14 setembro, 2015

Seleção de Conselheiros tem revisão de critérios

11/09/2015

Ampla mudança valoriza a qualificação e traz mais transparência e segurança ao processo.

O trabalho de revisão, desenvolvido pela Diretoria de Participações, resultou em critérios mais rigorosos, de forma a privilegiar aqueles candidatos melhores pontuados em função de suas experiências profissionais e formação acadêmica.

Neste momento, o acesso para cadastro e atualização dos currículos está bloqueado de modo a que sejam efetivadas as adequações necessárias no sistema.

Uma das principais mudanças trazidas pelo processo de revisão foi a obrigatoriedade de comprovação das informações curriculares prestadas pelos candidatos. Os interessados e/ou candidatos cadastrados devem reunir desde já os documentos comprobatórios necessários para que consigam encaminhá-los nos prazos que forem estabelecidos. A obrigatoriedade do envio dos documentos já estará em vigor para a Seleção de Conselheiros 2016 e, por essa razão, pedimos especial atenção àqueles que já cadastraram seus currículos e que desejam continuar concorrendo a futuros processos seletivos.

Em breve divulgaremos informações sobre o envio da documentação e a respeito de outras mudanças aprovadas.

PREVI

Minha fotoTudo um grande jogo de cena, pois as cartas já são todas bem marcadinhas. 
Alguém acreditas que quem não é petista tem chance? Ahahahahah... 

13 setembro, 2015

À especial atenção do colega Adolpho Nogueira e de Arnaldo Josë Vollet

Caros colegas,

Tenho recebido muitas mensagens de apoio a minha candidatura à ANABB, mas há algumas que merecem que sejam divulgadas e esta, certamente, é uma. 
Não importa que "estamos concorrendo em "carreira solo"", pois não somos concorrentes, na verdade, somos aliados em busca da preservação do nosso Patrimônio, por isso, divulgo com prazer este apoio, ao tempo em que o retribuo.

Muito obrigada, Adolpho Nogueira!

Grande abraço,

Leopoldina Corrêa


Cara amiga Leopoldina: 

Muita Paz. 

Temos posições comuns, quanto às eleições da ANABB, onde estamos concorrendo em "carreira solo", sem participar de conchavos, grupos, patrocínio de entidades e afins. Como você, também confio apenas no apoio dos amigos, feitos em mais de três décadas de BB e igual período como instrutor do DESED. Também entendo que deve haver renovação na NOSSA AAFBB, livrando-a dos seus permanentes "donos"

Além da experiência de três décadas na área acadêmica - análise econômico-financeira, conto com cerca de 25 anos ininterruptos como conselheiro de empresas (Brahma, Kepler Weber, Eletrobrás, Klabin, Embraer e Jereissati, dentre outras). 

Muito me agradou ver sua indicação sobre o nome do Arnaldo Vollet para o CF. É amigo de muitos anos, pessoa admirável e companheiro de jornadas da Doutrina Espírita em trabalhos junto a irmãos carentes. Como teremos votação para 21 candidatos para o CF, conte com meu apoio. Fica sempre a esperança de atuarmos juntos. 

Fraterno abraço. 

Muita Paz.


Adolpho Nogueira
 
 
 

11 setembro, 2015

ELEIÇÕES ANABB 2015 - Nomes apoiados pelo blog Olhar de Coruja


Dentre os 150 candidatos para o Conselho Delibetativo e mais de 30 para o Conselho Fiscal, o blog Olhar de Coruja, sempre atento à Ética, à Transparência e à Preservação da ANABB como Patrimônio dos seus Associados, selecionou nomes confiáveis para gerir o futuro da associação.



Para o Conselho Deliberativo são apenas 21 nomes na Cédula Eleitoral, porém para que tenhamos uma melhor margem de escolha acrescentamos mais alguns nomes.

O blog Olhar de coruja confia e indica os nomes dos seguintes colegas para a próxima gestão ANABB 2016 a 2020:

CONSELHO DELIBERATIVO:
 
Adelmo Vianna Gomes (Adelmo Vianna) 
 

Antonio Sérgio Riede (Sergio Riede)

Benedito Sérgio de Rezende (Bené)

Carlos Guilherme Haeser (Guilherme Haeser) 

Célia Maria Xavier Larichia (Célia Larichia)

Celson José Matte (Celson)
 
Cláudio Nunes Lahorgue (Lahorgue)
 
Elaine Michel
 
Emidio Costa Ribeiro (Emidio)
 
Fernando Amaral Baptista Filho (Fernando Amaral)
 
Gilberto Matos Santiago (Gilberto Santiago)  

Humberto Santos Almeida (Humberto 
Almeida)
 
Isa Musa de Noronha (Isa Musa)
 
Ivo Ritzmann
 
João Botelho
 
José Bernardo de Medeiros Neto (Medeiros)
 
José Branisso
 
José Maria rabelo

Leopoldina Maria Corrêa Freitas (Leopoldina Corrêa)
 
Luiz Oswaldo Santiago Moreira de Souza (Luiz Oswaldo)
 
Maria Goretti Fassina Barone Falqueto (Goretti Barone)
 
Mário Tatsuo Miyashiro (Mário Tatsuo)
 
Pedro Paulo Portela Paim
 
Roberto Dao Quimaier Moraes (Roberto)
 
Terezinha de Jesus Correa Lauande (Terezinha Lauande)

CONSELHO FISCAL:
 
Antonio José de Figueiredo Ferreira
 
Arnaldo José Vollet (Arnaldo Vollet)
 
Cláudio Eduardo Cardoso Marra (Cláudio Marra)
 
Ilma Peres Causanilhas Rodrigues
 
Ítalo Lazzarotto Júnior (Ítalo)
 
Vera Lúcia de Melo (Vera Melo) 


DIRETORES REGIONAIS



ACRE 1
Júlia Maria Matias de Oliveira (Julinha)
 

BAHIA 5
José Easton Matos Neto (José Matos)
 

ESPÍRITO SANTO 16
Sebastião Ceschim (Ceschim)
 

GOIÁS 17
Saulo Sartre Ubaldino (Saulo Sartre)
 

MINAS GERAIS 22
Luiz Carlos Fazza (Fazza)
 

PARANÁ 30
Anibal Rumiatto (Rumiatto)
 

PARANÁ 32
Moacir Finardi (Finardi)
 

PARANÁ 33
Carlos Ferreira Kravicz (Carlos Kravicz)
 

RIO DE JANEIRO 37
Antônio Roberto Vieira (Antônio Roberto)
 

RIO DE JANEIRO 38
Maurício Gomes de Souza (Maurício Souza)
 

RIO GRANDE DO SUL 47
Oraida Laroque Medeiros (Oraida)
 

RIO GRANDE DO SUL 49
Saul Mário Mattei
 

SÃO PAULO 58
Reginaldo Fonseca da Costa (Reginaldo)
 

SÃO PAULO 63
Jaime Bortoloti (Jaime)

Negociações da Cassi

cassi2 
No dia 04/09, ocorreu mais uma negociação sobre o déficit da Cassi. No informe sobre esta reunião, já se fala que, com o simples repasse de valores devidos à Cassi, as contas de 2015 fecham sem consumir todas as reservas. Só agora o BB descobriu que havia  recursos que eram devidos à CASSI, provenientes de acertos do PAS – Programa de Assistência Social e de benefícios do INSS ? Parece que o clima de terror, constante nos diversos comunicados aos funcionários, tem como objetivo facilitar a aprovação de propostas que nos façam abrir mãos de direitos, onere os associados e, acima de tudo, que livre o Banco de sua responsabilidade com o custeio de nossa saúde.

Reafirmamos nossa posição publicizada na semana passada, “PROPOSTAS EMERGENCIAIS, SIM. ÀS CUSTAS DOS TRABALHADORES, NÃO. Por isso, achamos equivocada a proposta apresentada pelas entidade que compõem a mesa de negociação, de dedução de 5% da PLR como contribuição emergencial à CASSI. Esta proposta não foi aprovada em assembleia ou pelo Congresso Nacional dos funcionários do BB , nem faz parte da minuta da campanha salarial . E, acima de tudo, significa que somos nós os principais penalizados pelo déficit, à medida em que não estabelece nenhuma contrapartida do próprio banco.

Também consideramos equivocada a defesa da inclusão, no Estatuto da Cassi, do compromisso de proporcionalidade de contribuição que seria uma vez e meia do BB para uma dos associados. Esta proposta não tem  caráter emergencial , porque a contribuição já acontece desta forma. Além disto, abandona a tradicional bandeira do funcionalismo, que é a exigência de que o BB contribua 2 para 1 , como ocorria até a reforma estatutária de 1997.

Somente chegaremos a uma proposta que responda aos interesses do funcionalismo se houver mobilização. Por isso, defendemos que a CASSI seja um dos principais temas de nossa campanha salarial. Defendemos ainda que todas as propostas apresentadas sejam amplamente debatidas com a categoria. Consideramos corretíssima a proposta contida em uma carta assinada por vários delegados sindicais do Rio de Janeiro, chamando os Sindicatos e as entidades representativas dos aposentados a organizarem, junto com os delegados sindicais de base, um Encontro Nacional aberto, com a participação dos funcionários da ativa e aposentados, para realizar esse debate e de onde deve sair a proposta do funcionalismo .

Muitos colegas têm questionado sobre a minha participação nas negociações a respeito da CASSI. Meu mandato está a serviço de ajudar a organizar o funcionalismo nos enfrentamentos com o BB.  E hoje , a questão da CASSI, é fundamental para o funcionalismo. Por isso, já há algum tempo venho solicitando o direito de participar da mesa de negociação com o banco. Participam da comissão 5 entidades, com seus representantes: a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramos Financeiro (CONTRAF/CUT), a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (CONTEC), a Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB), a Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB) e a Associação dos Aposentados e Funcionários do Banco do Brasil (AAFBB). Das 5 entidades, 4 já se posicionaram favoravelmente à minha participação: CONTEC, ANABB, AAFBB e FAABB.

Aguardo o posicionamento da CONTRAF/CUT, esperando que compreendam que sou representante eleita de toda a categoria, a quem interessa que eu participe destas reuniões.

Juliana Donato – 
Representante no Conselho de Administração do BB

10 setembro, 2015

Vídeos do depoimento completo do Presidente da PREVI à CPI dos Fundos de Pensão

No dia 3 de setembro o Presidente da PREVI, GUEITIRO MATSUO GENSO, esteve na CPI dos Fundos de pensão da Câmara.





    
Durante mais de cinco horas o Presidente foi questionado pelos Deputados a respeito dos investimentos da PREVI, sobre bônus, Resolução CGPC 26, teto de benefícios, etc. Sobre bônus o Presidente tergiversa ao dizer que não teve Bônus e que entre 2011 a 2013 foi feita uma adequação com o Banco do Brasil pelo Contrato de Cessão e que hoje existe a “remuneração variável” de  até seis salários aprovado em maio de 2015 e que isso é igual ao que o banco paga para os seus  funcionários. A PREVI segue a mesma regra do Banco do Brasil. Naturalmente os deputados se deixaram enganar por esse jogo de palavras e pela aparente isonomia com o BB sem terem percebido que o BB é instituição financeira com ações em bolsa, tem acionistas que decidem sobre a destinação do lucro, enquanto que na Previ, entidade sem fins lucrativos, seu Conselho Deliberativo jamais poderia aprovar pagamento de  bônus, remuneração variável ou que nome queiram dar a essas benesses ignóbeis.   

O que mais se ouviu dele foi a frase “eu só estou lá há seis meses”. Está certo.... Só que espera-se mais de um presidente do maior Fundo de Pensão da América Latina. Esperava-se respostas mais objetivas que denotassem conhecimento de causa das questões que incomodam os associados da PREVI. Ao tentar justificar sua falta de opinião sobre importantes temas tratados, o Presidente passa a ideia de alheamento e falta de compromisso com participantes e assistidos da PREVI. 

Também é de causar irritação e desconsolo ouvir o Presidente da PREVI afirmar, sobre o Teto de Benefícios, que o Banco desistiu de assinar o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) determinado pela PREVIC. Surpreendentemente afirma que o assunto está encerrado na PREVIC. E mais: o Presidente afirma que não existe na Lei! Que a PREVI não está irregular! Como?? Se a PREVIC que é órgão normatizador, regulador, recebe uma denúncia, apura, determina ações de saneamento e a PREVI descumpre?  Novamente faltou aos deputados presentes conhecimento de causa para rebater essas alegações absurdas. 

Resumindo, foi bastante decepcionante a participação do Presidente da PREVI na CPI. Mais desalentador ainda ver o despreparo dos deputados que o interpelaram, contudo, outros personagens serão chamados à CPI e, eu, pela FAABB, quando lá estiver espero ter a oportunidade de  desmontar uma por uma essas tergiversações do Presidente. 

A Câmara tem posto no ar os vídeos das Audiências e a colega Leopoldina Correa gentilmente capturou as questões e as respostas do Presidente, condensando-as em vídeos e publicando em sua TV Asas para que todos possam tomar conhecimento do que pensa (ou não) o Presidente da PREVI.

Assistam

Isa Musa de Noronha

Minha foto
 Colegas, fazer vídeos é um trabalho que me dá muito prazer, quando sou eu que produzo. Quando se trata de downloadar vídeos da internet e editá-los, a coisa é bem mais complicada, portanto, espero que estes vídeos sejam muito proveitosos para todos. Por força do ofício, obrigatoriamente, tenho que assistir todos, por isso, posso garantir que é de suma importância que tomemos conhecimento conteúdo deste depoimento.

CPI dos Fundos de Pensão: depoimento de diretores da Previc em caráter reservado

Michelle Macedo (ASCOM/Dep.Sérgio Souza)

9 de setembro de 2015


Brasília (DF) - O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos de Pensão, Sérgio Souza (PR) pediu para que informações fossem dadas de forma reservada durante as oitivas desta terça-feira (8), que ouviu três diretores da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc): o de superintendência, Carlos Alberto de Paula; Fiscalização, Sérgio Djundi Taniguchi; e o substituto de Fiscalização, Maurício de Aguirre Nakata.

“As sessões reservadas são para que nós possamos fazer perguntas e ter respostas àquilo que os depoentes não estão se sentindo na liberdade de falar publicamente. Há muitos processos, investigações feitas pela Previc, muitas delas em parceira com a Polícia Federal e já encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF). Então para que os depoentes tivessem a liberdade de nos expor com detalhes essas ações, solicitei sessão reservada para que possamos avançar nos nossos trabalhos”, explicou o relator.

Muitas perguntas ficaram sem respostas durante mais de seis horas de explicações, cabendo o envio de documentos para a CPI. Questionados sobre a abertura de investigação criminal do Fundo Postalis, os dirigentes não sabiam responder quais os motivos levaram a tal situação. Porém, a investigação foi iniciada por meio de documentos enviados pela Previc ao Ministério Público Federal (MPF) que iniciou os trabalhos.

Números

A Previc já realizou 1892 autos de infração nos Fundos de Pensão. A partir de 2004 foram 54 ao Postalis, 13 para Petros, 10 a Funcef e 3 ao Previ. Quando questionado pelo relator em quais investimentos estes autos ocorreram, nenhum diretor especificou quais foram.

Segundo Carlos Alberto de Paula, as fiscalizações foram intensificadas: “Estamos trabalhando juntamente com outros órgãos para que cada vez mais as fiscalizações aconteçam de forma efetiva e se diminuam as chances de desvios de comportamento nos Fundos”.

Má gestão?

Ainda de acordo com Carlos Alberto de Paula, os deficits apresentados pelos fundos não são sinônimos de má gestão. Entretanto, momentos depois, afirmou que “a má gestão pode gerar deficit aos Fundos”.

O relator ainda questionou o diretor presidente sobre os investimentos de alto risco que foram feitos pelos Fundos. “O senhor acha que a Previc não foi omissa ao ver os investimentos que foram feitos e que geraram deficit aos fundos e não se manifestou em relação a isso?”. Segundo o diretor-presidente, o órgão não foi omisso, uma vez que há uma crise financeira instalada.

Entenda

Os quatro fundos de pensão investigados pela CPI (Petros-Petrobras; Postalis-Correios; Previ-Banco do Brasil; e Funcef-Caixa Econômica Federal) somaram R$ 31 bilhões em deficit ao fim de 2014.

O diretor-presidente disse ainda que o Brasil tem o oitavo sistema de previdência complementar do mundo, com um patrimônio da ordem de R$ 700 bilhões. O sistema compreende algo em torno de 13% do Produto Interno Bruto (PIB).


PELA VISIBILIDADE DA CPI DOS FUNDOS DE PENSÃO

Prezados,

Segue a proposta de texto para que todos os associados possam contribuir para o pedido de maior transparência na CPI mediante a sua cobertura ao vivo pela TV Câmara.

A ideia é chamar a atenção para os fatos que estão sendo tratados de forma a dar publicidade à sociedade como um todo e, ainda, fazer uma pressão para os Deputados que não estão dando o apoio necessário.

A estratégia seria enviar esse texto abaixo ou similar para o email     cpiaovivofundosdepensao@gmail.com

Uma vez recebidos os e-mails, esses serão e encadernados para levar pessoalmente à CPI. A estratégia é a de arrecadar o maior número possível de emails para que possamos chamar a imprensa e entregar na presença dela exigindo não só maior transparência, como, ainda, maior participação dos Deputados Regionais, notadamente dos Estados com maiores participantes que são eleitores - região sudeste e sul.

Esse é o texto proposto:

Eu ______________________________, CPF n. ____________________ vinculado ao Fundo de Pensão ____________________________ e residente no Estado do ____________________ , venho por meio desta requerer ao Ilustre Sr. Deputado Federal EDUARDO CUNHA,  Presidente da Câmara dos Deputados e ao Ilustre Sr. Deputado Federal EFRAIM FILHO, Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre os Fundos de Pensão, que seja dada maior transparência aos trabalhos da citada CPI com a transmissão ao vivo de todas as suas sessões pela da TV Câmara.

Certos da compreensão e acolhimento desse pedido, solicito a gentileza de deferimento.

(Nome de assinatura de E-mail)
 
 
Rogo a todos que multipliquem essa solicitação.

Grata

Isa Musa
 

05 setembro, 2015

Ebenézer põe em pratos limpos razões de sua renúncia da AAPBB

Caro Sérgio Castro,



À vista de sua resposta (abaixo), fico no dever de tecer as seguintes considerações:

 Discussão “a posteriori”, como você cita, corrobora que houve decisões e procedimentos antecipados.
A nomeação de vice-presidentes foi apenas um exemplo dentre inúmeras atitudes autoritárias.
 Não se pode dizer que a nomeação de um vice-presidente seja um caso omisso a ser resolvido pela presidência, pois a eleição está prevista no Art.13-par.”b” do estatuto.
A interpretação de que o que não é expressamente proibido é permitido é demasiadamente ampla.  Se essa interpretação é admitida numa associação, como pode ser contestada na PREVI e na CASSI?
É lamentável que a associação tenha artigos de seu estatuto confrontados por pareceres de advogados.
 A sua mensagem à colega Marli Rios não pode ser considerada informal porque você a firmou em “nome da associação”.
 Quanto à negativa de “juízo de valor” em sua mensagem, entende-se que toda palavra proferida ou escrita encerra “juízo de valor”.
Ao dizer que “não tem o que retificar”, você está insistindo em dizer que eu contrariei o consenso.


Em consequência, e em respeito à confiança que em mim depositam muitos colegas, estou transcrevendo, abaixo, o ato de sua nomeação firmado pelo presidente Ruy Brito. Segue-se a ele a minha manifestação de discordância. 

Trata-se de  uma primeira demonstração de que minha renúncia se lastreou em fatos concretos, e não em “conceitos subjetivos, certamente discutíveis”, como você afirma. 

Espero não ser obrigado a demonstrar outras razões para a minha renúncia.

Saudações

Ebenézer




============================================================



2015-05-06 16:45 GMT-03:00 AAPBB <aapbb@aapbb.org.br>:



POR ATO DE NOMEAÇÃO do presidente RUY BRITO, desta data, foram nomeados os seguintes Vice-Presidentes:

SERGIO ROBERTO COSTA DE CASTRO - Vice-Presidente Adjunto Financeiro.
JOSE CORREIA RIBEIRO - Vice-Presidente Adjunto de Assuntos Assistenciais.

Valdemir Crispim
Chefe de Escritório



========================================================


Ebenezer Nascimento <ebenezer.w@gmail.com>

Aug 5



to AAPBB, Antônio, Carlos, Celso, Cid, Douglas, José, Luiz, Mário, Nelsom, Paulo, Ruy, Sergio,



Prezados colegas da diretoria,



Considero ser do meu dever registrar a minha discordância da forma como o presidente Ruy Brito, já por duas vezes, nomeou vice-presidentes da entidade:  mediante “Atos de Nomeação” monocráticos.



O procedimento, sobre não ser previsto no Estatuto da entidade, contraria expressamente o  estipulado no "art.13o. - alínea B" do citado regramento, implicando também em desrespeito aos demais membros da diretoria e aos associados.



Ressalto veementemente que a minha posição em nada se refere aos colegas nomeados  - José Correia Ribeiro e Sérgio Roberto Costa de Castro -  nomes que eu sufragaria com imensa satisfação e em eleição regular, e cuja presença e colaboração à entidade é bem-vinda e merecedora de nossos agradecimentos. 



Cordialmente



Ebenézer

04 setembro, 2015

Presidente da Previ diz que pretende recuperar R$ 180 milhões investidos na Sete Brasil

:
O presidente do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (Previ), Gueitiro Matsuo Genso, disse na CPI dos Fundos de Pensão que a entidade pretende recuperar R$ 180 milhões investidos na Sete Brasil para construção de sondas de perfuração em águas ultraprofundas no País.

Empresa de investimento criada com o aval da Petrobras para explorar negócios em torno do pré-sal, a Sete Brasil é citada na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga corrupção em contratos na estatal.

"O objetivo é fazer com que esses R$ 180 milhões retornem", disse Genso, em resposta ao relator da CPI, deputado Sergio Souza (PMDB-PR). "Vamos tomar todas as medidas para isso".

Segundo o presidente da Previ, não há investimentos com prejuízos no fundo e o aporte de recursos na Sete foi considerado adequado à época.

Na audiência, Gueitiro Matsuo Genso traçou um perfil positivo da Previ. Segundo ele, a Previ fechou 2014 com um superavit acumulado de R$ 12,5 bilhões e possui reserva matemática para cumprir compromissos futuros de R$ 122 bilhões, além de R$ 12 bilhões de contingência.

"Sempre estamos olhando o longo prazo. Temos que ter dinheiro para 60 anos à frente", afirmou Genso.

Estratégia

Em relação à estratégia de investimentos da Previ, o presidente disse que cerca de 50% dos benefícios pagos pelo fundo são oriundos de receita com alugueis e dividendos das empresas participadas. "Nos últimos três anos, R$ 26 bilhões foram pagos em aposentadoria e ainda assim o patrimônio manteve-se estável".

Funcionário de carreira do Banco do Brasil e à frente da Previ desde fevereiro, Genso destacou ainda o caráter técnico da administração do fundo, que existe há 111 anos e conta com mais de 200 mil associados. Segundo ele, a indicação do seu nome também foi técnica e sem influência política.

"Todos os membros da administração da Previ são associados há mais de 10 anos, o que resulta em uma gestão altamente comprometida", informou. "O corpo técnico da Previ é composto por funcionários do BB cedidos. São profissionais que já conhecem, cuidam do dinheiro da população brasileira".



Minha fotoRecuperar? Agora, cara pálida? Como? Se acontecer uma nova Queda da Bastilha... ahahahah!!!

02 setembro, 2015

Diretoria rebate nova acusação infundada de conselheiro


Tem circulado pela internet nova mensagem, expedida pelo endereço eletrônico william@williambento.com.br, com o título GASTANÇA COM DINHEIRO DA ANABB, supostamente assinada pelo conselheiro deliberativo da entidade William Bento, com acusações inverídicas contra a Diretoria Executiva.

Em nome da ética e da transparência que marcam a atual gestão, a Diretoria Executiva traz ao conhecimento dos associados os fatos verdadeiros e os documentos que os comprovam.

Em setembro de 2014, a ANABB promoveu o Seminário Repensando Estrategicamente o Banco do Brasil. Do primeiro painel do Seminário participaram economistas representantes das três principais candidaturas à Presidência da República: Marina Silva, Aécio Neves e Dilma Roussef.

Um dos temas mais polêmicos do referido painel, que teve ampla repercussão na imprensa nacional, foi o posicionamento de cada um dos debatedores sobre a autonomia do Banco Central e o papel dos bancos públicos e, especialmente, do Banco do Brasil no futuro governo.

A imprensa divulgou ao longo do segundo turno das eleições presidenciais diversas matérias que tratavam de possíveis propostas para os bancos públicos no mandato presidencial em disputa. Discutia-se a possibilidade de redução do papel dos bancos públicos e debatia-se a visão de economistas – alguns cotados para assumir ministérios no futuro governo – que seriam favoráveis à privatização de alguns desses bancos.

Neste sentido, a Diretoria entendeu ser fundamental um posicionamento claro da Entidade a respeito do papel do Banco Central e dos bancos públicos e, em especial, sobre o papel do Banco do Brasil no novo governo.

Sendo assim, encaminhou proposta ao Conselho Deliberativo (CONDE) sugerindo a publicação de matéria paga nos jornais Correio Braziliense, Folha de S. Paulo e O Globo com o posicionamento da ANABB sobre o papel dos bancos públicos e do Banco do Brasil no futuro governo. Destacou a Diretoria Executiva que encaminhava “uma proposta inicial de texto a ser publicado na imprensa, obviamente sujeito às alterações aprovadas pelo CONDE”.

O Deliberativo, reunido em 20/10/2014, com a presença e participação ativa do conselheiro William Bento, discutiu exaustivamente o tema, decidindo:

a) Por 13 votos a favor, 4 contrários e uma abstenção, aprovar a publicação de matéria paga nos jornais;

b) Por 6 votos a favor e 13 contra, recusar o texto proposto pela Diretoria;

c) Por 13 votos a favor e 6 contra, aprovar o texto sugerido pelo conselheiro José Branisso como substitutivo do texto proposto pela Diretoria;

d) Proceder ajustes no texto oferecido pelo conselheiro Branisso, do que chegou-se, por consenso entre todos os conselheiros (incluindo o Sr. William), ao texto final que veio a ser publicado na imprensa;

e) Autorizar a publicação nos jornais Correio Braziliense, Folha de S. Paulo, O Estado de Minas, Diário de Pernambuco, Zero Hora, Valor Econômico, Extra e Correio da Bahia, ao custo total de
R$ 445.729,62.

A Diretoria da ANABB cumpriu rigorosamente o que foi decidido pelo CONDE: publicou em todos os jornais determinados pelo Conselho a matéria com a redação final definida pelos próprios conselheiros, com participação ativa do Sr. William Bento. Os valores a serem pagos a cada jornal eram de pleno conhecimento de todos os conselheiros.

Como sempre faz, a Diretoria Executiva da ANABB responde com fatos os ataques do Sr. William, recheados de expressões agressivas e desprovidas de amparo na realidade.

Se a Diretoria quisesse enviar um “prato feito” ao CONDE, como afirma o conselheiro William, não teria destacado em sua proposta oficial que o texto encaminhado era apenas uma sugestão inicial, sujeita às alterações do CONDE – que acabaram sendo feitas e acatadas integralmente pela Diretoria.

Quanto à acusação do Sr. William de que a Diretoria teria escondido a extrapolação do orçamento, a Diretoria esclarece aos associados que:

a) nesta gestão não se gasta nada além do orçamento global aprovado pelo Conselho Deliberativo;

b) não há verba específica prevendo gastos com publicações de matérias pagas na grande imprensa; e,

c) no caso de necessidade de fazê-lo, a Diretoria limita o gasto às disponibilidades da ANABB, remanejando verba de outro item que apresente saldo positivo em relação ao que fora orçado.

Naquele momento, a Diretoria Executiva entendeu que era do conhecimento de todos os conselheiros a inexistência de verba específica para publicações de matérias pagas, uma vez que eles foram os responsáveis pela aprovação final do orçamento anual da ANABB. Além do que, havia verba disponível para o remanejamento, caso fosse aprovada a publicação.

Tanto a Diretoria Executiva quanto TODOS os membros do Conselho Deliberativo entenderam da necessidade e da oportunidade de publicar um texto sobre este assunto após as consequências do Seminário Repensando Estrategicamente o Banco do Brasil.

A DIREX não poderia jamais “omitir” dos conselheiros algo que já era do conhecimento deles. Pensar assim seria menosprezar a inteligência dos integrantes daquele Colegiado.

A Diretoria Executiva confia, sempre, no discernimento dos associados e deixa a critério dos leitores a avaliação dos dois textos preparados para publicação na imprensa (o enviado pela Diretoria e a versão final aprovada pelo CONDE), tirando suas próprias conclusões se algum deles defende, como afirma o conselheiro William, alguma candidatura específica à Presidência da República.

Por fim, as opiniões de conselheiros ou dirigentes da ANABB, publicadas via e-mail, facebook, ou qualquer outra rede privada, é de responsabilidade exclusiva do autor ou publicador, não refletindo, em qualquer hipótese, o posicionamento institucional da ANABB ou de qualquer dos seus órgão diretivos.

01 setembro, 2015

A fala de Ruy Brito na Audiência Pública de Previdência Complementar


       No dia de hoje, 31 de agosto, a FAABB compareceu ao STJ a convite do Ministro Paulo de Tarso. O tema foi Audiência Pública para discutir o que vale: se o contrato de trabalho, o ato juridico perfeito e o direito adquirido ao tomar posse na Estatal e obrigatoriamente aderir ao Plano de Previdência Complementar, ou se valem as regras, alteradas por Leis, Normas e Resoluções impostas ao longo dos anos e aplicadas quando de nossas aposentadorias.
O tema foi muito bem defendido por Ruy Brito.

Mais uma fanfarronada valmista



Atenção! Muito cuidado com as afirmações do Sr. William Bentoele é um Valmista.

 
Valmir Camilo passou 20 anos usando a ANABB em proveito próprio e por força da lei, foi obrigado a deixar em paz nossa Entidade, no entanto, deixou lá dentro uma trupe do mal, fazendo um trabalho sujo que vai desde saírem todos da sala de reunião do Conselho Deliberativo, sempre que havia decisão com a qual não concordavam, quebrando o quórum, até esconderem lista de presença.


O que o Sr. William não diz é que a verdadeira gastança, até bem pouco tempo, era praticada pelo grupo do  seu patrono Valmir Camilo, do qual ele fazia parte, ao negociar percentuais extra de comissão de corretagem e outras vantagens nos seguros ANABB, para beneficiar a sua própria  Corretora Just Life.

E tirando de quem, caras pálidas? Dos associados-segurados, é lógico, que, com certeza, pagaram prêmios bem maiores do que o devido nos seus seguros, para garantir o abastecimento da trupe.
 
Aí, sim, se consumou a gastança e o enriquecimento ilícito de alguns, que não querem deixar a provedora ANABB, que garantiu ganhos extras durante muitos anos.

Portanto, senhores associados, o que faz o time Valmistas espernear feito criança mimada, é que tendo perdido, na justiça essa boquinha, fazem de tudo para reverter as coisas a seu favor, inventando toda sorte de mentiras.


O Sr. William Bento não tem idoneidade, nem tampouco credibilidade para posar de defensor da moral. Primeiro porque responde a alguns processos na justiça e também porque já foi condenado por assédio sexual (rito trabalhista), jogando às custas nas costas da ANABB, ou seja, nas nossas costas.

Não bastasse tudo isso, eles usam toda a sorte de manobras para retardar o veredicto da Comissão de Ética para que o Sr. William não seja impedido de concorrer às Eleições da ANABB. Já abandonaram a reunião do Conselho duas vezes e agora, para culminar, abriram um processo para contra os membros da Comissão de Ética, que cumpriram seu trabalho institucional, só para garantir registro da trupe completa nas eleições ANABB.

Muita atenção para NÃO votarmos mais nesses nomes: CARVALHO, CECÍLIA GARCEZ, Ana Landin, Augusto Carvalho, Cláudio  Zucco,  Denise Vianna, Emílio Ribas , Graça Machado, Mércia Pimentel, Nilton Brunelli, Tereza Godoy e William Bento.

Cuidado, pois eles serão os primeiros a se inscreverem nas eleições!

 
Para que não digam que eu estou falando mal dos Valmistas por conta das Eleições, abram o link de todas as minhas postagens onde há muito tempo venho denunciando a nefasta atuação dos Valmistas dentro da nossa associação e tirem suas próprias conclusões:
Todas essas informações tem o aval da aba transparência do site da ANABB, portanto, antes de me processarem, precisarão processar a ANABB.