna de conhecimento do BB, cursando Direito. Tomou posse em Salvador(BA) e encontra-se lotada na agência FAB VI COMAR (BSB).


ANGELO ARGONDIZZI MARCELINO - SP

Graduado em Ciências Contábeis pela PUC e em História pela UNICAMP. Ingressou no BB em 1980 como menor aprendiz e no movimento bancário no Cesec Campinas, onde tomou posse em 1984. Destacando-se em defesa dos trabalhadores bancários a frente das principais greves, mobilizações da categoria contra o fechamento da Gerel em Campinas e as demais reestruturações. Membro da Oposição Bancária Campinas / CSP Conlutas. Lotado na Genop (SP), predial Campinas.


 LEODETE SANDRA CAVALCANTI SILVA - PE

Graduada em Turismo pela UNICAP, posse no BB em 30/01/2006 na ag. Bezerros-PE, trabalha na Gecex Recife desde 2008 onde teve uma atuação destacada junto aos colegas do BB contra a reestruturação de 2014/2015. Participou da chapa de oposição às eleições 2015 para o Sindicato dos Bancários de Pernambuco.